Exposições

30.04

Às 18.30 h

Abertura da exposição de Elsa Melo GET A REAL JOB.

“Get a Real Job” é uma exposição que conta com um conjunto de obras em tela e papel da artista Elsa Melo.

O questionamento sobre o consumismo, o sistema e o lugar que cada um tem na sociedade por aquilo que é ou tem, são os assuntos mais explorados nas obras expostas.

A artista apresenta-nos ainda, através da sua expressão artística, as personagens que habitam o seu inconsciente que, ora aparecem em primeiro plano da tela, ora se escondem no plano de fundo da mesma. E, admite apropriar-se dos ícones familiares aqui mostrados para que a sua mensagem chegue facilmente ao espetador.

O tema desta exposição foi escolhido à luz de uma obra da artista que faz parte desta mostra, e pretende colocar o público numa posição de questionamento sobre o que é “um verdadeiro trabalho” e qual o valor real dessa expressão no indivíduo singular e plural contemporâneos.

Nota Biográfica

Elsa Melo nasceu no Porto em 1991, licenciou-se em Cinema e Audiovisual na Escola Superior Artística do Porto, adquiriu o grau de mestre em Estudos Artísticos, na vertente de Estudos Museológicos e Curadoriais, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e começou, posteriormente, a construir o seu percurso na pintura de forma autónoma e espontânea.

A artista admite ter como principais inspirações o neoexpressionismo dos anos 80, o legado do pintor Jean Michel Basquiat, as máscaras africanas e a arte outsider e mostra um grande interesse na exploração de diversos materiais.

Elsa dá a conhecer uma forma de expressão claramente inovadora. Aqui, a apropriação da cultura Pop e a presença de diversas personagens funcionam como motor de questionamento relativo àquilo que é, nos dias de hoje, a relevância do consumismo, do sistema e do posicionamento social.

MACARÉU – Associação Cultural

ELSA MELO

30 ABRIL – 26 MAIO

10.10

Às 18.30h

Abertura da exposição individual de Nuno Moutinho

40 anos não são 40 dias

MACARÉU – Associação Cultural

NUNO MOUTINHO

10 OUTUBRO – 11 NOVEMBRO

11.09

Às 19.00h

Abertura da exposição individual de cerâmica de Olga Ferreira

No Outono

Olga Ferreira
Iniciou-se na aprendizagem das artes no atelier de pintura de Eveline Oliveira, em 1992.
Em 1998, em consequência de uma visita a uma exposição dos alunos da Cooperativa Artística Árvore e impressionada com o trabalho de Helmar, inscreveu-se como aluna do curso de cerâmica sob direção do ceramista João Carqueijeiro.

Com este seu mestre, continua a aprender e sob sua orientação desenvolve projectos como o que aqui se apresenta.

Em 2005 iniciou com quatro artistas o projecto Oficina 2000&5, um espaço de cerâmica artística, terminado em final de 2009.
Tem no seu curricula exposições colectivas e está representada em coleções particulares.

MACARÉU – Associação Cultural

OLGA FERREIRA

NO OUTONO

11 SETEMBRO – 7 OUTUBRO

7.03

Às 16.00h

Abertura da exposição individual de pintura de Rodrigo Costa

O tempo não fica nem espera

… Do Tempo colho, apenas, o tempo que me resta. Desde o princípio. Cantando-lhe os encantos, como quem colhe flores; como quem, entre escolhos, usa os olhos, do corpo e da alma, tentando ver para lá do efémero… Como se as formas e as cores sejam sinais de chamamento fundamentado na voz da Existência… porque existir é ver. Com os olhos do corpo e da alma…

Rodrigo Costa

24 . 02 . 2020

Rodrigo Vieira da Costa | 4 de Setembro de 1952, em V. N. de Gaia | Curso Geral de Artes Visuais, da Escola de Artes Decorativas de Soares dos Reis.

Durante 20 anos, desenvolveu a sua actividade profissional como designer e ilustrador gráfico. Dedica-se, desde 1990 e em exclusivo, à actividade artística, com obras, de que é autor, presentes em colecções particulares, em Portugal, Espanha, França, Irlanda, Inglaterra e Índia; e em instituições públicas e privadas, tais como a Câmara Municipal de Gaia, casa-Museu João Mário; Millennium bcp e Banco Português de Investimento.

Exposições individuais:

1990Teatro Rivoli, Porto; 1991Casa Tait, Porto | 1992TLP, Porto | 1993SNBA, Lisboa | 1994Galeria Escada 4, Cascais | 1995Galeria DaVinci, Porto | 1997Espaço de arte Eugénio Torres, Porto | 1998SNBA, Lisboa; Casa-museu Teixeira Lopes, V N de Gaia | 2000Galeria ART K, Paris | 2001Galeria da Casa do Pessoal da RTP, Lisboa | 2004Euroarte, Lisboa | 2005Galeria DITEC, Lisboa; 2007Irish Art Fair, Dublin | Art London, Londres, integrado na Mauger Moder Art | AVIZ, galeria de arte, Porto; 2008Mauger Modern Art, Bath UK | 2010Anglo-Portuguese Society, Londres | Paula Cabral, galeria de arte, Lisboa | 2012 Galeria ArtesSolar de Stº António, Porto | 2016Ordem dos Médicos, Porto | 2017Espaço Arte Livre, Lisboa | 2018Museu de Ovar, Ovar; Galeria Zeller, Espinho | 2019 – Livraria Barata, Lisboa.

Participou em inúmeras exposições de carácter colectivo, de entre as quais, Jorgensen Fine Art, Dublin; Royal Academy of Arts, Summer Exhibition 2012, Londres | ROIRoyal Intitute of Oil Painters, London, 2013.

Design:

2001Jarra, em biscuit, produzida pela Vista Alegre, para celebração da Cidade do Porto como Capital Europeia da Cultura, em 2001 | 2004 – Jarra, em cristal, com dragão, produzida pela Atlantis | 2008 – Design do álbum Dowload Junk, da banda canadiana, Moneyshot, sediada em Londres. A capa reproduz o seu quadro “Como Marcas Deixadas Por Um Deus De Tão Longe…”.

Livros:

1990Apontamentos sobre o Porto / desenhos a pastel, com textos de Anabel Paúl, Sérgio Mourão e do Escultor Silva Nogueira —edição patrocinada pelo Banco Pinto e Sotto Mayor | 1992Rodrigo Costa, por opção / pintura, com textos de  Arnaldo Silva, Prof. Daniel Serrão, Fernando Jasmim, Manuel António Pina e do autor | 1996Trinta Poemas / poesia, com prefácio de António Almeida Matos, e editado pela Estar editora | 2000 – Sem título / pintura, com textos de Arnaldo Silva, prof. Mário Rocha, Martins Vouzela e do autor | 2003Arte: que investimento?…, ensaio, 1ª edição, com prefácio de Tiago Krusse e publicado por Terramágica editora | 2007Amor: tragédia e redenção / sátira poética, com intervenção e prefácio de Arnaldo Silva, e publicado pela Papiro editora | 2009Arte: que investimento?…, ensaio, 2ª edição, reformulada, com prefácios de Helena Branco e de Tiago Krusse | 2010The Landscape as the place of Everything / A paisagem como lugar de tudo, bilingue, com poemas de Eileen Mayer, poetisa Irlandesa, e prefácio de John Kelly | 2014Eu, o Woody e o Piano, entre Coincidências, sátira, com prefácio do jornalista António Simões | 2016INSPIRAÇÃO com  suor . suor sem INSPIRAÇÃO, ensaio, com prefácio do maestro António Vitorino d’Almeida, edição K innovative diffuser.

 MAIO 2019

MACARÉU – Associação Cultural

O TEMPO NÃO FICA

 NEM ESPERA

  RODRIGO COSTA  

7 de Março – 8 de Abril

Exposição de escultura cerâmica de João CARQUEIJEIRO

Abertura no dia 8 de Fevereiro, às 18.30h, na Macaréu

“Escombros”Instalação Cerâmica – 12 elementos

Ano 2018

Materiais: Grés, óxidos e vidrado de cinzas, queima a 1250º C

Dimensões: Variáveis – 250cmx200cmx200cm

Quase Sinopse

“…Cada árvore é um pássaro renascido, uma promessa em suspenso nas mãos do artista. Um combate surdo entre o silêncio/negro e a explosão da cor que se pronuncia…”

                                                                                         Eduardo Leal             

                                                                             Poeta/Filósofo/Dramaturgo

Excerto do texto para a exposição no Museu da Guarda no âmbito do “ Siac 4 “ no ano 2019.

Painéis Cerâmicos:

45x45x3 cm

Série Intitulada ” Paisagens Perdidas”

Realizadas a partir de 2018, continuando esta série, como ideia central a abstração paisagística, quer terrestre, quer marítima, quer somente as atmosferas.

MACARÉU – Associação Cultural

E S C O M B R O S

 (escultura cerâmica)

  JOÃO CARQUEIJEIRO

8 de Fevereiro – 4 de Março

Back to the Future

Exposição de fotografia de Vladimir Omeltchenko

 Abre no dia 4 de Janeiro, às 18.00h

Vladimir Omeltchenko, profissionalmente um músico, desde sempre teve um grande interesse pelo mundo da fotografia. Começou a tirar as suas primeiras fotos ainda na adolescência, a preto e branco, na altura com uma máquina da família, muito simples, da marca soviética “Smena”, de 35 mm.

Com a passar do tempo, o gosto pela fotografia cresceu e foi aumentado a sua “produção” fotográfica, distribuindo as suas obras pelos amigos e colegas ainda na escola. Nesta mesma altura experimentou várias técnicas, fazendo as exposições na sua Alma Mater, com as fotografias impressas pelo próprio, em casa, num laboratório improvisado.

Com a sua máquina fotográfica de espelho “Zenit”, passou para o mundo de fotografia a cores, levando-a em viagens, também nas muitas digressões da Orquestra Sinfónica dos Urais ao estrangeiro. Ao chegar a Portugal, com essa mesma máquina Zenit, testemunhou as belas paisagens do País e deslumbrou-se com novos horizontes.

Embora a presente Exposição seja a primeira oficial do autor, já há muito que o mesmo, graças a recursos tecnológicos da Net, publica e partilha as suas impressões visuais com os amigos, espalhando e divulgando pelo mundo inteiro as belezas de Portugal.

MACARÉU – Associação Cultural

BACK TO THE FUTURE

(fotografia)

VLADIMIR OMELTCHENKO

4 de Janeiro – 5 de Fevereiro

MACARÉU – Associação Cultural

FAZER A CIDADE

Exposição de fotografia do

Porto de 1925

(acervo particular de César Romão)

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7 Dezembro – 2 de Janeiro

MACARÉU – Associação Cultural

HELENA CARDOSO

REFLEXÃO

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Foto de Teresa Teixeira

9 Novembro – 4 Dezembro

A abertura da exposição Reflexão de Helena Cardoso e visualização de um documentário sobre o projecto será no dia 9.11, às 18.00h. Haverá, também, uma conversa com a Arq. Fernanda Alcântara.

A exposição estará patente na Macaréu até 4 de Dezembro.

A tarefa de proteger as artes populares é (…) extremamente delicada, pelas restrições que pode trazer à sua evolução. Sendo a arte um organismo vivo, tem naturalmente suas contingências de evolução e desaparecimento. Qualquer tentativa de prolongar a sua duração pode perturbar a sua verdade, transformando-a em coisa artificial e anacrónica. Outro perigo é o das adaptações que podem ser tentadas em torno de elementos verídicos de arte popular, para especulações industriais e turísticas. Deforma-se a tradição, inutilmente, pois, destituído de seu fundamento de verdade, de significado, de expressão humana, tudo são sinais exteriores, sem funções, destinados a uma decadência inglória.  Não se pode, por outro lado, impor a um povo formas de arte já vividas por ela mesmo, se elas não foram sustentadas pela sua sensibilidade.  Não se pode reatar uma tradição interrompida.

Cecília Meireles, As artes plásticas no Brasil, Artes populares, 1968:23-24

Helena Cardoso (Porto, 1940) é designer e artista plástica.

Em 1987 integrou o projecto “Formação, Capacitação Profissional de Mulheres”, organizado pela Comissão da Condição Feminina (CCF) no âmbito do qual criou e formou os grupos “Combate ao Frio” (lã) em Relvas, “Capuchinhas” (burel) em Campo Benfeito e “Lançadeiras” (linho) em Picão.

A convite do Instituto de Apoio à Emigração e Comunidades Portuguesas,  integrou em 1991 o projecto Saberes Antigos/ Perspectivas Novas, dirigido à mulher emigrante na divulgação da cultura portuguesa na área artesanal, dando formação emFrança, Alemanha, Holanda, Luxemburgo e Bélgica,

Colaborando há mais de 30 anos com as mulheres das regiões carenciadas de Portugal, alertando para a condição da mulher e contribuindo para a preservação e continuidade dos saberes tradicionais, tem diversificado o seu trabalho artístico pelas parcerias que foi estabelecendo tanto com artesãs da área têxtil – tecelãs e bordadeiras, mas também com ceramistas, penteeiros, ourives e outros mesteres e artífices, aplicando o seu saber e criatividade na produção de peças contemporâneas de usos e tipologias diversas, aliando design & tradição.

De entre os locais onde expôs e apresentou passagens de modelos em Portugal, destacam-se o Museu do Traje de Viana do Castelo (1995), o Museu Nacional do Traje em Lisboa (1999), o Museu Nogueira da Silva em Braga (2001), o Museu Nacional de Machado de Castro (2001), o Museu de Arte Contemporânea de Serralves (2001), o Centro Cultural de Vila Flor em Guimarães (2007). No estrangeiro apresentou o seu trabalho no Brasil, França, Venezuela, Espanha, Porto Rico e Macau.

Participa em inúmeros colóquios, debates e mesas redondas sobretudo sobre temas relacionados com design e renovação dos saberes tradicionais.

Recentemente destacam-se os convites para a realização de peças têxtil para Árvore da Vida, Capela do Seminário Conciliar de São Pedro e São Paulo, em Braga (2011), cujo projecto envolveu artistas como Ilda David, Manuel Rosa e Asbjorn Andresen, e para a concepção do paramento para a ordenação Episcopal do Arcebispo D. José Tolentino Mendonça, Arquivista e Bibliotecário do Vaticano (2018). A par do seu trabalho individual com marca própria, colabora actualmente com a Casa da Lã em Bucos, Cabeceiras de Basto.

Recebeu várias menções honrosas e prémios a nível nacional e internacional das quais se destacam o primeiro prémio da Categoria Internacional da FERINART – Feira Internacional de Artesania em San Juan, Porto Rico (2006) e a Comenda da Ordem de Mérito concedida pelo Presidente da República, Dr Jorge Sampaio (2003).

A artista vive e trabalha entre a cidade do Porto e algumas aldeias do norte de Portugal.

Macaréu – Associação Cultural

porto – paris – porto

  1. Biografia Rui Mendes
    Rui Manuel Varejão Mendes nasceu no Porto, a 29 de outubro de 1954, na
    freguesia de Cedofeita. Frequentou a escola primária da Caramila, e o Liceu
    Normal de D.Manuel II. Em setembro de 1971, partiu para França onde trabalhou,
    durante treze anos, e onde estudou fotografia. Regressou a Portugal em 1984,
    dedicando grande parte do seu tempo à reportagem fotográfica a par da sua
    atividade profissional, no setor do comércio de fruta. Em 2006, ingressou na
    Faculdade de Letras do Porto, onde obteve a Licenciatura em Línguas ,
    Literaturas e Culturas, na variante de Português/Francês.
    Como fotógrafo, participa em diversas exposições como a “Objectiva-84” e
    “Objectiva-86”, da Festa do Avante. Expôs, individualmente, no Pavilhão da
    Emigração, da Festa do Avante 1984, sobre o tema “Portugueses em França”,
    com um conjunto de 20 fotografias. Expôs alguns trabalhos no 1.o Salão de
    Fotografia «Alegria-88», Braga. Em 1989, participa na Exposição Le Rêve
    Portugais- 25 ans d ́Immigration Portugaise en France, organizada pelo CEDEP,
    Paris. Em 2014, regressa ao fascínio do fenómeno fotográfico e participa na
    exposição de fotografias “Álbum de fotografias 1969-1979 em Portugal”
    organizado pela galeria MIRA Forum, Porto. Participação com o amigo, António
    Fernandes, no “Diaporama: As pinturas de abril como forma de arte e liberdade
    de expressão”, na Casa da Música Mirandesa, Miranda do Douro e École de la
    Ventenayé, Graulhet, França (2014).
  2. Ideia
    A razão deste projecto é dar propósito a milhares de fotografias
    escondidas durante 30 anos no armário de casa do Rui sem nunca terem sido
    mostradas ao público. As fotografias e as histórias representam a experiência de
    crescer, de emigrar, de descoberta de um novo país, de uma nova forma de vida.
    Representam a vida dos que tiveram de abandonar o seu país de origem na
    procura de uma vida melhor. Rui Mendes passou 13 anos a viver e a trabalhar
    em Paris, tendo saído do Porto quando tinha apenas 17 anos. Partiu como
    adolescente e regressou como homem para construir familia no país e cidade de
    origem. Durante estes anos, captou os ambientes em seu redor criando um
    retrato dos anos 80 em duas grandes cidades europeias — Porto e Paris. O seu
    maior interesse era fotografar pessoas, nas suas actividades do dia a dia, em
    locais familiares, como um distante observador que se aproxima e capta a sua
    fotografia, tentando estabelecer relação com a pessoa fotografada. O seu
    trabalho cria a sensação de como é viver entre duas cidades. O que é sentir-se
    em casa, quando a casa permanece só o sentimento. O seu trabalho está
    fortemente relacionado com a emigração portuguesa em França. Desde cedo,
    interessou-se em documentar a vida da comunidade Portuguesa em Paris com
    grande sensibilidade. Dos mercados às associações, dos seus locais de trabalho a
    festas, procurou os seus compatriotas, com quem partilhava histórias e
    fotografias e sentia mais em casa. Com as suas fotografias de rua criamos o
    sentimento de caminhar pelas ruas do Porto e Paris num tempo distante. Para
    muitos, esta viagem por estas ruas e locais pode ser pessoal, pois é uma histórica
    comum a muitas famílias portuguesas. O que parecia um registo aleatório
    fotográfico ganhou um propósito documental ao longo destas décadas e é essa
    importância pela nossa história e por a existência destes registos que, para nós
    este projecto faz todo o sentido.

Macaréu – Associação Cultural

À abertura da exposição é no dia 1.09, domingo, às 18.30h.

Daniela Sousa

Nasceu no Porto em 6 de Janeiro de 1968, na freguesia da Vitória, reside atualmente em Ovar.
Licenciada em Agricultura Sustentada, pela Escola Superior Agrária de Bragança (ESA-IPB), Licenciada no curso de Professores do Ensino Básico, 2º ciclo-variante Educação Visual e Tecnológica. Mestre em Educação Artística pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o percurso profissional na Industria Agroalimentar na área da Gestão e Controlo da Qualidade. Exerce atualmente atividade docente no Ensino Básico e Secundário no domínio das Ciências Agrárias, Educação Artística e Artes Visuais.
O gosto pela fotografia emerge na adolescência quando lhe foi oferecida uma pequena máquina fotográfica que a transportou para um mundo novo, transformando-se numa companhia inseparável…captando momentos, desenvolvendo interesses. Alicerçada numa perspetiva autodidata é assim que vão acontecendo os progressos nesta área.


Mandalinices

Mandalinices é uma expressão criada que pretende aludir à “brincadeira”, “malandrice”, com mandalas. A expressão “Mandala” provém do sânscrito (língua clássica da Índia) e significa círculo. Composta pela palavra manda=essência e la=conteúdo, em suma “a que contém a essência” ou ainda “o círculo da essência”. O termo indiano, pretende designar desenhos circulares rituais e as mais significativas são encontradas no âmbito do Budismo Tibetano. Mandala, é uma representação simbólica, que interpreta a relação entre o Ser e o Universo, é um arquétipo e ilustra a noção de princípio, matriz, ordem, centro e totalidade. O Círculo, de dimensão transcultural, é também ele um arquétipo do inconsciente coletivo, que permite estabelecer pontes e criar inter-relações com as variadas áreas do saber e desconsiderando as interpretações, cuja significação simbólica comum, parece estar conotada com a proteção, o bem, a Paz… Mandalinices, resulta assim de uma pesquisa e reflexão sobre o “círculo da essência” no nosso universo quotidiano…

Luís Miguel Sousa

Nasceu no Porto em 4 de Setembro de 1969, na freguesia da Vitória. É formado em Cinema e Vídeo, pela Escola Superior Artística do Porto (ESAP), e Arqueologia, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP).
Foi na adolescência, enquanto frequentou o liceu do Padrão da Légua, que teve os primeiros contactos com os fascínios da imagem, experimentando em cinema, animação, fotografia, gravura, banda desenhada, etc. Neste período começou a sua formação musical, frequentando, alguns anos depois, a Escola de Jazz do Porto.
Iniciou o seu percurso profissional na ACE- Academia Contemporânea do Espetáculo, Escola Profissional, como docente em disciplinas de fotografia, vídeo e multimédia. Atualmente exerce funções no Teatro Municipal do Campo Alegre, no Porto. Ao longo do seu percurso tem colaborado em diversas produções audiovisuais multidisciplinares.

#Luzdouro

O rio Douro é um dos elementos estruturantes que formam o carácter único e extraordinário desta cidade do Porto. Nas suas margens, alcantiladas e intrincadas, brilham miríades de luzes e fogos-fátuos, que fascinam. Quando este rio está de bom humor e maré de feição, as suas águas, escuras e densas, parecem deter-se no seu percurso apressado para a Foz. Forma-se assim, um espelho perfeitamente polido pela ausência de brisa e corrente. Os reflexos multicoloridos que então se produzem, peculiares e exclusivos, impressionam vivamente quem os observa, mesmo que de forma inconsciente. #Luzdouro é um estudo fotográfico continuamente em aberto, uma demanda pela imagem mais fiel e impressiva e uma iniciação ao inusitado mister de “pescador de luzes”.

Macaréu – Associação Cultural

NELSON ISIDORO

PORTO

diferentes expressões

7 JUNHO – 7 JULHO

A abertura será no dia 7 de Junho às 20.00h.

Nelson Isidoro nasceu e vive no Porto. Profissionalmente esta ligado aos transportes internacionais. O gosto pela arte criativa levou-o a frequentar os cursos livres de pintura na Cooperativa Árvore com mestre Alberto Péssimo. Participa regularmente em exposições coletivas.

Macaréu – Associação Cultural

MANUEL MALHEIRO

Dois Projectos

Exposição

3 Maio – 2 Junho

A abertura será no dia 3 de Maio às 19h.

Manuel Malheiro é natural de Monção e trabalha no Porto.

O artista possui o Curso Superior de Desenho e o Mestrado em Artes Visuais e Intermédia da Escola Superior Artística do Porto (ESAP), onde foi professor. Foi assistente do Professor Sá Nogueira na Escola Superior Gallaecia, em Vila Nova de Cerveira. Entre 1994 e 1998, leccionou no CLIP – Escola Internacional do Porto e no ensino oficial em Viana do Castelo.

Manuel Malheiro frequentou um estágio de Desenho na National Academy of Design School of Fine Arts of New York e actualmente leciona Artes Visuais no Curso Superior de Artes e Multimédia da Universidade ISMAI.

Participou em várias exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais, em Mónaco, Alemanha, França, Espanha e Portugal.