12.04.26
Às 18.00h
Concerto Parahybana, com Josélia Ramalho e convidados
O concerto Parahybana, da pianista e violoncelista brasileira Josélia Ramalho, traz à tona suas próprias composições ao lado de obras de compositores nascidos na Paraíba, um pequeno estado no nordeste brasileiro. Seu álbum está em fase de pós-produção e será lançado em Julho de 2026. As suas composições, na maior parte instrumental, evocam ritmos como o Baião, o Maracatu, mesclando regionalidade e modernidade, uma das peças chamada 5 de agosto, faz uma homenagem ao dia de fundação da cidade de João Pessoa e é um pulsante 5/4 interrompido por um samba em ritmo binário, aqui e acolá. Enquanto as instrumentais Antonina, Valsa para Mariana e O vinho e o Sonho passeiam pela vereda da música brasileira instrumental. Josélia Ramalho convida para esse show em Portugal, Carol Benigno (acordeão) e Felipe Bastos (bateria) apresentando muita música brasileira de compositores como Sivuca, Glorinha Gadelha, Cátia de França, da nova geração como Helinho Medeiros e também da antiga, como José Siqueira. Além de músicas do forró como Jackson do Pandeiro e Zé do Norte.
Músicos:
Piano/voz: Josélia Ramalho
Acordeão/voz: Carol Benigno
Bateria/pandeiro: Felipe Bastos
Josélia Ramalho (@joramalhovieira Instagram) Canal Youtube
Carol Benigno (@carol_benigno Instagram) no acordeão e
Felipe Bastos (Instagram Felipe) na bateria
Josélia Ramalho, pianista, cellista, compositora e professora associada da Universidade Federal da Paraíba (Coordena o Grupo de Pesquisa-PianoLab), atua com diversos artistas. Participou do show Gonzaguinha e Nossas Canções com Pedro Índio Negro (2025) em João Pessoa, Rio de Janeiro e São Paulo, e colaborou com a coreógrafa Joyce Barbosa no espetáculo DOCE (2025), criando trilha original e música ao vivo. Integra desde 2016 o Duo DUAS com a violoncelista Teresa Cristina, apresentando-se em vários festivais. Foi produtora musical do documentário Toada para José Siqueira (2019) e lançou um CD dedicado ao compositor paraibano (2010). Antes de atuar como docente foi violoncelista da Orquestra Sinfônica da Paraíba (até 2010). Atualmente, ao lado das suas pesquisas sobre ensino de música se dedica a divulgar seu próprio repertório autoral e de compositores da Paraíba.
Carol Benigno – Carol Benigno é uma acordeonista brasileira que vive atualmente em Portugal. Toca o instrumento desde os 10 anos de idade e já se apresentou com diversos artistas e grupos de forró renomados. É mestra em Educação Musical pela Universidade Federal da Paraíba e doutoranda em Etnomusicologia, pela Universidade de Aveiro. Também é professora de acordeão no Instituto Federal do Rio Grande do Norte. Com um álbum autoral lançado, intitulado Lampejo, já se apresentou em diversos eventos e festivais no Brasil e em países da Europa.
Felipe Bastos é um baterista e percussionista brasileiro graduado em percussão pela Universidade Federal de Minas Gerais, sob orientação do professor Fernando Rocha e mestre em jazz pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, no Porto, sob orientação do professor Michael Lauren. Já atuou ao lado de diversos nomes da música Brasileira e do mundo como Cristóvão Bastos, Antônio Nóbrega, Bebê Kramer e Milton Nascimento. Especialista na rítmica brasileira, teve o privilegio de estudar com grandes expoentes da percussão como Márcio Bahia, Alex Buck, Oscar Bolão, Edu Ribeiro, Zé Eduardo Nazário, Robertinho Silva, Luiz Guello, Glen Velez, Andrea Piccioni, Carlo Rizzo e outros. Atualmente reside em Lisboa onde ministra aulas de música e colabora com artistas de diversas nacionalidades.

11.04.26
Às 21.30h
Concerto com The DucksThe Ducks são uma banda que nasceu numa academia de música, mas que cresceu muito para além disso. São amigos, energia e música feita com vontade e verdade.
No dia 11 sobem ao palco para dar vida a tudo aquilo que têm vindo a construir: momentos de ensaio, histórias partilhadas, desafios superados e uma paixão genuína por tocar juntos — com um repertório de covers que promete pôr toda a gente a cantar.
Para tornar este momento ainda mais especial, os The Ducks aliaram o seu concerto a uma causa nobre, a recolha de bens alimentares para a Refood Maia Centro. Assim, para cada entrada, um bem alimentar (refeições enlatadas e bens não perecíveis).
Contamos com a vossa presença e o vosso contributo…

3.04.26
Às 21.00h
Zebro: Projecto de Bandino Soares & Luis Beirão
Projecto que pretende mergulhar nas raízes musicais e poéticas da cultura portuguesa, e a partir daí criar algo novo, fundindo poesia dos mais variados autores com músicas originais mas também algumas bem conhecidas em “casamentos” consequentes e coerentes, ainda que por vezes pareçam inesperados e altamente improváveis.
Pretende-se explorar a interdisciplinaridade e complementaridade entre música e poesia, umas vezes tendo como ponto de partida a lógica, a musicalidade e os ritmos das palavras, outras vezes seguindo os caminhos para os quais a melodia, a musicalidade e os ambientes criados por determinadas músicas nos remetem. Na maioria das vezes, fusionando os vários caminhos que se bifurcam e promovendo a interpenetração (que na maioria das vezes não deixa de ser intuitiva) de ambas as dimensões, a fim de criar uma dimensão e um ambiente que se quer converter numa (outra) construção alternativa, capaz de apelar à lógica, mas também à emoção e aos sentidos.
O objectivo é criar uma conversa e uma narrrativa (em forma de música e de poesia que muitas vezes se misturam e sobrepõem), a partir das muitas conversas e temáticas reais e metafóricas para as quais as palavras e as melodias nos remetem.
PORQUÊ ZEBRO ?
O zebro era uma espécie de equídeo selvagem que vivia nas zonas interiores da Península Ibérica, até à sua extinção no século XVI.
As crónicas medievais descrevem o zebro como um animal parecido com o burro doméstico, mas mais alto e forte, muito veloz e com mau temperamento, de cor de tijolo e com o pêlo riscado de cinzento e branco no dorso e nas patas.
Nos locais onde foi abundante, conservam-se vários topónimos relacionados com este animal, como Ribeira do Zebro, Casas da Zebreira, Vale de Zebro, Zebreira , Zebral e Zebraínho, Pedrafita do Cebreiro, Cebrones del Río, Valdencebro, Cebreros, Encebras, etc
Quando os navegadores portugueses começaram a explorar o litoral africano e chegaram ao Cabo da Boa Esperança, nos finais do século XV, encontraram uns equídeos riscados a que deram o nome de zebras, nome por que são conhecidos hoje em dia estes animais em quase todas as línguas do mundo.
Blandino Soares
Músico e compositor. Estuda e explora criativamente a cultura musical tradicional e popular de expressão portuguesa. Fez parte de projectos musicais como Chamaste-m’ó?! convinha tradicional, Le Partisan, entre outros. Fez também música para teatro, e musicou poesia de poetas consagrados e não consagrados, antigos e contemporâneos. É multi-instrumentista e recorre a uma grande variedade de instrumentos, mas para já neste projecto recorrerá essencialmente à guitarra e à concertina.
Luís Beirão-
Performer, comunicador, tradutor e poeta. Tem um par de livros publicados e poemas em várias antologias. Partilhou a sua escrita através de vários canais e dos seus projectos performativos. É um andarilho e amante convicto da “poesia viva” e dos mundos e potencialidades que podem ser abertos através performance poética. Foi membro durante décadas em várias iniciativas , projectos e eventos, em nome individual ou colectivo. Foi responsável pelo bar Olimpo, dedicado a eventos culturais.
Poesias e músicas de Miguel Torga, Zeca Afonso, Blandino Soares, tradicionais galegas e portuguesas, João Rios, Eugénio de Andrade, João Habitualmente, Regina Guimarães, Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro, Reinaldo Ferreira, Carlos Drummond de Andrade, Herberto Hélder, Al Berto, Alexandre O’Neill, David Mourão-Ferreira, Sebastião da Gama, Mário Cesariny, Augusto Gil, João de Deus, Viriato da Cruz, António Jacinto, António Lobo Antunes, Ary dos Santos, Sousa Braga, Jorge de Sena, Casais Monteiro, Manuel Alegre, Sá Carneiro, etc, etc.
Duração prevista: 1 h 20/30 m, com 15/20 m de intervalo.

28.03.26
Às 21.30h
O Homem que Fugiu do Mundo apresenta “Sílfio”
Depois de lançar o single “Ícaro desce e vamos falar do sol” a 16 de janeiro, O Homem que Fugiu do Mundo acaba de editar o seu álbum de estreia, “Sílfio”, um trabalho conceptual que parte da metáfora de uma planta extinta para refletir sobre a condição humana contemporânea. O álbum conta com o Apoio Fundação GDA.
O Sílfio foi uma promessa de grandeza que se extinguiu, vítima da sua própria importância. Foi consumido pelo presente, sem que nada restasse para o futuro. Hoje, vivemos numa estranha repetição: a mente humana tornou-se o novo Sílfio. Mas com uma diferença cruel: nós somos a planta, e somos também quem a colhe. Uma força interior extrai e abusa da nossa humanidade, ignorando a nossa fragilidade, apenas para manter o sistema a funcionar. À medida que o real e o irreal colapsam numa simbiose explosiva, o disco confronta o ouvinte com uma questão inquietante: o que restará dos humanos? Talvez apenas um quotidiano trivial, esvaziado de origem e significado. Um mundo onde tudo continua, mas onde nada parece real.
Este universo conceptual começou a revelar-se com “Ícaro desce e vamos falar do sol”, primeiro avanço do álbum, onde o projeto propõe um diálogo simbólico entre Sísifo e Ícaro para refletir sobre o cansaço da repetição, a recusa do castigo mecânico e a necessidade de autodeterminação. A canção antecipou a lógica de “Sílfio”, um disco que observa criticamente um presente em que a mente se torna simultaneamente recurso e vítima de um sistema que exige produtividade constante, colocando em tensão o real e o irreal, o esforço e o colapso, a escolha e a fatalidade.
O Homem que Fugiu do Mundo é o projeto a solo de Vítor Pinto, músico, compositor e mente criativa ligada aos Malibu Gas Station. Embora exista há mais de uma década, o projeto manteve-se durante anos num registo íntimo e reservado, ganhando agora corpo público através de uma abordagem assumidamente DIY. Em “Sílfio”, tal como nos lançamentos anteriores, Vítor Pinto assina todas as etapas do processo criativo – da composição à produção, gravação e edição visual – afirmando uma linguagem autoral marcada pela introspeção, pela recusa de fórmulas e pela construção de um imaginário próprio.
“Sílfio” afirma-se, assim, como um álbum de estreia profundamente reflexivo, que cruza pensamento filosófico, crítica social e experiência pessoal, propondo uma leitura inquieta do presente e do lugar do indivíduo num mundo em colapso silencioso.

27.03.26
Às 21.30h
Céu de Estrelas: Encontro Pético, com Antero Afonso
Antero Afonso – nota biográfica
Corria o ano de 1953. Minha mãe foi à margem direita do rio Douro para me parir e depois, no ato de maior coragem de que fui capaz até hoje, atravessamos o rio de regresso a casa!
Aproveitei a comunhão solene e fiz um discurso memorável, o melhor até à data.
Licenciei-me em Ecomimia para poder dizer poesia com estatuto.
Logo que pude, tornei-me professor.
Entretive-me, por ordem alfabética, como ator, bancário, contabilista, cronista, economista, escritor (“Fugi da Escola”, “Comei-vos Uns aos Outros”, “Ninguém Está Contente”, “Uma história, dois caminhos”; “Teoria da paixão docente”; “Faz-te Poema: Anatomia do Instante”; “Crónicas de um País com Gente dentro” e ), gestor e jornalista.
Desobedeci a todos estes entretenimentos para me manter fiel à profissão de professor.Hoje, sou diretor da Associação Arco Maior, que desenvolve o Projeto Arco Maior, destinado a jovens em situação de abandono escolar.


20.03.26
Às 21.30h
Concerto com Lira Trio
Composto por Lauro Lira no violoncelo, Celo Costa na sanfona/voz e Felipe Muller na percussão, esse talentoso trio promete uma noite repleta de energia e muita música boa!
Com arranjos cuidadosamente elaborados, o Lira Trio traz uma nova roupagem para os grandes clássicos da música brasileira, mantendo a essência e a autenticidade das composições originais.
No repertório, o grupo transita entre diversos gêneros da música brasileira, desde Jacob do Bandolim a Dominguinhos, passando ainda por Jacson do Pandeiro e Sivuca.

7.03.26
Às 21.30h
Concerto Mulheres, com Miguel Braga
A inspiração são as Mulheres, na véspera do “Dia Internacional da Mulher”.
MIGUEL BRAGA, 60 anos com Música, com músicas do mundo, parcerias com Carlos do Carmo, Paulo de Carvalho, Rão Kyao, Simone de Oliveira, Pedro Abrunhosa, RuinVeloso (Portugal), Ivan Lins, Flora Purim, Airto Moreira, Márcio Montarroyos, Ricardo Silveira, Portinho (Brasil), Ernie Watts (USA),Filipe Mukenga (Angola), Tito Paris (Cabo Verde), Jorge Pardo, Carles Benavent (Espanha), Lara Li (Portugal/Moçambique), Fernando Girão (Portugal/Brasil), etc.
Apresentações em todo o tipo de eventos, festivais de Jazz, animação de clubes e
hotéis, eventos privados, etc.
Vasta discografia e concertos, disponíveis nas plataformas digitais.
Próximo’, o mais recente CD, ao dispor presentemente.

5.03.26
Às 21.30h
Língua – projecto performativo de poesia
A Língua está de regresso após dois anos em silêncio dentro da boca.
O projecto Língua surgiu em Maio de 2018 com o objectivo de se partilhar a poesia e a arte numa forma de carne viva, numa exploração de improviso total, dentro de uma viagem em que a palavra e a música se fundem com outras artes, através dos princípios da curiosidade e do prazer da descoberta. A Língua não é um projecto de recital de poesia no seu sentido convencional, mas sim um espaço performativo onde as possibilidades reais e irreais ganham formas e fórmulas dentro de um campo total de improviso, em que um evento nunca é igual ao evento anterior. As imagens e a viagem e o poema é construído dentro da cabeça de cada pessoa a partir da sonoridade-palavra e da sonoridade-musical e criação artística. Pela Língua já passaram artistas de diferentes nacionalidades desde Espanha, Brasil, Hungria, Siria, México, França, entre outras e convida para um novo evento a 5 de Março de 2026, pelas 21:30h no espaço Macaréu, Luís Beirão e Diana Rebelo na voz da poesia e Joel Nachio na guitarra. Porque afinal de contas, a Língua às vezes é grito, outras poema e outras silêncio.

28.03.26
Às 21.30h
Concerto: Aparição com Santamarta
Santamarta, interprete e autor da música “folk” portuguesa, apresenta o seu mais recente trabalho: “Aparição” – uma viagem reinterpretativa que vai desde o folclore duriense ao da ilha do Porto Santo sem nunca excluir os originais de autor. Ao som da voz e da guitarra portuguesa, quase sempre cadenciadas pelo bombo tradicional, o músico partilha um espetáculo que se vai desvendando e surpreendendo pela sua variedade musical.


21.02.26
Às 21.30h
Conversa/debate: O Divino Feminino: raízes antigas e horizontes futuros, com Daniel Faria
A palestra tem como finalidade revisitar a ancestralidade do Divino Feminino, evidenciando de que modo, em culturas muito antigas, a espiritualidade humana assentava na reverência à Grande Divindade.
Pretende-se explorar como este princípio sagrado simboliza a criação, o cuidado e a interdependência com a natureza, refletindo uma espiritualidade de matriz ecológica e cooperativa.
Recuperar este legado constitui uma proposta de reconexão com o sagrado, de cura, de equilíbrio e de abertura de consciência, dirigida a uma humanidade que procura um futuro mais fraterno, mais justo e profundamente interligado com a Vida e o Cosmos.
Daniel Faria nasceu em 17 de maio de 1975, em Vila Nova de Famalicão. Licenciado em Sociologia das Organizações pela Universidade do Minho e pós-graduado em Sociologia da Cultura e dos Estilos de Vida pela mesma Instituição. É diplomado pelo Curso Teológico-Pastoral da Universidade Católica Portuguesa. Em 1998 e 1999, trabalhou no Centro Regional da Segurança Social do Norte. Desde 2000, é Técnico Superior no Município de Vila Nova de Famalicão. Valoriza as ciências sociais e humanas e a espiritualidade como meios de aprofundar o (auto)conhecimento, em sintonia com a Natureza e o Todo Universal. Dedica-se a causas de voluntariado e de associativismo. É colaborador da imprensa regional e da revista Espaço Aberto. É autor do blogue pracadasideias.blogspot.com e da página Espiritualidade e Liberdade.

31.01.26
Às 21.30h
Cello Storm 2026 – Double Act Concert
Prepare-se para um concerto duplo inesquecível que desafia os limites dos instrumentos de corda! O Cello Storm 2026 Tour, liderado pelo violoncelista Christian Grosselfinger, junta-se a Joana Carvalhas (The Tiny Musician), para uma experiência sonora eletrizante de looping .
O violoncelista Christian Grosselfinger fascina o público com a sua fusão de clássico, rock, metal e eletrónica.
O destaque desta tour é um concerto inteiramente dedicado à arte do live looping (conceito CELLOOP), onde Grosselfinger cria, em tempo real, melodias, harmonias e ritmos hipnotizantes e em camadas, utilizando apenas o seu violoncelo e a tecnologia de looping.
Junte-se a Christian Grosselfinger e à banda de apoio 5 Seconds to Move (Sebastian Schneider – Bateria e Aileen Schneider – Teclados) para uma jornada eletrizante, que combina música original inovadora com clássicos reimaginados. Testemunhe a sua transição fluida entre violoncelo, guitarra e teclado, sentindo a energia enquanto revitaliza êxitos de AC/DC e Muse, ao lado de interpretações dinâmicas de joias clássicas como o Bolero de Ravel.
Não perca esta tempestade cativante de som!
Joana Carvalhas, também conhecida como The Tiny Musician, é uma violinista versátil formada pelo Royal Conservatoire of Scotland e Berklee Valencia Campus.
Com raízes na música clássica, expandiu o seu universo criativo para incluir improvisação e adaptação a múltiplos estilos, do jazz ao metal e folk. Atuou em palcos internacionais por todo o mundo e colaborou com artistas prestigiados como Lindsey Stirling e Mike Block.
Atualmente, dedica-se ao seu projeto a solo de música original para violino e loopstation, além de ser cofundadora do duo de techno Vegetale Fatale (Alemanha).
Sinopse: Indoor Thoughts
Neste projeto a solo, Joana Carvalhas usa loops, improvisações e o violino para apresentar música original de forma inovadora. Utilizando a sua loopstation, a artista explora novas texturas, sons e ritmos no violino, criando ricas e ambíguas paisagens sonoras. É uma performance ousada que transporta o público para novas realidades e proporciona uma agradável viagem sonora.
Christian Grosselfinger
Formado em Composição pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), patrocinador da REMIC Microphones na Dinamarca, Christian Grosselfinger, natural do Brasil, é considerado “um dos mais promissores violoncelistas brasileiros” pela FNAC de Lisboa. Após o Brasil, continuou seus estudos de violoncelo em diversos países, incluindo Portugal, Alemanha e Áustria. Durante esse período, Christian tocou em orquestras ao redor do mundo, como a OSBJ no Rio de Janeiro, a Volkshochschule em Karsruhe, a Pro-Arte Orchester e a Darstellende Kunst Orchester em Viena, e a Acadêmica da Metropolitana em Lisboa. Compositor de quatro CDs, do Concerto de violoncelo: uma orquestra de um homem só, criador do conceito CELLOOP e do concerto CELLO STORM, Christian também iniciou um projeto social chamado Gratefulpath em 2014, excursionando por 8 países europeus, promovendo concertos para arrecadar fundos para a erradicação da poliomielite.


23.01.26
Às 21.30h
Apresentação do livro Nina – uma história entre a Praia e o Porto, de Vanda Azuaga
Sinopse
Nina é uma jovem inteligente e curiosa que decidiu partir em busca de um futuro melhor junto do pai, que vive numa cidade grande e distante.
Esta é uma das histórias da vida da Nina, uma adolescente cabo-verdiana.
Vai ser contada por ela, pela mãe, pelo pai, pela tia e pela diretora de turma.
Cada uma destas personagens teve um papel importante na vida da Nina e cada uma explica as situações do seu ponto de vista. Não está certo nem errado — cada uma sabe as emoções que sentiu, aquilo que pensou, aquilo que experienciou.
No final, poderás avaliar melhor o que aqui se relata, entendendo as diferentes versões da mesma história.
Vencedor da primeira edição do Prémio Infantojuvenil Manuel Lopes, em 2024, atribuído pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda e pelo Instituto da Biblioteca Nacional de Cabo Verde
Chamo me Vanda, sou um bocado transmontana, outro tripeira e outro do mundo. Gosto de fazer muitas coisas, entre elas escrever, jardinar, conversar e conhecer pessoas. Há dois anos trabalhei em Cabo Verde e das experiências que vivi resultou a história da Nina. A história está relatada por cinco pessoas para que o leitor possa entender o ponto de vista de cada personagem. Num mundo em que cada vez mais, cada um sente que a sua verdade é absoluta, a minha intenção foi apelar à empatia.

17.01.26
Às 20.30h
CARVALHOSKI – Quase, quase, um monólogo, com Juan Carballo
O artista “portugalego” Juan Carballo iniciará no início de 2026 uma nova tour para celebrar o seu XX ANIVERSÁRIO com uma nova sessão. Pretende assim continuar o seu percurso por Portugal e pela Galiza, passando pelas principais vilas e cidades.
É quase como um monólogo, entre a performance e a declamação encenada, que nos conduz numa viagem dos seus últimos 20 anos recheados de anedotas e versos.
Link: Juancarballo.es

11.01.26
Às 17.00h
Cinema: Homenagem a Bahram Beyzaie, apresentada pela Mithra Iranian Association

8.01.26
Às 18.00h
BLOCO SONORO (Free Jazz Sexy) em Ensaio Aberto.
O Paulo vive agora em Maputo. Veio passar a quadra natalícia. Não sabe do saxofone nem encontra as palhetas. O João vai a banhos em Vila Chã – depois queixa-se que lhe doem as articulações e, principalmente, a alma. O Ulisses está pior da surdez, o que lhe dá uma certa calma e lhe confere uma profunda paz. O Zé é o único baterista no mundo que não tem bateria. A Clara não é música mas é sexy e vai tentar aturar tudo isto. É assim a amizade forte que os une. O Concerto é um Ensaio. O Ensaio promete. A promessa é a de matar saudades. Venham! Venham daí para um final de tarde de Free Jazz Sexy!
