A MACARÉU – Associação Cultural propõe diálogos abertos com diversos artistas, ao longo de um ciclo cujo tema é a Arte em geral —filosofia e expressão— compreendendo, também, naturalmente, as formas particulares de pensamento e de abordagem crítica de cada convidado.
Conversa
com Rodrigo Costa
16.11,
16.00h
A r t e s e A r
t i s t a s . c i c
l o d e
c o n v e r s a s
R o d r i g o C o s t a
. E s t i l o d e C
o n c e i t o
… Em presença de obra ou obras suas, como pano
de fundo, o Autor exporá a relação entre a ideia e a forma que dão corpo ao conceito
expresso num estilo ––implícitas as opções
temáticas.
Em diálogo aberto, o propósito é o de
evidenciar a importância da estrutura genética, da educação
e da cultura
do contexto onde o Autor nasceu e se desenvolveu, sem que, na ideia de se ser
preciso, seja possível quantificar quanto de genético, de educação e de
cultural determina a ideia e a forma ––o conceito––
e o gesto/estilo,
sabendo-se que as coincidências são a definição simples para a complexidade das consequências,
já que o regime da existência é de causalidade.
Por quê a realidade nos atrai; e por quê, dela
nos afastamos, sem, através das sínteses, a perdermos de vista.
E se é verdade que uma obra de arte pode ser
tida como elemento decorativo com repercussão económica, ela é, deve ser,
sobretudo, a expressão de alguém que, sentindo e entendendo, de modo
particular, tem a necessidade de comunicar; de abrir ao mundo o que, na
inter-relação e por percepção, dele colhe ––como forma, também, de se mostrar
como mundo, em si mesmo…
Rodrigo Costa
Setembro. 2019
Rodrigo Vieira da Costa
| 4 de Setembro de 1952, em V. N. de Gaia | Curso Geral de Artes Visuais,
da Escola de Artes Decorativas de Soares
dos Reis.
Durante 20 anos, desenvolveu a sua actividade
profissional como designer e ilustrador gráfico. Dedica-se, desde 1990 e em
exclusivo, à actividade artística, com obras, de que é autor, presentes em
colecções particulares, em Portugal, Espanha, França, Irlanda, Inglaterra e
Índia; e em instituições públicas e privadas, tais como a Câmara Municipal de Gaia,
casa-Museu
João Mário; Millennium bcp e Banco Português de Investimento.
Exposições
individuais:
1990 – Teatro Rivoli, Porto; 1991– Casa Tait, Porto | 1992– TLP, Porto | 1993– SNBA, Lisboa | 1994– Galeria Escada 4, Cascais
| 1995– Galeria DaVinci, Porto | 1997– Espaço de arte Eugénio Torres,
Porto | 1998– SNBA, Lisboa; Casa-museu
Teixeira Lopes, V N de Gaia | 2000–
Galeria
ART K, Paris | 2001– Galeria
da Casa do Pessoal da RTP, Lisboa | 2004– Euroarte, Lisboa | 2005–
Galeria
DITEC, Lisboa; 2007 – Irish
Art Fair, Dublin | Art London, Londres, integrado na Mauger Moder Art | AVIZ, galeria de arte, Porto; 2008–Mauger
Modern Art, Bath UK | 2010– Anglo-Portuguese Society, Londres | Paula Cabral, galeria de arte, Lisboa |
2012 – Galeria Artes – Solar de Stº
António, Porto | 2016 – Ordem dos Médicos, Porto | 2017 – Espaço Arte Livre, Lisboa | 2018
– Museu de Ovar, Ovar; Galeria Zeller, Espinho | 2019 – Livraria Barata, Lisboa.
Participou em inúmeras exposições de carácter
colectivo, de entre as quais, Jorgensen
Fine Art, Dublin; Royal Academy of
Arts, Summer Exhibition 2012,
Londres | ROI – Royal Intitute of Oil Painters, London, 2013.
Design:
2001 – Jarra,
em biscuit, produzida pela Vista Alegre, para celebração da
Cidade do Porto como Capital Europeia da Cultura, em 2001 |
2004 – Jarra, em cristal, com
dragão, produzida pela Atlantis | 2008 – Design do álbum Dowload Junk, da banda canadiana, Moneyshot,
sediada em Londres. A capa reproduz o seu quadro “Como Marcas Deixadas Por Um Deus
De Tão Longe…”.
Livros:
1990 – Apontamentos sobre o Porto /
desenhos a pastel, com textos de Anabel Paúl, Sérgio Mourão e do Escultor Silva
Nogueira —edição patrocinada pelo Banco
Pinto e Sotto Mayor | 1992 – Rodrigo
Costa, por opção / pintura, com textos de Arnaldo Silva, Prof. Daniel Serrão, Fernando
Jasmim, Manuel António Pina e do autor | 1996
– Trinta
Poemas / poesia, com prefácio de António Almeida Matos, e editado pela Estar editora | 2000 – Sem título / pintura, com textos de Arnaldo Silva, prof.
Mário Rocha, Martins Vouzela e do autor | 2003
– Arte:
que investimento?…, ensaio, 1ª edição, com prefácio de Tiago Krusse e
publicado por Terramágica editora | 2007 – Amor: tragédia e redenção / sátira poética, com intervenção e
prefácio de Arnaldo Silva, e publicado pela Papiro
editora | 2009 – Arte:
que investimento?…, ensaio, 2ª edição, reformulada, com prefácios de
Helena Branco e de Tiago Krusse | 2010–
The
Landscape as the place of Everything / A paisagem como lugar de tudo,
bilingue, com poemas de Eileen Mayer, poetisa Irlandesa, e prefácio de John
Kelly | 2014 – Eu, o Woody e o Piano, entre
Coincidências, sátira, com prefácio do jornalista António Simões | 2016 – INSPIRAÇÃO com suor . suor sem INSPIRAÇÃO, ensaio,
com prefácio do maestro António Vitorino d’Almeida, edição K innovative diffuser.
Macaréu – Associação Cultural convida um(a) escritor(a) para, em tertúlia, conversar não só sobre literatura, livros e autores mas, também, sobre questões intemporais que inquietam, ensombram e/ou fazem interrogar as sociedades contemporâneas.
29.06
Às21.00h
Sessão 1: com o escritorGabriel Magalhães
Luanda, 1965. Licenciado em Línguas e
Literaturas Modernas, variante de Estudos Portugueses e Espanhóis, pela
Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Doutorou-se na Universidade da
Salamanca, em Espanha, com uma tese intitulada Garrett e Rivas: O Romantismo em Espanha e Portugal (publicada
pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda em 2009). Foi professor na Universidade
de Salamanca e é docente da Universidade da Beira Interior, onde exerceu os
cargos de Diretor da Licenciatura em Estudos Portugueses e Espanhóis e da
Licenciatura em Ciências da Cultura. Tem publicado obras de investigação e
ensaios sobre temas ibéricos: Los
secretos de Portugal (RBA, 2012), Como
Sobreviver a Portugal Continuando a Ser Português (Planeta, 2014) e Los españoles (Elba, 2016). Promoveu
também projetos de investigação nesta área, nomeadamente o projeto “Relações
Linguísticas e Literárias entre Portugal e Espanha desde os Inícios do Século
XIX até à Atualidade” (RELIPES). Com o romance Não Tenhas Medo do Escuro (Difel, 2009), recebeu o Prémio de
Revelação da Associação Portuguesa de Escritores. Outras obras romanescas: Planície de Espelhos (Difel, 2010), Madrugada na Tua Alma (Alêtheia,
2011), Restaurante Canibal
(Alêtheia, 2014) e Os Crimes Inocentes (2018).
Ensaios de espiritualidade cristã: Espelho
Meu (Paulinas, 2013), O Mapa do
Tesouro (Paulinas, 2015) e Ser a
casa (2018), publicado em catalão, em Barcelona, pela Fundació Joan
Maragall, e depois editado em português com o título A Casa da Alegria
(Paulinas, 2019). Recebeu em 2018 o prémio Bisbe Joan Carrera, na categoria
de Diálogo Fé e Cultura. Livros seus foram traduzidos para catalão, espanhol
e italiano. Colabora no jornal La
Vanguardia, de Barcelona. Publicou crónicas também no Jornal do Fundão.
Na próxima 3ª feira, dia 17 de Março, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Esta sessão será dedicada à vida e obra de António Lobo Antunes.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Na próxima 3ª feira, dia 3 de Março, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Para esta sessão foi proposta a obra de Julian Barnes.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Na próxima 3ª feira, dia 17 de Fevereiro, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Para esta sessão continuamos com escritores de língua portuguesa nascidos na segunda metade do século XX.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Sinestesias (sessão 130)
Na próxima 3ª feira, dia 20 de Janeiro, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Para esta sessão continuamos com escritores de língua portuguesa nascidos na segunda metade do século XX.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Na próxima 3ª feira, dia 6 de Janeiro, às 21.00h, retomar-se-ão as sessões da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Para esta sessão escolhemos escritores de língua portuguesa nascidos na segunda metade do século XX.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Sinestesias (sessão 128)
Na próxima 3ª feira, dia 9 de Dezembro, às 21.00 h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuar-se-á com a obra de Byung Chul Han.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Sinestesias (sessão 127)
Na próxima 3ª feira, dia 25 de Novembro, às 21.00 h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão o tema versará sobre a obra de Byung Chul Han.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Na próxima 3ª feira, dia 11 de Novembro, às 21.00 h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão o tema versará sobre a obra de Agostinho da Silva.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Sinestesias (sessão 125)
Na próxima 3ª feira, dia 28 de Outubro, às 21.00 h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão o tema versará ainda sobre a obra de Teolinda Gersão.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Sinestesias (sessão 124)
Na próxima 3ª feira, dia 14 de Outubro, às 21.00 h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão o tema será a obra de Teolinda Gersão.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem!
Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Sinestesias (sessão 123)
Na próxima 3ª feira, dia 30 de Setembro, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros . Nesta sessão o tema será a obra de Lídia Jorge.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Apareçam e divulguem! Nota: Acesso livre. Contudo, se não é habitual participar nestas tertúlias, por favor, faça chegar informação da sua comparência, até ao dia anterior, através do e-mail: macareu.porto@gmail.com
Sinestesias (sessão 122)
Na próxima 3ª feira, dia 16 de Setembro, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros (a primeira após o interregno de Agosto). Na transição do verão para o outono, o tema versará obras de escritores que escreveram sobre as colheitas e as vindimas desta época do ano.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 29 de Julho, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros (a última antes do interregno no mês de Agosto). O tema desta sessão continuará a ser dedicado a Fiódor Dostoievski.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 15 de Julho, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão continuará a ser dedicado a Fiódor Dostoievski.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 1 de Julho, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão será dedicado a Fiódor Dostoievski.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 17 de Junho, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão será a obra de Javier Marías..
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 3 de Junho, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão o tema proposto foi literatura erótica.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 20 de Maio, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuaremos com o tema: Mulheres na escrita.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Dados os anunciados constrangimentos ao trânsito na cidade do Porto, a sessão de hoje (116) de Sinestesias não se realizará, ficando adiada para o dia 20 de Maio.
Sinestesias (sessão 116)
Na próxima 3ª feira, dia 6 de Maio, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuaremos com o tema: Mulheres na escrita.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 22 de Abril, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuaremos com o tema: Mulheres na escrita.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 8 de Abril, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuaremos com o tema: Mulheres na escrita.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 25 de Março, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuaremos com o tema: Mulheres na escrita.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 11 de Março, às 21.00h, realizar-se- á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão o tema será: Mulheres na escrita.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 25 de Fevereiro, às 21.00h, realizar-se- mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão o tema abordado será Eça de Queirós e a sua obra.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 11 de Fevereiro, às 21.00h, realizar-se- mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão o tema abordado será a vida e obra de Virgínia Woolf.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 28 de Janeiro, às 21.00h, realizar-se- a primeira sessão de 2025 da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuar-se-á com o tema da guerra na literatura.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Por motivos alheios, a sessão 108 de SINESTESIAS, que deveria ocorrer hoje às 21h, fica adiada para 28 de Janeiro, à mesma hora, e com o mesmo tema.
Pedimos desculpa por qualquer inconveniente,
Sinestesias (sessão 108)
Na próxima 3ª feira, dia 14 de Janeiro, às 21.00h, realizar-se- a primeira sessão de 2025 da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuar-se-á com o tema da guerra na literatura.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 17 de Dezembro, às 21.00h, realizar-se- a última sessão de 2024 da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuar-se-á com o tema da guerra na literatura.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 19 de Novembro, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão continuaremos com Vergílio Ferreira.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 5 de Novembro, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Para esta sessão o autor escolhido foi Vergílio Ferreira.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 22 de Outubro, às 21.00h, retomaremos as sessões quinzenais desta tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão prosseguiremos com o ciclo sobre Camões – vida e obra.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Avisam-se todos os frequentadores de Sinestesias que, este ano, o recomeço das sessões, após o interregno de férias, se fará apenas em Outubro, em data a anunciar oportunamente.
Apareçam e divulguem esta tertúlia sobre livros, quinzenalmente, na Macaréu – associação cultural!
AVISOSinestesias (103) Avisam-se todos os interessados de que a próxima sessão de Sinestesias não se realizará no próximo dia 30 de Julho mas apenas em Setembro, em data a anunciar previamente.Esperamos poder reencontrá-los brevemente.
Boas férias!
Sinestesias (sessão 102)
Na próxima 3ª feira, dia 16 de Julho, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão prosseguiremos com um ciclo sobre Camões – vida e obra.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia de Julho, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão iremos dar início a um ciclo sobre Camões – vida e obra.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 4 de Junho, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão iremos continuar com o ciclo sobre escritores malditos.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 7 de Maio, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Nesta sessão iremos iniciar um ciclo sobre escritores malditos.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 23 de Abril, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Esta sessão, e porque queremos celebrar Abril, será inteiramente dedicada ao livro Os Memoráveis de Lídia Jorge.
Na próxima 3ª feira, dia 9 de Abril, às 21.00h, realizar-se-á mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Esta sessão ainda será dedicada à literatura no feminino.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 26 de Março, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Esta sessão ainda será dedicada à literatura no feminino.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 12 de Março, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Esta sessão ainda será dedicada à literatura no feminino.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Na próxima 3ª feira, dia 27 de Fevereiro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. E como se aproxima o 8 de Março, esta sessão será dedicada à literatura no feminino.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Dado que a próxima sessão de Sinestesias (sessão 92) coincide com o Carnaval, ficará adiada para terça feira 27 de Fevereiro.Oportunamente daremos mais informação. Boas leituras!
Sinestesias (sessão 92) - especial
Na próxima 3ª feira, dia 30 de Janeiro, às 21.00h, teremos uma sessão especial desta tertúlia a propósito de livros, com a presença de Paulo Esperança da AJA Norte, o qual irá apresentar a obra de Mário Correia.
Na próxima 3ª feira, dia 16 de Janeiro, às 21.00h, reiniciamos, após um breve intervalo durante o período de Natal e Ano Novo, as sessões da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Para esta sessão, porque terminou mais um ano, propomos que tragam a obra e/ou o autor, que leram (ou releram) em 2023, e que mais apreciaram.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os respectivos autores.
Macaréu – associação cultural avisa que a rubrica quinzenal Sinestesias (tertúlia a propósito de livros) terá uma pausa no período de Natal e Ano Novo, retomando as sessões no dia 16 de Janeiro de 2024, às 21.00h.
A sessão 91 e o respectivo tema serão oportunamente anunciados.
Na próxima 3ª feira, dia 5 de Dezembro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. As sessões até ao final deste ano serão de tema livre.
Tragam livros que estejam a ler e partilhem as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 21 de Novembro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Esta sessão será de tema livre.
Tragam livros que estejam a ler e partilhem as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 7 de Novembro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Esta sessão será de tema livre.
Tragam livros que estejam a ler e partilhem as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
A próxima sessão das Sinestesias, terça-feira, 10 de Outubro, pelas 21h, convida Paulo Esperança para a apresentação do seu livro José Afonso: o triângulo mágico na sua vida e obra.
Haverá também música com Ana Ribeiro.
Contamos com a sua presença.
PAULO ESPERANÇA: 68 anos, do Porto, “muito mais vivo que morto”, sempre pronto para o que der e vier!
Activista político e social tem privilegiado a intervenção cultural.
Durante quinze anos foi membro da Direcção Nacional da Associação José Afonso, nove dos quais como seu Vice-Presidente.
Autor com textos dispersos por vários jornais e livros, dedica, actualmente, o seu tempo ao Núcleo do Norte da Associação José Afonso, nascido em Outubro de 2005.
ANA RIBEIRO: 41 anos, vinda das Caldas da Raínha. Para além da sua actividade profissional dedica-se à música tocando e cantando os homens e as mulheres que ajudaram este país a sair do tempo das trevas. José Afonso, José Mário Branco, Sérgio Godinho, Francisco Fanhais, Manuel Freie, Adriano Correia de Oliveira são, para ela, referências centrais.
É membro da Direcção Nacional da Associação José Afonso integrando, desde a sua fundação, o seu Núcleo do Norte.
Sinestesias (sessão 86)
Na próxima 3ª feira, dia 26 de Setembro, às 21.00h, haverá mais uma sessãoda tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
Esta sessão ainda será dedicada às leituras de Agosto.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 12 de Setembro, às 21.00h, haverá mais uma sessão, após um breve interregno em Agosto, da tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
Esta sessão será dedicada às leituras de Agosto.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 18 de Julho, às 21.00h, ocorrerá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
Continuaremos com o ciclo subordinado ao tema Os escritores e a voz interior das personagens.
As sessões serão interrompidas durante o mês de Agosto pelo que Sinestesias (85) só terá lugar a 12 de Setembro. Será oportunamente anunciada, como habitualmente.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
A próxima sessão das Sinestesias, terça-feira, 14 de Março, pelas 21h, convida Luísa Coelho para a apresentação da Antologia Portugal-Alemanha, Convergências e Divergências.
Com leituras por Cristina Canavarro, e recital de guitarras com obra de compositores alemães e portugueses, por Richard Ringes e José Augusto Leite, a Antologia Portugal – Alemanha Convergências e Divergências centra a sua atenção na análise e comentário das relações luso-alemãs ao longo dos séculos e na atualidade.
Partindo de uma grande diversidade de temas, os ensaios – elaborados por figuras significativas da área da política e da cultura de ambos os países – propõem reflexões teóricas e análises textuais, construções de significados e efabulações pragmáticas, numa viagem pelas memórias que constroem as nossas identidades.
Luísa Coelho é Leitora do Camões, Instituto da Cooperação e da Língua nas áreas da língua, literatura e cultura portuguesas nas Universidades Humboldt e Livre de Berlim.
O Bar/ Petiscaria abre às 20h para jantar (por reserva Telf.: 933135993)
O jantar de 10 Macaréus inclui sopa, prato, bebida e sobremesa.
Contamos com a sua presença.
Sinestesias (sessão 76)
Na próxima 3ª feira, dia 28 de Fevereiro, às 21.00h, ocorrerá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
Continuaremos com o ciclo subordinado ao tema Os escritores e a voz interior das personagens.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 20 de Dezembro, às 21.00 h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
Concluiremos o ano e um ciclo sobre o Portugal rural na escrita de autores portugueses nascidos no final do século XIX e na primeira metade do século XX.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 25 de Outubro, às 21.00 h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. Continuaremos com os livros de Valter Hugo Mãe.
Contudo, também podem trazer outros livros que estejam a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 7 de Junho, às 21.00 h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
O tema continua a ser livre. Portanto, tragam os livros que estão a ler e/ou sugestões de leituras e partilhem as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 24 de Maio, às 21.00 h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
Nesta e nas próximas sessões o tema será livre. Portanto, tragam os livros que estão a ler e/ou sugestões de leituras e partilhem as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 10 de Maio, às 21.00 h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
Nesta e nas próximas sessões o tema será livre. Portanto, tragam os livros que estão a ler e/ou sugestões de leituras e partilhem as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 26 de Abril, às 21.00 h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão continuará a centrar-se na obra de escritores portugueses nascidos na década de 70 (séc. XX).
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 3ª feira, dia 12 de Abril, às 21.00 h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão continuará a centrar-se na obra de escritores portugueses nascidos na década de 70 (séc. XX).
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Nota: A Macaréu assegura condições para o distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 58)
Na próxima 3ª feira, dia 29 de Março, às 21.00 h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão continuará a centrar-se na obra de escritores portugueses nascidos na década de 70 (séc. XX).
Nota: A Macaréu assegura condições para o distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 57)
Na próxima 3ª feira, dia 15 de Março, às 21.30 h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão centrar-se-á na obra de escritores portugueses nascidos na década de 70 (séc. XX).
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 56)
Na próxima 3ª feira, dia 1 de Março, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão continuará em torno da obra de António Lobo Antunes.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 55)
Na próxima 3ª feira, dia 15 de Fevereiro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão será sobre a obra de António Lobo Antunes.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 54)
Na próxima 3ª feira, dia 1 de Fevereiro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão continuará a ser sobre Almeida Garrett e a sua obra.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 53)
Após um curto interregno motivado pelas normas de contenção, na 3ª feira, dia 18 de Janeiro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão será Almeida Garrett e a sua obra.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
inestesias (sessão 52)
Na próxima 3ª feira, dia 21 de Dezembro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão será Camilo Pessanha e aClepsidra.
António Alberto Silva solicitou um período de cerca de 20 minutos, no início desta sessão, para informação e pedido de colaboração relativamente a um livro de sua autoria que está em fase de produção.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 51)
Na próxima 3ª feira, dia 7 de Dezembro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão continuará a centrar-se na obra de José Saramago, no ano em que se comemora o seu 100º aniversário.
Esta sessão será também especial porque Fátima Matos, presidente da Associação Ar Evento, apresentará o livro gigante Papagaios com Alma, construído durante cerca de 10 anos, e contendo 50 originais de escritores (entre eles Saramago), pintores e cidadãos comuns.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 50)
Na próxima 3ª feira, dia 23 de Novembro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão centra-se na obra de José Saramago, no ano em que se comemora o seu 100º aniversário.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 49)
Na próxima 3ª feira, dia 9 de Novembro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão centra-se na obra de Camilo Castelo Branco.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 48)
Na próxima 3ª feira, dia 26 de Outubro, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão continuará a propósito de A Selva de Ferreira de Castro.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 47)
Não tendo havido quórum no dia 7 de Setembro, a sessão 47 da tertúlia da Macaréu a propósito de livros foi adiada. Realizar-se-á na próxima 3ª feira, dia 12 de Outubro, às 21.00h. O tema desta sessão será A Selva de Ferreira de Castro.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 47)
Após interrupção durante o mês de Agosto, a próxima sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros será na próxima 3ª feira, dia 7 de Setembro, às 21.00h. O tema desta sessão é A Selva de Ferreira de Castro.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 45)
Excepcionalmente, a próxima sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros será na 2ª feira, dia 26 de Julho, às 21.00h. Continuaremos a conversar sobre as leituras durante o confinamento que, felizmente, foram muitas.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 44)
Na próxima 3ª feira, dia 29 de Junho, às 21.00h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão continuará a versar sobre as leituras durante o confinamento.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 43)
Na próxima 3ª feira, dia 15 de Junho, às 20.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão versará sobre as leituras durante o confinamento.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Aviso – reinício de SINESTESIAS
Estimados frequentadores das Sinestesias
É com o maior agrado que vimos informá-los de que pretendemos recomeçar as sessões de Sinestesias ao fim de tão longo interregno.
Mudamos o dia e o horário das sessões o qual passará a ser agora às terças feiras, com inícioàs 20.30h.
Ficam já convidados para a sessão 43 de Sinestesias, a realizar no dia 15 de Junho, no novo horário. O tema desta sessão será: As leituras durante o confinamento.
Na próxima semana relembraremos a data e hora da sessão.
Apareçam e tragam outros amigos também!
Até breve!
Na próxima 4ªf, dia 11 de Novembro, não se realizará a sessão nº 43 de Sinestesias.
AVISO RELATIVO A SINESTESIAS
Atendendo ao Estado de Emergência decretado no dia 6 de novembro de 2020 pelo Presidente da República, que entra em vigor às 00h00 do dia 9 de novembro, o qual interdita a circulação na via pública a partir das 23.00h nos dias de semana, as actividades culturais nocturnas na Macaréu não poderão realizar-se nos horários habituais. Tal é o caso de Sinestesias cujas sessões têm início às 21.30h.
Atendendo a este facto, vimos indagar junto dos habituais frequentadores de Sinestesias se pretendem continuar com as sessões quinzenais mas a começarem num outro horário (às 18.00 ou às 20.00h).
Caso não possam nos horários sugeridos, teremos novamente de interromper as sessões até que o estado de emergência seja levantado ou as condições sanitárias do país o permitam.
Na próxima 4ª feira, dia 28 de Outubro, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão versará sobre a Mulher.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 41)
Na próxima 4ª feira, dia 14 de Outubro, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão versará, mais uma vez, sobre a cidade do Porto na literatura.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Apareçam e divulguem!
Sinestesias (sessão 40)
Na próxima 4ª feira, dia 30 de Setembro, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão versará sobre a obra literária de Camilo Castelo Branco.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Sinestesias (sessão 39)
Na próxima 4ª feira, dia 16 de Setembro, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão versará sobre a cidade do Porto nas obras literárias.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Nota: A Macaréu assegura condições para distanciamento social e a higienização dos espaços.
Retomar Sinestesias
Após um longo interregno motivado pelas circunstâncias que todos vivemos, a Macaréu – associação cultural reabriu a porta no dia 23 de Junho, com as regras sociais e sanitárias que ora se impõem, pretendendo continuar com as suas actividades regulares.
É o caso de Sinestesias cuja última sessão antes do confinamento teve lugar no dia 4 de Março (sessão 38).
Pretendemos retomar as sessões quinzenais de tertúlias a propósito de livros a partir de 16 de Setembro e queremos contar com a vossa presença sem a qual Sinestesias não é possível.
Divulguem Sinestesias entre os vossos amigos e tragam-nos convosco à Macaréu.
Até Setembro!
Sinestesias (sessão 38)
Na próxima 4ª feira, dia 4 de Março, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão versará sobre obras literárias que inspiraram o cinema.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª feira, dia 19 de Fevereiro, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão será o Teatro.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª feira, dia 5 de Fevereiro, às 21.30h, após cancelamento de última hora da sessão do dia 22 de Janeiro, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão mantém-se e será a obra de Agustina Bessa Luís.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª feira, dia 8 de Janeiro, às 21.30h, após uma breve pausa de Natal, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão será O autor e a obra – escritores polémicos.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª feira, dia 11 de Dezembro, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão será a Imortalidade.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª feira, dia 27 de Novembro, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu
a propósito de livros. O tema desta sessão será a Felicidade.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as
vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª
feira, dia 13 de Novembro, às
21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de
livros. O tema desta sessão será a Espiritualidade.
Contudo,
também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões
sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª feira, dia 30 de Outubro, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu
a propósito de livros. O tema desta sessão prosseguirá com poetas provocadores.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as
vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª feira, dia 16 de Outubro, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu
a propósito de livros. O tema desta sessão será em torno de poetas provocadores.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as
vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª
feira, dia 2 de Outubro, às
21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de
livros. O tema desta sessão será, mais uma vez, a viagem.
Contudo,
também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões
sobre os autores que mais apreciam.
Na próxima 4ª feira, dia 18 de Setembro, às 21.30h, haverá mais
uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão é misoginia na literatura contemporânea.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as
vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Apareçam e divulguem!
Sinestesias (sessão 27)
Após um curto interregno para férias, retomamos as nossas sessões quinzenais de Sinestesias.
Assim, na próxima 4ª feira, dia 4 de Setembro, às 21.30h,
haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta
sessão é sobre literatura de Viagens.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as
vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Apareçam e divulguem!
Sinestesias (sessão 26)
Na próxima 4ª feira, dia 24 de Julho, às 21.30h, haverá mais
uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema desta sessão
é sobre a relação Arte e Poder.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as
vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Apareçam e divulguem!
Sinestesias (sessão 25)
Na próxima 4ª feira, dia 10 de Julho, às 21.30h, haverá mais
uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros. O tema proposto para esta
sessão foi Natália Correia – a mulher e a escritora.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as
vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Apareçam e divulguem!
Sinestesias (sessão 24)
Na próxima 4ª feira, dia 26 de Junho, às
21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
O tema desta sessão abordará a escrita de Mário de Carvalho.
Contudo, também podem trazer os livros que
estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Apareçam e divulguem!
Sinestesias (sessão 23)
Na próxima 4ª feira, dia 12 de
Junho, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito
de livros. Dado o acontecimento entretanto ocorrido, sugere-se para esta sessão
uma (re)visitação à obra de Agustina
Bessa Luís.
Contudo, também podem trazer os
livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais
apreciam.
Apareçam e divulguem!
Sinestesias (sessão 22)
Na próxima 4a feira, dia 29 de Maio, às
21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de
livros, desta vez sobre Revoluções.
Contudo, também podem trazer os livros que
estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Apareçam e divulguem!
Sinestesias (sessão
21)
Na próxima 4ª feira, dia 15 de Maio, às
21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros, desta vez a partir d’ Os naufrágios de Camões (de Mário
Cláudio).
Contudo, também
podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as vossas opiniões sobre os
autores que mais apreciam.
Apareçam e divulguem!
Sinestesias (sessão 20)
1.05 às 21.30h
Na próxima
4ªfeira, dia 1 de Maio, às 21.30h, haverá mais uma sessão da tertúlia da Macaréu a propósito de livros.
E, como esta
sessão coincide com a comemoração do Dia
do Trabalhador, sugerimos que a tertúlia se desenrole a partir de textos de
autores que, nas suas obras, se preocuparam com as condições do homem e da
mulher enquanto trabalhadores tantas vezes despoticamente explorados pelas
sociedades.
Contudo, também podem trazer os livros que estão a ler e partilhar as
vossas opiniões sobre os autores que mais apreciam.
Apareçam e divulguem!
Palavras
escritas, multiplicando-se ditas em várias vozes, sussurrando, ciciando,
acariciando, gritando, mexendo, ferindo, matando, apaziguando os sentidos,
vibrando, alertando, enovelando sensações, fundindo-se num abraço aconchegante.
Sinestesias, uma pequena tertúlia informal entre amigos,
em torno de livros, foi lançada no início de 2018, na sede da actual Macaréu –
Associação Cultural, tendo continuado quinzenalmente, às quartas-feiras à
noite.
Sinestesias é essencialmente um encontro de pessoas que
gostam de ler e de partilhar as suas leituras com os outros. A partir de excertos lidos ou de textos sugeridos, a conversa flui
naturalmente em torno do tema, expandindo-se, muitas vezes, em múltiplas
direcções.
Gostaríamos de envolver mais pessoas que têm
como denominador comum o gosto pelos livros e, assim, refrescar as nossas
tertúlias com novos elementos, de diferentes idades e formações.
A próxima sessão (19ª), após um curto
interregno, será na próxima 4ªf, dia 17 de Abril, às 21.30h. Sinestesias
necessita da presença de todos(as) para existir!
Tragam
os livros que estão a ler e partilhem as vossas opiniões sobre os autores que
mais apreciam.
Caminhando: exposição de Pintura de Amélia Resende
A exposição estará patente até1 de Abril, podendo ser visitada às segundas a partir das 20.00h, às quartas feiras a partir das 19.00h, e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Maria Amélia de Lemos Resende licenciou-se em Artes Plásticas – Pintura, na
Escola Superior de Belas Artes do Porto, actual Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, no ano de 1980.
Dedicou-se à prática lectiva da disciplina de Educação Visual no ensino público até à aposentação.
Entre 1987 e 1992 exerceu funções, em regime de destacamento, no Sector Gráfico da extinta Telescola, em Vila Nova de Gaia.
Entre 2007 e 2015, foi responsável pela concepção e realização da cenografia utilizada nos espectáculos do Grupo Intichaski, Dança e Música Andinas.
Colaborou, artisticamente, com o Centro Recreativo de Mafamude (colectividade centenária e de prestígio em Gaia). Destacam-se as pinturas nos arcos para as Marchas de S. João, tendo obtido o segundo e primeiro prémios, respectivamente, em 2005 e 2007. Também realizou personagens para ilustrar a Hora do Conto, entre outras.
Leccionou a disciplina de Pintura na Universidade Sénior de Canelas durante quatro anos até surgir a situação pandémica. Desde que começou a actividade de Pintura no Sindicato de Bancários do Norte, no Porto, há vinte e seis anos, também aí tem a seu cargo a Pintura. A mesma actividade lecciona no Centro Social de S. Pedro de Vilar do Paraíso, em Gaia.
É associada da Cooperativa Artistas de Gaia, onde tem participado em várias exposições colectivas. Participou colectivamente em Gaia, Porto e Albergaria-a-Velha (de onde é natural).
Quanto a exposições individuais, esta que está agora patente na Macaréu, é a sua terceira individual.
7.02.26
Às 16.00h
ZOOM: exposição de Pintura e Escultura de Bárbara Sendin
A exposição estará patente até25 de Fevereiro, podendo ser visitada às segundas e quartas feiras a partir das 19.00h, e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Nesta exibição, ZOOM, a artista Bárbara Sendin, apresenta uma visão sobre o seu trabalho
“Simbolos Simultâneos” que começou em 2000. A partir dos estudos, desenhos e colagens em cartolina, transportados para pintura em 2005, actualizados até hoje.
Entre outros trabalhos, também é possível ver: desenhos ,aguarelas, esculturas em gesso, e a instalação: “Rato com Queijo”- elaborado com material Têxtil.
Bárbara Sendin
Estudou na Escola Soares dos Reis, concluiu o curso de Escultura- Artes Plásticas, na Faculdade de Belas Artes do Porto em 2005.
Fez várias exposições de Pintura, Escultura e Instalação.
Em 2015 escreveu “Alice na ilha Mágica”, em 2016 “Alice no Espaço”, ambos livros BD.
Em 2018 produziu a curta-metragem de Animação “Alice na Ilha Mágica”.
10.01.26
Às 16.00h
Exposição de Pintura de Fernanda Teixeira
A exposição estará patente até 28 de Janeiro, podendo ser visitada às segundas e quartas feiras a partir das 19.00h, e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
O conjunto de obras de Fernanda Teixeira reúne pinturas acrílicas realizadas por meio da técnica da arte derramada e uma pintura em óleo de uma paisagem. Nas obras acrílicas, a artista explora o fluxo da tinta, o gesto e o acaso como elementos centrais do processo pictórico, enquanto a pintura a óleo apresenta a paisagem como espaço de contemplação e síntese. Esta exposição marca a realização de um sonho aguardado ao longo de grande parte da vida da artista, revelando uma trajetória de sensibilidade, persistência e dedicação à pintura, agora compartilhada com o público.
Fernanda Teixeira é artista visual dedicada à pintura em tela, trabalhando com tinta a óleo e acrílica, com destaque para a técnica de arte derramada (pouring). Suas obras exploram a fluidez, o movimento e a interação espontânea das cores, resultando em composições expressivas e únicas.
6.12.25
Às 16.00h
Exposição de fotografia Un regard sur la Nature, de Jean Favennec
A exposição estará patente até 31 de Dezembro de 2025, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 20.00h, às quartas feiras a partir das 19.00h, e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
La nature est partout. C’est le vivant bien sûr, la vie végétale et animale, mais ce sont aussi les flux d’énergie et de matière, sources mystérieuses du souffle de vie qui anime le monde, du plus petit au plus grand de ses composants, tous liés entre eux… En mobilisant tous nos sens, toute notre sensibilité, nous percevons d’abord ce monde dans sa globalité… Puis, resserrant la focale, nous en observons les parties, avec le risque de perdre conscience de leur étroite interdépendance… C’est le risque que nous prenons en montrant dans cette exposition quelques aspects du vaste monde… Notre but est de partager un moment d’émotion devant le beau, et une invitation à observer, et respecter, notre milieu de vie… L’auteur de ces photos souhaite que, comme lui, vous trouverez des moments d’apaisement dans l’admiration de cette complexe mosaïque naturelle. (Jean Favennec)
O autor das fotografias, Jean Favennec, é um engenheiro florestal aposentado. Ex-funcionário do Office National des Forêts (ONF) da França, foi responsável pela gestão de florestas públicas pertencentes ao estado e aos municípios. Em diversos contextos geográficos (florestas de folhosas no leste da França e florestas de coníferas no sudoeste), a sua acção consistiu em conciliar as funções económicas e ecológicas dessas áreas florestais.
De 1992 a 2011, encarregado do apoio a acções costeiras, participou no desenvolvimento de uma abordagem de gestão flexível (gestion souple) para dunas e florestas costeiras, permitindo o máximo de espaço possível para que os processos naturais se desenvolvessem.
Nessas diferentes funções, ele desenvolveu um gosto pela observação e leitura das paisagens.
1.11.25
Às 16.00h
Exposição Filhos de um deus menor de Jorge Braga
A exposição estará patente até 30 de Novembro de 2025, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 20.00h, às quartas feiras a partir das 19.00h, e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
A exposição multidisciplinar “Filhos de um Deus menor” é uma reflexão sobre a vida com 11 temas que teve uma 1a versão em 2010 e ao longo dos anos vou fazendo trabalhos novos para a enriquecer – que serão todos expostos na Macaréu – associação cultural
Na outra sala exponho fotografias de viagens dos últimos anos ” Deus vive Noutro lugar” que terão em breve a edição dum livro.
Jorge Braga
Jorge Braga : Mestrado em Arquitetura e 4º ano das Belas Artes, presidente da Associação Ar Evento
Abertura da exposição de pintura, escultura e desenho de Amélia Alexandrino e Helder Cabral
A exposição estará patente até 29 de Outubro de 2025, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 20.00h e às quartas feiras a partir das 19.00h, e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Sinopse
O desenho, princípio de tudo, estará sempre presente nas esculturas e pinturas de Amélia Alexandrino e de Hélder Cabral.
6.09.25
Às 16.00h
Exposição colectiva de pintura e desenho: Arte à Parte
A exposição estará patente até 1 de Outubro de 2025, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 20.00h, e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Sinopse
Exposição de pintura e desenho de pequenos e médios formatos da autoria de oito pintores residentes no Porto com várias sugestões e propostas artísticas que nos levam aos seus mundos e às suas particulares linguagens. Uma sugestão para o mês de Setembro! Visitem.
5.07.25
Às 17.00h
Abertura da exposição Perspectógrafo, de Jorge Taxa
A exposição estará patente até 30 de Julho de 2025, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 20.00h, às quartas feiras a partir 18.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Sinopse
“Esta obra consiste principalmente numa Deriva de Desterritorialização. Deriva do legado académico do Desenho de Arquitectura para a Arte Gráfica, é verdade. Mas o inescamoteável é toda a dimensão literária e filosófica, o que vem a inscrevê-la no âmbito do que pretende Martin Heidegger, com a sua ‘A Essência da Obra de Arte'”.
Notabiográfica “Um percurso discreto mas tenaz, o de Jorge Taxa. Com semi-formação académica na Faculdade de Arquitectura, cedo se retirou para ampliar pessoalmente essa área visual até às dimensões da Filosofia e Literatura: a vida dos livros e das escritas. Destino um tanto duro, uma vez que um tal empreendimento exigiu sempre trabalho a redobrar. Parece notório, este tour de force, dado que é bastante evidente.nas ambições patentes na própria obra”.
7.06.25
Às 16.00h
Abertura da exposição de fotografia Delayed Departure, de David Marques
A exposição estará patente até 30 de Junho de 2025, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 20.00h, às quartas feiras a partir 18.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Nesta série de fotografias abstratas, intitulada DELAYED ⸻ DEPARTURE, mergulhei destemidamente no coração da fotografia experimental. Este projeto procura consolidar uma metodologia de representação que transcende a mera captura de imagens, explorando as complexas inconsistências da câmara em movimento e ao longo do tempo e do espaço. A metodologia explorada desdobra-se em quatro vetores distintos, cada um contribuindo para a singularidade desta viagem visual. DELAYED ⸻ DEPARTURE representa uma incursão destemida na experimentação visual, uma tentativa de transcender convenções e desafiar os limites entre a tecnologia e a expressão artística.
3.04.25
Às 16.30h
Abertura da exposição de fotografia Angola registos de 730 dias, de José Carlos Teixeira
A exposição estará patente até 28 de Maio de 2025, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 19.30h, às quartas feiras a partir 18.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Angola registos de 730 dias Durante um período de cerca de 2 anos, enquanto prestava serviço militar obrigatório em Angola no final da década de 60 e início da de 70, tive a oportunidade de registrar as minhas vivências e observações diárias através de duas câmaras diferentes: uma 6×6 e outra de 35mm. Essas memórias foram predominantemente capturadas em preto e branco mas também com diapositivos de 35mm a cores, um formato popular na época. Assim como as pessoas que costumavam manter diários escritos para documentar as suas experiências, ou os artistas plásticos registavam os seus esquiços ou esboços eu utilizei a fotografia como forma de expressão e registo visual. Retratos, autoretratos, paisagens, objetos pessoais e momentos significativos foram parte integrante do meu diário visual. Nesta exposição, selecionei alguns trabalhos em preto e branco para proporcionar uma coesão visual e representar algumas páginas desse diário. Cada imagem capta uma parte da minha jornada fascinante e intensa durante esse período em Angola, oferecendo um vislumbre da vida nos lugares, paisagens, interações com colegas militares e com a população local e os laços criados com todas essas pessoas que encontrei ao longo do caminho.
José Carlos Teixeira
5.04.25
Às 17.00h
Abertura da exposição Dare to enter an assymetrical world, de Ana Lema
A exposição estará patente até 30 de Abril de 2025, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 19.30h, às quartas feiras a partir 18.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Sinopse:
A minha exposição explora a relação entre as doenças mentais e a moda, brincando com a forma como a nova geração parece encarar essas questões. Como se, a cada dia, escolhesse uma nova condição mental para “vestir”, tal como se fosse uma peça de roupa da última tendência.
Ana Lema
1.03.25
Às 17.00h
Abertura da exposição Anjos em Terra de Ângelo Vaz
A exposição estará patente até 29 de Março de 2025, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 19.30h, às quartas feiras a partir 18.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Ângelo Vaz, natural de Vizela, exerce a atividade de pintor, restaurador e de analista de obras de arte. Fez seus estudos em Macieira de Cambra, Vale de Cambra e no Porto onde se formou em Artes, passando pelo teatro amador.
Colaborador de diversas associações artísticas e declamador performativo poético.
Participou em dezenas de exposições coletivas e individuais em Portugal e estrangeiro, nomeadamente em Espanha, Brasil, Estados Unidos, Inglaterra e Lituânia.
Participou em dezenas de saraus de poesia como organizador e declamador.
Participou em diversas palestras como orador sobre arte.
Colaborou como criativo e orientador gráfico de diversas revistas industriais.
Publicado em diversas publicações de pintura e poesia.
Representado em coleções particulares e oficiais.
1.02.25
Das 18h às 20h
Abertura da exposição de Ricardo Cardoso
A exposição estará patente até 26 de Fevereiro de 2025, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.30h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
“Grito para me fazer ouvir”
Grito por entre telas e tintas, grito para me fazer ouvir.
Grito, grito, grito.
Por vezes ninguém está a ouvir grito por entre pincéis e ideias.
Grito, grito, grito.
Um dia ade amanhecer e para esse mundo hei-de viver,
Grito, grito para me fazer ouvir.
Ouvir, ouvir, ouvir.
Exposição autobiográfica de Ricardo Cardoso a partir da sua imagem, onde levanta questões sobre a individualização do ser e da sua existência enquanto ser humano e enquanto artista.
Esta exposição é composta por um livro de artista “Procura de uma liberdade”, pelos painéis “Morro no altar de mim” e “Grito para me fazer ouvir”
Todos estes desenhos têm em comum uma ambiência escura e expressiva onde o ser que nele é representado pretende deixar a sua marca e eternizar a sua memória.
“Procura de uma Liberdade”é um livro de artistaapresentado como livro e em formato de vídeo arte, composto por dezanove desenhos divididos em quatro andamentos, e com alguns momentos de performances artísticas onde Ricardo Cardoso cumpre com uma das suas vontades, entrar e fazer parte da sua arte.
Durante os quatro andamentos procura expressar os seus sentimentos e emoções, acabando com um grito de revolta onde encontra a individualização do Ser.
Este vídeo conta com a participação especial de Ricardo Dias dos Santos com 4 Andamentos musicais do seu projeto a solo 4 – EP “Colateral” (inspirado em 4 emoções humanas e que conta com as participações especiais das convidadas Jessica Lobo e Estelle Meyer Música)
Performance artística “prime vera” participação especial de Luís Antero com a ambiência sonora de Guitarra elétrica.
Fernando Pessoa “De que te serve o teu mundo interior que desconheces? Talvez, matando-te, o conheças finalmente…Talvez acabando, comeces…”
Afinal qual o peso do nosso corpo naquilo que somos?
“Morro no altar de mim” O destruir de mim ou despersonalização dá-se ao longo de 15 desenhos distribuídos por três painéis, onde elementos físicos que caracterizam o autor vão sendo eliminados, o corpo é a fachada do Ser onde o mais relevante da nossa existência são as experiências vividas. Não vamos ser como aquele “… que fechou todas as portas dentro de si e ficou de fora.” Fernando Ribeiro. Estes painéis procuram questionar o que somos e a introspeção que fazemos de nós próprios.
Para regressar a este ambiente de “Grito para me fazer ouvir” Ricardo Cardoso conta com a participação especial Ricardo Dias dos Santos (musico) e José Louro (poeta /escritor).
Ricardo Cardoso
Nasceu em Seia no ano de 1982.
Licenciado em Artes/ Desenho na Escola Superior Artística do Porto – Guimarães. Curso de Conservação e Restauro de Madeiras – Arte Sacra, do Cearte em Coimbra. Trabalha em conservação e restauro na empresa Paletapadrão da qual é sócio gerente. Foi Presidente da Associação de Artes e Imagem de Seia e Sócio da Cooperativa Cultural Artistas de Gaia. Expõe com regularidade desde 1999, individual e coletivamente em território nacional e internacional. Faz parte de algumas coleções particulares e públicas.
Realizou uma série de performances integradas no seu projeto ”Fúrias Interiores”, sobre a condição do jovem artista. Realizou as performances, “Experiências do presente que peneiram o Futuro”, no Festival Artis XII e “Alimentador de nano sinapses mentais”, no Artis XVI, que acontece em Seia.
Em 2019 esteve em formato online na XXI Bienal Internacional de Arte de Cerveira com a performance “Por entre lágrimas há rostos que brilham I”. A continuidade deste projecto teve lugar em Oliveira do Hospital no Festival Montanhas d’Arte em 2021 “Por entre lágrimas há rostos que brilham II”.
Menção honrosa no 7º Concurso de Arte Jovem em São Romão, Seia (2002) e no Agiarte, Oliveira Hospital (2010). Homenageado pelos artistas de Seia no âmbito da Artis IX (2010).
4.01.25
Às 16.00 h
Abertura da exposição de Pintura e Cerâmica de Orlando Sequeira
A exposição estará patente até 29 de Janeiro de 2025, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.30h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Orlando Sequeira, licenciado em Arquitectura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto em 1979, realizou em décadas passadas exposições individuais na Cadeira de Van Gogh– Associação Cultural, e na Galeria Quadras Soltas, ambas no Porto. Participou também em várias esposições colectivas.
Além de alguma actividade no âmbito da arquitectura, foi principalmente professor do Ensino Secundário, tendo leccionado várias disciplinas relacionadas com as Artes Visuais.
É agora a vez da Associação Macaréu mostrar algumas das suas pinturas realizadas ao longo dos tempos, bem como peças em cerâmica.
A exposição inicia-se a 4 de Janeiro de 2025 pelas 16 horas
7.12.24
Às 17.00 h
Abertura da exposição Registos fotográficos de José Fernando Magalhães
A exposição estará patente até1 de Janeiro de 2025, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.30h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
“MOSTRA DE DIVERSAS FASES DO PENSAMENTO, E DA VONTADE FOTOGRÁFICA.” JFM
José Fernando Magalhães nasceu na Foz do Douro, Porto, em Julho de 1952. Escreve e fotografa desde a adolescência.
Escreveu como cronista no Jornal O Primeiro de Janeiro, entre 2007 e 2011.
É autor de dois livros de poesia – “Uma, Duas Vezes e Três”, edição própria, Outubro 2012, e, “A Secreta Vida Das Palavras À Chuva”, Seda Publicações, Dezembro de 2023..
É autor de dois livros de fotografia, “Água e Palavras”, Fevereiro 2010, (a acompanhar uma exposição de fotografias com o mesmo nome) e, “Via Somnium”, Outubro 2013, e co-autor dos livros de fotografia “Infinito” 2012, “Árvores” 2012, “Retalhos do Planalto” 2012.
É autor de um livro de Contos “Como Se Fora Um Conto”, Seda Editores, Junho de 2017.
É co-autor do livro “Campanhã e os 140 Anos da Estação de Caminho-de-Ferro”, 2016, O Progresso da Foz.
É autor de “Cadernos Temáticos”, “Luiz de Camões – Vasco da Gama / 500 ANOS”, nº 1, Setembro de 2024, “A Senhora de Pangim”, nº 2, Outubro 2024, O Progresso da Foz.
Colaborou em vários livros com a publicação de fotografias, tais como em vários livros de “Helder Pacheco” (fotografias do Porto) incluindo a fotografia da capa do livro “Falando do Porto – 2024 em conjunto com muitas outras no miolo do livro, “Ramalho Ortigão – Foz! Saudosa Foz!” – 2015 – O Progresso da Foz – e – “Eu Não Morrerei Todo … Alberto Pimentel – 2016 – Misericórdia do Porto”.
Colaborou como co-autor nos Cadernos de Literaturismo 1 “Por Variadas Terras Não Andadas” com um artigo sobre Sanfins de Ferreira e a sua Citânia, 2020, O Progresso da Foz.
Colabora como autor de Artigos de Opinião no Jornal das Comunidades (Luso.pt).
É autor de podcasts intitulados “Conversas em Surdina”, e colaborou com crónicas sobre o Porto na revista “O Tripeiro”.
É autor de uma Secção de Crónicas, semanal, sobre a cidade do Porto, publicada no blogue “A Viagem dos Argonautas” chamada “Carta do Porto”, que já conta com mais de 650 edições e com outra sobre obras de Música Clássica, “Na Companhia dos Clássicos” que conta com 1000 edições.
Fez oito exposições de fotografia colectivas (Porto (3), Maia, Mogadouro, Vila Nova de Gaia) – entre 2010 e 2015, duas (Rates, Porto) – 2023, três (Paredes, Vila Verde, Porto) – 2024, e cinco individuais (Porto, Coimbra, Maia, Porto e Matosinhos – 2010, 2011 (2), 2012, 2013).
23.11.24
Às 18.00h
Finissage da exposição de Tiago Varela + Concerto Composições antitéticas em três partes sem direção
Francisco Cordeiro – sax tenor
Guilherme Carmelo – guitarra elétrica
Arménio Mota — electrónicas
Manuel Guimarães – piano
Tiago Varela – melódicas
O Concerto está organizado em três breves diálogos distintos promovidos pelos músicos em formação de dueto e de trio.
As ligações de Tiago Varela à cidade do Porto têm acontecido, até à presente exposição de desenhos, por via da música com a participação esporádica em diversos projectos nas áreas próximas do free e da composição em tempo real, nomeadamente com o Guilherme Carmelo, o Manuel Guimarães ou Paulo Alexandre Jorge e com performances de boa memória na Galeria Laissez Faire, no café Duas de Letra, na Associação Macaréu ou no Armazém 22 em Gaia)
Refere-se assim a naturalidade com que a música aparece no fecho desta exposição
fruto de colaborações artísticas várias e também de amizades sedimentadas
12.10.24
Às 16.00 h
Abertura da exposição Les aventures de la dialétique, de Tiago Varela
A exposição estará patente até 11 de Novembro de 2024, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.30h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
LES AVENTURES DE LA DIALECTIQUE
caprichos e desenhos Lo-Fi de Tiago Varela
Com ou sem computador, com linhas à mão, de alta fidelidade, rápidas e automáticas, morosas e ponderadas, ou com artefactos digitais vintage na redução dos meios de definição informática a provocarem erros e absurdos de representação (simulação) gráfica digital,
os desenhos da presente exposição na associação Macaréu têm em comum (para além do seu autor) os espaços onde se processaram (Atelier Salitre e Atelier Campolide) e o facto de serem contemporâneos, paralelos e relativamente recentes (entre 2021 e 2024). São, em ambos os casos, experiências convictas e aventurosas plenas de antíteses provocatórias nos seus meandros, por caminhos que se estabelecem por vezes em contra-mão, processos caprichosos que gostam do risco e do erro… porque buscam surpresa e confiam no inesperado que lhes rega a síntese suprema pela qual anseiam.
À chegada todo o percurso é apagado do mapa, as convicções, as incertezas, os trabalhos árduos e os golpes audazes, os truques, os tropeços e as reacções desaparecem em jeito de pura amnésia e cada aventura, ao cumprir-se, extingue-se a si própria.
Tiago Varela
calçada dos Mestres, 29 de Setembro de 2024
nota biográfica do autor
Tiago Varela vive e trabalha em Lisboa desde 1987.
Músico, arquitecto, artista pluridisciplinar, tem atelier na calçada dos Mestres e estúdio de música na costa do Castelo.
Participa regularmente em formações de músicas exploratórias.
A melomania é uma herança, a arquitectura um ofício, e o desenho livre uma necessidade, registo vital, reportagem e edificação do não visível.
7.09.24
Às 16.00 h
Abertura da exposição Reticências de Bárbara Sendin
A exposição estará patente até 25 de Setembro de 2024, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.30h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Bárbara Sendin Santos
Nasceu no Porto em 1976.
Habilitações Académicas
Curso de introdução às Artes Plásticas Design e Arquitetura – Escola Secundária Soares dos Reis
Licenciatura – Artes Plásticas / Escultura – Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Exibições e Produção
2024– “couves” -curta animação – música de João Lóio
2022- “com Tinta”-exposição pintura – “duas de letra”
2021– “newspaper”-animação (cut-out)
2019 – “emoji” -exposição de pintura – café “Belas Artes”
“Circo Magic`s” -teatro de fantoches (com materiais reciclados)- oficina para crianças- no núcleo rural do Parque da Cidade .
2018 – “Alice na ilha Mágica”- filme (animação)
2017 – “in ” forma” – exposição de pintura – “duas de letra”- Porto
“Alice no Espaço “– livro (B.D)
2015 – “Alice na ilha Mágica” – livro (B.D.)
2013 – “jogos”-pintura-“duas de Letra “
“Atmosferas” exposição de pintura no espaço Tenente Valadim- Fundação PT
2009 – “da ideia à transformação…” instalação -” Cadeira de Van Gogh”- Porto
2008 – “Público”-produção de vídeo/cinema experimental
2007- ” festam” festival internacional interdisciplinar em Toulouse – França
Workshop “exploração em flash”- Avanca
2006 – “Construção e Efeitos” exposição de pintura – “Quasiloja” Porto
– Workshop de animação – “Variations” com Georges Schwizgebel, organizado
pela Casa da Animação.
2001 -“Filmar” iniciação à prática do cinema – colaboração – “Os filhos de Lumiére”
29.06.24
Às 16.00 h
Abertura da exposição de pintura de Fernanda Oliveira
A exposição estará patente até 31 de Julho de 2024, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Fernanda Oliveira, natural de Grijó, Vila Nova de Gaia, foi nomeada para o quadro de Regentes Agregados do Ensino Primário Elementar pela Direção Geral em 1958, cargo que ocupou até 1961. Nos anos 70, frequentou um curso de técnicas de pintura em tecido, gravura em estanho e madeira. No que respeita à pintura a óleo em tela é autodidacta, procurando inspiração na natureza, e em viagens que realizou ao Egipto, China e México, entre outras. Expôs na Biblioteca Pública de Perosinho, nos anos 80, e participou, na mesma Biblioteca, em um concerto/performance, que incluiu pintura ao vivo, nos anos 90. Esta é a sua primeira exposição na Macaréu, desde então.
1.06.24
Às 18.00h
Abertura da exposição Timor: a narrativa fotográfica de uma dor antiga, de J. Paulo Coutinho
A exposição estará patente até 26 de Junho de 2024, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Nota explicativa
Quando recebi o convite da Macaréu para participar , ao qual me ligam laços afectivos, hesitei.
Estas fotografias, nada mais são que uma evocação, um exercício de memória, de reavivar a história que cada uma tem, quando as fiz, nesses anos de incertezas.
Acompanhei, como muitos, os recentes capítulos da nossa história colectiva na luta por um Timor livre. As iniciativas que se organizaram em Portugal, entre manifestações e vigilas e as ações diplomáticas, que foram ocupando espaço mediático. Acreditava-se. Embora a luta fosse desproporcional, tais os interesses envolvidos, que aparentemente, esse caminho ia desembocar numa utopia. Esta utopia como já o disse, despertava os portugueses para uma causa, enquanto os Timorenses quase sucumbiam ao peso pelos interesses estrangeiros do petróleo e da madeira.
Encontrei nestes tempos de hoje, de angustias e desesperos, de descrenças e cansaços e incertezas, uma razão para evocar a causa Timorense.
Nesta mão cheia de retratos, quase todos anónimos, olhados de frente como de frente olharam para o seu futuro, também eles acreditaram em causas colectivas, que tornaram o impensável em possível!
J paulo Coutinho
O Vinte e Cinco de Abril chega em tempos distintos ao “imenso Portugal”. Em todo lado, o seu luminoso halo libertador é acolhido na rua, de forma festiva e fraterna. Para muitos, muitos cidadãos o sopro regenerador que corre do Minho a Timor, pelas ruínas do velho império, encerra um duplo sentido: à liberdade individual junta-se um país novo. A pátria, a terra da fraternidade, desenhada pelos que, na luta, beberam o doce vinho da utopia.
Na remota terra de Timor a boa nova de Lisboa chegaria com o atraso plausível da época. Porém, a sua implementação encerra uma história trágica, cruel. A utopia, fruto ali ao alcance da mão, é bruscamente esmagada pelo novo invasor de azorrague em riste, ávido de sangue e desumanidade.
De novo a luta, o regresso à mata. De novo a resistência intrépida dos tais homens e mulheres que partilham o doce vinho da utopia nas situações mais agrestes. Só em agosto de mil novecentos e noventa e nove, por referendo, o povo de Timor ergue do chão a sua pátria. As fotografias de João Paulo Coutinho reportam esse tardio Abril timorense. Pouco depois da consulta popular, durante três semanas, além do trabalho para o jornal, fotografa rostos anónimos da gente simples, sobrevivente da ocupação. A preto e branco.
A preto e branco “o dramatismo” é mais pungente, garante o fotógrafo. Ou seria outro o motivo? No referendo, os timorenses votam por esmagadora maioria pela independência. Mas existem marcas difíceis de rasurar: eles (sobre)viveram à noite repressiva, imposta pela inclemente ditadura indonésia, e no lugar da alegria, conquistada nesse ato redentor, havia ainda o medo. O pressentimento de um futuro, como o passado, tumultuoso. E, é verdade, estavam certos. O preto e branco, além do dramatismo, aproxima quem observa os rostos da verdade histórica.
Quando João Paulo Coutinho expôs alguns dos trabalhos, no verão de 2011, numa galeria do Porto, encontrei neles a narrativa de uma dor antiga, herdade de geração em geração, ferida pela ferocidade do novo ocupante. No olhar das crianças, dos homens e das mulheres, novo e velhos, de Díli e Baucau, a mesma melancolia transparece. Melancolia que desagua nos olhos, e tudo que assoma no olhar difícil será de esconder. Não há um sorriso
Francisco Duarte Mangas
Jornalista e presidente da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto
4.05.24
Às 16.00h
Abertura da exposição de fotografia A presença do construtivismo russo no discurso arquitectónico camarário e social, de Filipe Pinto Tavares
A exposição estará patente até 29 de Maio de 2024, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Sinopse: O registo fotográfico tem início, primeiramente, em 2014 sendo posteriormente retomado e concluído em 2024. Este projeto consiste unicamente na documentação fotográfica de elementos arquitectónicos e, também, paisagísticos que, de forma implícita, captam a expressão conceptual do estilo arquitectónico construtivista. Desta forma, pretende-se proporcionar uma compreensão sobre como o estilo construtivista se manifesta e influencia o discurso arquitectónico social e camarário contemporâneo.
Autor: Filipe Pinto Tavares. Designer Gráfico
6.04.24
Às 16.00h
Abertura da exposição colectiva 50 Anos de Abril
A exposição estará patente ao público de 6 de Abril até ao dia 1 de Maio, podendo ser visitada às segundas feiras a partir das 19.30h, às quartas feiras a partir das 18.00h, e sempre que haja outros eventos. Também poderão ser organizadas visitas para pessoas ou grupos noutros horários, desde que marcadas previamente para o email macareuporto@gmail.com. Convidamo-lo/a a partilhar connosco este momento de alegria e a testemunhar a importância desta data com as gerações mais novas.
50 Anos de Abril
Esta exposição é uma Homenagem aos “50 Anos de Abril”. Reunimos neste evento a forma como 14 fotógrafos registaram momentos de celebração daquele que representa o dia mais importante da nossa história contemporânea. Só quem viveu o antes 25 de Abril pode compreender a euforia da libertação e a importância dos slogans que são exibidos nas faixas que circulavam nas ruas por todo o País, “25 de Abril Sempre”, “Comemorar Abril”, “Defender Abril, Construir o Futuro”, “Lutar pelo 25 de Abril, lutar pela Democracia”, e outros mais. Vamos todos juntos celebrar, mas também procurar despertar as novas gerações para a defesa dos valores democráticos do 25 de Abril. Por isso, neste dia comemorativo teremos presente o testemunho de quem viveu esse dia e de outros mais jovens a quem é importante e urgente passar a missão de defender as conquistas do 25 de Abril.
2.03.24
Às 18.00h
Abertura da exposição de Desenho de Carmo Diogo
A exposição estará patente até 27 de Março de 2024, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Esta exposição pretende dar a conhecer algum trabalho realizado ao longo de anos e em diferentes contextos, daí a sua diversidade. Arrisco a dizer que se trata de uma exposição de Desenho despretensiosa, que desembocou numa seleção representativa de memórias e fragmentos de lugares comuns, hábitos ou ambientes, como o prazer, a angústia, a revolta…
A diversidade do belo ou do inquietante aqui presentes, soam como narrativas plásticas, muitas vezes também inspiradas na poesia, da relação entre passado/ presente e as dubiedades sobre o futuro, levando o espectador à contemplação, ao questionamento e a processos identitários.
Carmo Diogo
Carmo Diogo nasceu em Cortegaça, 1963. Reside em Vila Nova de Gaia.
– Artes e Técnicas do Fogo – Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis (1986) Porto
– Curso Superior de Pintura – Escola Superior Artística do Porto ESAP (1989)
– Escola Superior de Artes e Design – ESAD (Matosinhos)
– Licenciatura em Artes plásticas – ESAP (2004)
– Realiza exposições individuais e coletivas desde 1991.
– Está representada, com as suas obras, em centros de Arte/Museus e coleções particulares.
Prémio: 2019 – Atribuição do Grande Prémio da Bienal/Câmara Municipal de Gaia, no Concurso da “3ª Bienal Internacional de Arte de Gaia”
10.02.24
Às 15.30 h
Abertura da exposição Lavoura Portuguesa de Eduardo Silva
A exposição estará patente até 29 de Fevereiro de 2024, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Palheiros, semeador, charrua, tarara, carro de bois… amostras de artefactos da lavoura tradicional portuguesa em madeira, ferro e granito.
Venha reviver o saudoso Portugal da terra, tradicional, que alimentou a todos de forma sadia e soberana.
Eduardo Silva – um homem simples, um artesão de coração.
4.02.24
Às 14.00 h
6.01.24
Às 15.30 h
Abertura da exposição Jovens em CriAÇÃO
A exposição estará patente até 31 de Janeiro de 2024, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 18.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural. “Jovens em CriAÇÃO” é um roteiro de experiências de pesquisa participativa e criativa que visita a Macaréu – associação cultural para apresentar uma seleção de fotografias e vídeos produzidos por jovens residentes em zonas periféricas da cidade do Porto e que revelam os seus olhares críticos e criativos sobre as suas comunidades. Concebidas a partir de exercícios de Fotovoz e Vídeovoz no âmbito do projeto de investigação de doutoramento na área das Ciências da Educação desenvolvido por Ana Dias Garcia, as imagens apresentadas, captadas pelo grupo de jovens, espelham aspetos das suas realidades, nomeadamente no contexto dos seus bairros e da escola. De modo a proporcionar espaços de voz e visibilidade às perspetivas dos/as jovens sobre a cidade que vivem, imaginam e desejam, as imagens captadas são um convite à reflexão e ao diálogo sobre a importância do papel ativo e ativista das pessoas jovens na coconstrução da sua cidade.
2.12.23
Às 18.30 h
Abertura da exposição dos bichos, histórias com ferrugem de Margarida Azevedo
Durante a abertura haverá um momento musical com o tenor Mário Ferreira.
A exposição estará patente até 2 de Janeiro de 2024, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 17.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
4.11.23
Às 16.00h
Abertura da exposição a Negro e a Cores de Rodrigo Costa
A exposição estará patente até 30 de Novembro, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 16.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Durante o mês de Novembro ocorrerão outros eventos aos sábados à tarde, na Macaréu, com Rodrigo Costa (os quais irão sendo anunciados).
… A NEGRO, por ser negra a figura central do evento — não porque tenha qualquer particular significado; simplesmente, porque me atraem os modelos negros, devido às nuances proporcionadas pela pele escura, tomada por múltiplos reflexos…
Depois, tudo é mais colorido —reflexo de outras seduções, de outros momentos… No fundo, o universo, largo, da Pintura…
Às 18.30 h
Abertura da exposição Custódio de Luís Mariz
A exposição estará patente até 31 de Outubro, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 16.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
POST 1 (como legenda à imagem)
] reprehendit
(…) Se text em latim significa tecido, a obra do Custódio encontra justificação no classicismo. A união e a diversidade são fios do mesmo manto. O salto de técnica em técnica pretende unir mais as pontas dos fios do que ser tesoura que corta o tecido. Mas ao falar de tecido não se fala de linho ou de algodão mas sim de pequenos fragmentos de pedra moída e justapostos.
(…) A construção destes trabalhos, que são nómadas, tem um efeito de puzzle. Peças soltas que não se encaixam e que noutras vezes se deixam montar e antever. O texto é o mais revelador. As palavras são imagens soltas, teatrais, mas a justificação está em si mesma, na própria circularidade.
(…) Luís Mariz
POST 2 (como trabalho)
] dezembro
16h10min. Segunda. Amarelo âmbar
Hoje o patrão enviou o vento e não transporta nuvens em si, tudo está cristalino. Trouxe a almofada cá para fora e aguardo pelo lento rodar das máquinas. Tenho ainda cerca de 15 minutos até ao subir. Já lá estive em cima com parafinas, trapos e água; está tudo limpo. Arrefece, baixa a temperatura.
23h 52min. Sexta. Azul e amarelo
A necessidade de escrever que tenho advém do meu medo de esquecer, e eu não quero esquecer, porque é muito fácil sair da lembrança.
17h 32min. Sexta. Cada vez mais escuro
Na minha vida sinto o pautar dos dias como se fosse apenas um único dia, que se repete e volta a repetir numa cadência pausada e certa, quase sem variação. A principal é aquela que vem de dentro mas ao ritmo da minha caneta e, até essa, parece imóvel!
17h 10min. Segunda. Cinza gotejante
Hoje não sentirei o mar a entrar pelo quarto dentro, não me constiparei, na maré cheia, quando a água me molhar os dedos dos pés, se os tiver fora da cama. Coisa estranha, a mãe já me explicou a razão mas eu ainda não a percebi; disse ela, quando eras pequeno tínhamos um cão, o Rodolfo, que dormia no teu quarto, sem autorização de subir à cama. Tu tinhas medo de dormir sozinho, para adormecer punhas o pé fora da cama e fazias-lhe festas. Muitas vezes te constipaste. Muitas vezes te constipas, ainda fazes festas a outros Rodolfos? Tenho medo dos monstros, cães, mares e galés… das noites!
] Março
17h 48min. Sábado. Azul carregado
O dia está a acabar. O céu rapidamente escurece, as lâmpadas das ruas acendem-se agora, primeiro azuladas depois alaranjadas e finalmente brancas, amareladas. A competirem com elas estão as vermelhas, as brancas e as cintilantes da refinaria. […] Como deveria ser bastante diferente nos anos 20, sem casas, sem pessoas, sem automóveis e sem refinaria. Gosto realmente de imaginar como seria o passado, e gostaria de conseguir imaginar o futuro.
18h 42min. Terça. Cinza azul sob sol brilhante
Nada mais me parece verdadeiro ao olhar que um barco parado e o mar a andar. Vento. Água e corpos. Perfeita monotonia da mobilidade. Até às on- das lhes custam erguer-se do manto aquoso, as gaivotas, essas, dormem com o lençol por baixo. Hoje nada mais é perfeito que o imperfeito. E no puzzle só dias, peças, se encaixam no mar e na areia: o céu e o sol. Mas o meu movimento de acerto é frustado perante a sua estranha imobilidade.
in Diário de Custódio
2.09.23
Às 16.00h
Abertura da exposição de pintura Desassossegos de ArturS
A exposição estará patente até 27 de Setembro, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 16.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
Nota biográfica de Artur Santos (ArturS)
Nasci e trabalho na cidade do Porto, actualmente.
– Obtive a minha formação plástica através da frequência dos ateliers de diversos artistas, em resposta a uma aptidão para as Artes Plásticas, precocemente revelada, mas contrariada por determinação familiar.
– Através de empresa própria ou em colaboração com diversos gabinetes de arquitectura e design, desenvolvi uma longa carreira na área da decoração plástica de espaços interiores e exteriores e em diversas disciplinas artísticas; grafiti, desenho e pintura, azulejaria e cerâmica, mural, entre outras.
– Durante alguns anos fui responsável pela Galeria74, hoje extinta.
– Já com vários anos de carreira artística, obtive a aprovação no exame para a frequência do curso de Desenho e Pintura da FBAUP que não completei.
– Durante vários anos, colaborei, através do atelier de Expressão Plástica, na área da Psiquiatria do Hospital Eduardo Santos Silva de V. N. De Gaia, no âmbito do programa de Terapias Ocupacionais.
– Venho participando em diversas exposições individuais e colectivas, incluindo a participação pela Galeria Paula Quintã, no âmbito do programa de Exposições Colectivas, em Junho de 2018, no quarteirão de Miguel Bombarda.
– O meu trabalho tem sido nomeado em orgãos de Comunicação Social, nomeadamente no Jornal As Artes Entre as Letras onde tenho sido colaborador eventual, distinguido, nomeadamente, com a Menção Honrosa na FozArte202 e está representado em algumas entidades públicas e privadas, no país e no estrangeiro.
Artur Santos
Porto, 2023
1.07.23
Às 16.00h
Abertura da exposição de pintura As coisas do Porto de Aspinheiro e Nelson Isidoro
A exposição estará patente até 26 de Julho, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 16.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
As coisas do Porto
O Porto tem uma qualidade eminentemente plástica na admirável construção e dureza da
pedra granítica, suas formas e unidade tonal, que se traduz num tema, às vezes repetível mas inesgotável para os artistas.
A sua paisagem detém-se na violência da costa atlântica e tem um lugar de um Douro sinuoso e de outras cidades vizinhas, que faz emergir numa qualquer tela o seu casario de linhas históricas policromáticas sem que a verdade total do quadro exista.
E as suas gentes de muitos séculos escreveram páginas cintilantes de heroísmo e revolta
contra todas as tiranias. A cidade hoje mais cosmopolita mas mantendo o provinciano
contrastante como a alternância de ilhas e palacetes, altos e baixos, luz e nevoeiro,
Património da Humanidade, o Porto.
As coisas do Porto e das cidades contíguas, como os aglomerados de casas de rara beleza
de cores e suas transparências inspiram o olhar dos pintores, como se pode verificar nesta
exposição.
3.06.23
Às 16.30h
Abertura da 2ª exposição colectiva TEMPUSART
A exposição estará patente até 28 de Junho, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 16.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
6.05.23
Abertura da exposição O Porto e outras obras de António Sardinha
A abertura será às 18.00h. A exposição estará patente até 31 de Maio, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 16.00h, às segundas feiras a partir das 19.30h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
ANTONIO CARLOS BRAGA SARDINHA
Nascido em 7 de Fevereiro de 1954, no Porto estudou no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) e formou-se em Engenharia Mecânica em 1976, estando reformado desde 2013.
Cedo percebeu que gostava de “artes” nomeadamente de manusear os materiais com as mão s, criatividade seduziam-no – começou com “quadros de pregos e linhas” a chamada FILOGRAFIA- tendo feito uma exposição no Casino da Povoa com bastante êxito em Dezembro de 1976.
Ainda nessa altura aventurou-se no Mecramé, tendo desde sempre efetuado bastantes “ prendas” para amigos e familiares.
Enquanto trabalhou na sua profissão como Engenheiro Mecânico, pouco tempo lhe restava para dar largas à sua imaginação, e dado que a fotografia foi desde sempre para ele um fascínio, passou a dedicar-lhe nessa altura bastante mais tempo, continuando a esse nível bastante ativo, sendo um dos fundadores da Associação PORTOGRAFIA, e tendo feito já varias exposições em conjunto com os associados ( coletivas ) e uma exposição individual.
Com a vinda da reforma deu largas à sua imaginação e criatividade e de tudo conseguiu fazer arte:
uma pedra…
uma folha seca…
um bocado de madeira…
um raminho de árvore…
uma lata de cerveja…
uma colher de plástico que ia para o lixo…
um bocado de arame que se ia deitar fora…
um pouco de papel reciclado…
um resto de tecido que já não servia para nada…
um cordel que sobrava dos embrulhos…
uma cartolina abandonada…
uns pauzinhos de gelados…
um bocadinho de xisto…
umas pedrinhas pequeninas…
E tantas outras coisas impensáveis, como pode ser descoberto nesta exposição!
A sua cidade – Porto – foi sempre muito inspiradora da sua arte, como se percebe em vários dos objetos expostos.
O Alentejo foi-lhe “dado a conhecer” pela família a que se juntou e tem sido também uma fonte de inspiração; mais tarde a família angolana que sua filha lhe trouxe, também lhe sugeriu outras formas de arte.
Esta exposição procura documentar todo um trajeto de verdadeiro “artesão” que se encontra escondido em sua casa, e que necessitava de ser observado por outrens que não os familiares e ou amigos.
CULTURA não é o que entra nos olhos e nos ouvidos, mas o que modifica o jeito de olhar e de ouvir, e assim o ANTONIO SARDINHA espera que esta mostra de “pequenas mas grandes coisas” o faça a todos quantos a visitam, E DESEJA SOBRETUDO QUE NUNCA DEIXEM DE SE ENCANTAR PELO QUE É SIMPLES!
1.04.23
Às 18.30
Abertura da exposição Dentro e Fora de Maria Zelenova.
A inauguração da exposição será acompanhada por um concerto do cantor e músico ucraniano Roman Babak, com o apoio de outros artistas.
A exposição estará patente até 26 de Abril.
DENTRO E FORA
Primeira exposição em Porto de colagens e fotografias em filme da artista ucraniana Maria Zelenova.
“Apaixonei-me por estes processos, que inspiram-me e ajudam-me a conhecer-me a mim próprio. Com a ajuda de colagens, construo a minha própria harmonia, procuro e crio o meu próprio equilíbrio. Isso é o que está DENTRO.
A magia acontece na fotografia – a luz dá vida a tudo o que toca. É o que está FORA.
No meu trabalho, exploro os temas da feminilidade, da sensualidade e, claro, o tema do amor – o mais importante para mim.” Maria Zelenova
Venha recarregar as emoções positivas do show de Roman Babak e obter o maior prazer estético da exposição de Maria Zelenova.
Maria Zelenova é formada pela Academia de Arquitetura e Arte de Odessa. Ela tem como principal área a fotografia analógica, além de desenhar roupas, realizar terapia de arte e oficinas de colagem. Com 8 anos de experiência em colagens, explora os temas da feminilidade, sensualidade e amor em seu trabalho.
Roman Babak é formado pela Universidade de Teatro de Kiev e é autor de mais de 200 canções e 500 poemas em três idiomas. Ele também fabrica instrumentos musicais que utiliza em seus concertos para adultos e crianças. Os principais temas de sua criatividade são o amor, o pensamento positivo, a autoconfiança, a busca pelo destino e a paz.
4.03.23
Abertura da exposição Diálogos com a cor de Sérgio Relvas
A abertura será às 18h e nela participarão Manuel Guimarães, Arménio Mota e Guilherme Carmelo com a apresentação tela sonora.
A exposição estará patente até 29 de Março, podendo ser visitada às quartas feiras a partir das 16h, às segundas feiras a partir das 19h e sempre que haja outros eventos na Macaréu – associação cultural.
4.02.23
Às 18.00 h
Inauguração da exposição Winter de Margarida Azevedo.
Improvisação ao piano por Manuel Guimarães.
7.01.23
Às 16.00h
Abertura da exposição O grito da gaivota de Nathalie Emilienne
Uma impulsionadora não só de palavras, mas de actos e de afectos, Lígia Gonçalves, a primeira pessoa que me vestiu a pele de artista.
Como o grito de uma gaivota que ecoa e se perde no horizonte, nas suas plumas Lígia voou. E foi aí, com esta viagem e de outros mais, que emocionalmente não aguentei o peso da bagagem.
Sofri, sofro ainda e de transtorno bipolar.
Nathalie Emilienne, de 38 anos, uma criativa exímia e autodidata em algumas áreas artísticas.
Reside em Santa Maria da Feira e é licenciada em Escultura pela faculdade de belas artes da universidade do Porto.
Em 2009, foi detectado uma patologia psiquiátrica que mudou a sua vida, dedicando -se mais á Arte.
Tornou-se uma artista importante também no sentido interventivo e social na quebra de tabus do mundo da psiquiatria.
Nathalie.emilienne Instagram
Nth-nathalie emilienne Facebook
Nathalie Emilienne
MACARÉU – Associação Cultural
NATHALIE EMILIENNE
O GRITO DA GAIVOTA
7 JANEIRO – 31 JANEIRO
7,8,9-14.12.22
16-19h
Sorrisos em Foco Sorrisos de crianças. São sorrisos breves, cândidos, para quem as brincadeiras ainda são a parte mais importante da vida. Sorriem, mas, falta-lhes quase tudo, o pão, a escola, o hospital, o médico, até às vezes a família. Vivem num dos países mais pobres do mundo. E só é pobre, não porque lhe faltem recursos, mas porque os seus homens não o sabem governar, a ganância é muita. Por isso, a melhor forma de ajudar este país, só pode ser contribuindo para a melhoria das condições de vida das crianças, porque a mudança tem que partir delas, tem que ser construída com elas. As fotografias presentes nesta exposição foram tiradas numa curta viagem à Guiné Bissau, em 2016, com a finalidade de documentar algumas das obras em curso da “MUNDO A SORRIR”, uma ONG na área da saúde oral. A criação de clínicas dentárias e escolas em Bissau e em Uno (Bijagós) é uma das maiores preocupações desta organização e tem contribuído para o bem estar e desenvolvimento sustentado destas comunidades de uma forma muito abrangente. Apesar da existência e qualidade de algumas dessas clínicas, grande parte das intervenções de saúde oral a que assisti foram improvisadas em escolas ou no exterior destas pelas equipas de médicos dentistas voluntários que aí se deslocavam a fim de mais rapidamente resolver o problema das longas listas de espera. A escola e a igreja continuam a desempenhar um papel muito importante nestas comunidades. A escola, porque fornece conhecimento e educação, e também alimento e regras de higiene. A igreja, porque reúne as pessoas à volta daquilo que elas mais gostam, a música, os cânticos, o sentimento de família mais alargada. A nossa presença em todos estes momentos despertava muita curiosidade, e às vezes algum temor, nos rostos daquelas crianças e jovens, ou porque eram sujeitos a um tratamento desconhecido, ou lhes era oferecida uma escova e uma pasta de dentes com a acrescida responsabilidade de novas rotinas diárias. A minha câmera fotográfica também lhes despertava muita curiosidade, sobretudo quando lhes mostrava como eles tão grandes cabiam dentro de uma caixa tão pequenina. Era bom vê-los sorrir e brincar uns com os outros. Foram esses sorrisos, e às vezes a ausência deles, que inspiraram estas fotografias. Como estão agora esses sorrisos que me marcaram tão profundamente? Gostaria de saber deles, e acredito que juntos, todos nós e as fotografias, vamos ser capazes de angariar alguns fundos a favor das acções em curso no terreno. É um pequeno contributo para ajudar estes jovens a serem os agentes da mudança que a Guiné-Bissau tanto precisa.
Teresa Teixeira Nasceu em Lisboa em 1951, onde viveu até aos primeiros anos do liceu. Mudou-se para o Porto com a família e aí permaneceu até concluir a Licenciatura em Letras. Foi nessa altura, e durante uma viagem a Paris que despertou a sua paixão pela fotografia. Fez essencialmente, nesta fase da sua vida, fotografia de viagem e de família, mas a câmera nunca mais a abandonou. Em 1990, os seus projectos profissionais, sempre ligados às bibliotecas e museus, ditam o seu regresso a Lisboa e a fotografia ganha um espaço relevante no seu dia a dia pessoal e profissional. Sempre de câmera na mão, percorre a cidade de Lisboa, observando-a através da escrita e do pensamento dos seus autores preferidos, primeiro Eça e depois Pessoa, e cria o seu primeiro projecto fotográfico, que publica no seu blog. No Porto, que visita assiduamente, faz parte do Colectivo F4 e com este grupo participou na primeira mostra de Fotografia Documental Ibérica com fotografias feitas na aldeia de Peredo da Bemposta, na região de Mogadouro e no Planalto Transmontano (Retalhos do Planalto). Com este Colectivo e ainda outra Associação da qual também faz parte, a Portografia, participa regularmente em várias exposições desde 2009 até à data. A sua fotografia de paisagem ganha expressão na Peninha (Serra de Sintra), que se tornou o seu lugar de culto e peregrinação. Algumas destas fotografias fizeram parte da sua primeira exposição intitulada “Portugal em Objectiva”, no Instituto Camões, em 2011. Aprofunda a sua formação técnica na Associação Portuguesa de Arte Fotográfica (APAF) e adquire o conhecimento da fotografia contemporânea no Atelier de Lisboa. As suas fotografias foram publicadas e vendidas em galerias digitais como a Arzilla e a Getty. Mestre em Estudos do Conhecimento e Bibliotecas Digitais, a sua fotografia ficou muito marcada por uma forte vocação documental, tendo registado a intimidade do museu e da biblioteca e os respectivos objectos e inventários museológicos. Do museu para a rua foi um instante. A rua, como lugar de contestação social e política, atraiu-a, e apoderou-se dela uma grande vontade de registar como viviam essas pessoas e os problemas com que se debatiam no dia a dia. Assim começou outro projecto fotográfico com o registo diário de um movimento que alastrou no mundo (Occupy London, New York, etc.) entre 2011 e 2012, e que também se manifestou em Portugal, com maior incidência em Lisboa, o movimento “Ocupar Lisboa”. Após a publicação das primeiras fotografias, sucederam-se alguns convites da CNN para várias reportagens. A partir de 2013, definitivamente no Porto, dedica-se à fotografia de estúdio, sobretudo ao retrato, e ainda à fotografia de objectos artísticos para criação de catálogos de artistas plásticos. Em 2016, a convite da ONG “Mundo a Sorrir” deslocou-se à Guiné-Bissau para documentar as actividades e obras em curso daquela organização. Porto, 27 Novembro de 2022
12.11.22
Às 18.00h
Inauguração da exposição Soenga na Macaréu – associação cultural
Com esta exposição apresentamos os resultados de um evento que reuniu doze participantes e que consistiu na modelação de peças de barro e sua posterior cozedura em soenga (um buraco na terra). Esse evento teve como tema “uma revisitação à tradição da louça preta de Coimbrões” que se caracterizava por ser cozida em soenga e sobre a qual apresentaremos documentação.
Esta exposição põe em confronto uma prática contemporânea com uma tradição que terminou há cerca de 100 anos, mas com a qual partilha procedimentos.
A exposição estará patente até 8 de Dezembro.
No âmbito desta exposição, realizar-se-á uma conversa sobre a relação entre louça preta de cozedura em soenga com a arqueologia e a etnografia, no dia 3 de Dezembro às 16h, com os arqueólogos António Manuel Silva e Manuela Ribeiro.
8 e 9.10
Às 16.00h
Abertura da exposição quasiJÓIA de Norman Ramunni
Depois de longos anos a decorar montras, showrooms e eventos e de construir e expôr objectos de arte e esculturas, o autor desafiou-se a fazer bijuteria moderna e arrojada, contando, obviamente, com os muitos anos a ver trabalhar a sua mulher que é Ourives. Assim, está a utilizar seu espaço de trabalho, banca e ferramentas, beneficiando do imenso material a que pode recorrer para a concretização desta primeira colecção de peças.
Depois de ver a primeira peça, a Paula torceu o nariz mas, pouco a pouco, foi percebendo que havia ali coisas interessantes e aprovou, de tal maneira que disse: estas peças, para mim, são jóias!
Para mim, são quasiJÓIAS.
Norman Ramunni
AUTOBIOGRAFIA
Nasceu em 1948, em Tete, Moçambique, e foi viver para Goa com 9 anos tendo vindo para Portugal em 1961. Estudou no Colégio de Ermesinde e viveu no Porto até 2016, ano em que se mudou para Lisboa, onde vive até agora.
Desenhou, pintou, participou em exposições colectivas e individuais e em concursos de montras, ganhou prémios e construiu objectos de arte e esculturas em madeira e ferro.
As suas peças de arte encontram-se representadas em colecções particulares, no Porto e em Lisboa.
MACARÉU – Associação Cultural
NORMAN RAMUNNI
quasiJÓIA
8 OUTUBRO – 9 NOVEMBRO
10.09.22
Às 16.00h
Abertura da exposição de fotografia de António Menéres – O fio da meada
Sinopse
Raízes DAS NOSSAS velhas arquitecturas
Raízes, no sentido de vínculo do Homem à terra tem, uma força telúrica verdadeiramente grandiosa, quando abordamos o tema da Arquitectura, focado no sentido do percurso do seu próprio abrigo e apoio para a sua subsistência.
Longos séculos se passaram desde o homo sapiens, naturalmente reduzido ao seu caminhar, sempre dirigido às suas necessidades primárias de abrigo e de sustento.
Foi criando e utilizando as suas primeiras armas grosseiras de caça e os utensílios rudimentares para as mais rudimentares formas de agricultar, tudo consequência dos seus próprios progressos psíquicos.
Assim, neste seu território, desde que provido de água e de terras produtivas, tornou possível a maior agregação dos grupos humanos que, no decorrer dos sucessivos ciclos anuais, foi apurando o conhecimento e, consequentemente, o seu aproveitamento, por
forma a tirar desses solos férteis, parte da sua base de alimentação, completada pela sua ancestral aptidão de caçador das espécies indígenas que igualmente povoavam as mesmas paragens.
As orlas marítimas, quando próximas, e as margens das linhas de água, de ribeiros e de rios, também aguçaram o seu engenho criando armadilhas rudimentares para reter e assim ampliar a sua base de subsistência alimentar.
É todo um lento ajustamento ao ambiente próximo, que ele próprio, por natural intuição e necessidade, vai acumulando em seu proveito.
Também o Homem, ao longo de muitos séculos foi enriquecendo pela própria fala, o seu poder de comunicação imediata, enriquecido em posteriores etapas, pela escrita, como registo do seu pensamento.
Todo este poder criativo, foi-lhe permitindo alargar a utilização do fôgo, do vento e da corrente dos rios, quer na componente de navegabilidade, quer pelo progressivo aproveitamento desta energia, utilizando a retenção das suas águas, para a moagem de cereal, quando soube conduzir e, assim conjugar, o aproveitamento da energia hídrica para a movimentação das mós, possibilitando a transformação dos grãos em farinha.
A tão diversificada “arquitectura” dos moinhos, sempre aproveitando a “geometria” da margem escolhida, mostra bem criatividade dos seus construtores.
Estes progressos materiais são devidos ao conhecimento cada vez mais perfeito dos recursos da Natureza, possibilitando igualmente o aperfeiçoamento das primeiras actividades industriais.
Toda esta evolução do saber humano, repercutiu-se no saber construir “Arquitectura”.
É um tema vastíssimo, mesmo que só confinado, como se propõe, às formas populares das nossas arquitecturas rurais, “emergidas” das diferentes constituições dos solos, das também diferentes altitudes e do maior ou menor distanciamento das orlas marítimas, tudo marcas importantes da relação do Homem com o solo onde se projecta a sua própria sombra.
O modo de ser das populações rurais, também se altera, a par dos estímulos e conhecimentos de trabalhar a terra, como, por exemplo a sua forma de se exprimir e de utilizar um vocabulário, há muito desaparecido dos meios urbanos.
Lembro, nos tempos do Inquérito, o tratamento de vossemecê, dirigido sempre aos familiares mais velhos, ou a desconhecidos como sinal de respeito, nunca utilizando o tu, sinal de natural intimidade.
Também a palavra dous, em vez de dois, era muito frequente aqui no Norte, pelo menos, forma em desuso praticamente nunca mais ouvida, tanto como referir também as medidas de capacidade que eram frequentemente designadas pelos seus nomes tradicionais (antecessores portanto à classificação pelo sistema decimal) como seja o quartilho para indicar o meio litro, a canada para indicar quatro quartilhos ou o almude, no caso de líquidos, quando se referia a um total de 48 quartilhos.
Nas medidas de comprimento empregava-se o termo vara, a que correspondia mais ou menos 1,10m., ou a braça que designava os 2,20 m.
A propósito, ainda recordo, na época das minhas primeiras obras, portanto no início dos anos 50, o transporte das pedras de perpianho ser realizado em carros de bois, cuja capacidade de espaço comportava 2,20m. por 2,20m., desta alvenaria, considerando a sua espessura com 28 centímetros, grosso modo,
Curioso era também o hábito de utilizar frases com o sentido de sentenças, como “O hábito faz o monge”, “amanhã será tarde”,” mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar”, ou ainda “não vale a pena chorar sobre leite derramado”, ou “depois de roubado, trancas à porta”
Igualmente importante, era o acompanhar das tarefas que, diria diárias, como lavar a roupa, ou mesmo no caminhar, sempre a cantar, especialmente as mulheres, com cantigas que, nas festas populares assumiam significativa importância, pois então cantava-se “ao desafio”, referindo sempre aspectos curiosos da própria vida de um dos seus intervenientes, referindo com alguma malícia, ou no sentido figurado, destacar algum acontecimento mais recente do visado nessa ocasião, o que dava motivo de ruidosa alegria ao grupo.
02.06,2021/ 14.Janº.2022
TÓPICOS
– O ciclo das estações
– A posição da Lua para abater uma árvore, p.e.
– Cerâmica popular de uso corrente
– O fôrno de cozer o pão
– A escala do tempo / lembrando o texto do Luís Amoroso Lopes
– A água e a lenha
– A horta, as flores nos poiais das janelas
– O tear caseiro, o mobiliário na sua expressão mais simples
– Os jornais a forrar as paredes e o interior das arcas
Excerto de: Raízes, pedras e as velhas arquitecturas
Esquema inicial para o texto de um livro possível
António Menéres
Nota biográfica
António Sérgio Maciel Menéres, nasceu em Matosinhos em 1930.
Arquitecto diplomado pela Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde defendeu tese em 1962.
Estágio nos gabinetes do Professores Fernando Távora e João Andresen.
A par da actividade docente na Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto, até a sua aposentação, exerce a profissão liberal em gabinete próprio e mantém, com regularidade, trabalho de pesquisa e sua divulgação no âmbito do património arquitectónico.
Participou no Inquérito à Arquitectura Regional Portuguesa em 1955/ 1960.
Exerce a profissão liberal desde 1962, sendo autor de inúmeros projectos situados especialmente no porto e região norte mas, com outras intervenções, nomeadamente em Queluz, Almeida, Ponta Delgada, Bragança e Trancoso.
Igualmente tem participado em Colóquios e Congressos na área e estudo e revitalização do património arquitectónico em Portugal Continental e nos Açores, bem como no Brasil, especialmente em seminários organizados por faculdades de arquitectura em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Florianópolis, Goiânia, Salvador, São Luíz do Maranhão e Vitória.
Membro da Ordem dos Arquitectos sob o nº 333 / sócio honorário.
A partir de 2004 promove uma exposição itinerante de fotografias, subordinada ao tema “António Menéres. Os anos do Inquérito à Arquitectura Popular Portuguesa”, iniciada por convite da Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto e aí apresentada em Janeiro de 2004, tendo desde então sido repetida na Biblioteca Municipal de Rocha Peixoto da Póvoa de Varzim, na Biblioteca Municipal de Barcelos, na Biblioteca Pública de Braga, entre outros locais.
Em 2008 foi distinguido com a Grã Cruz da Ordem Internacional de Mérito do Descobridor do Brasil Pedro Álvares Cabral.
MACARÉU – Associação Cultural
ANTÓNIO MENÉRES
O FIO DA MEADA
10 SETEMBRO – 5 OUTUBRO
Le Monde Analogue
Sobre o Projeto
Le Monde Analogue é uma comunidade que suporta os entusiastas da fotografia analógica e que promove fotografia analógica de elevada qualidade. Encontra-se sediada em Göttingen e foi fundada e organizada pelas fotografas Croatas Jadranka Kljajic e Anita Krisko. Sentimos dedicação na promoção do meio do filme fotográfico e a paixão no antecipar dos momentos que surgem na revelação de um filme fotográfico. O nosso Facebook e Instagram é a Plataforma de suporte à divulgação e ao estimulo para a participação no projeto descrito.
Estamos preparadas e motivadas para construir um projeto que promoverá o processo de criação de arte a todas as pessoas da rua pertencentes às cidades do mundo. Este projeto promove o conceito onde a fotografia urbana analógica se funde com a arte visual inspirada por graffiti executado durante uma performance pública. O objetivo da performance é a apresentação de três conceitos essenciais:
Abandonar o anonimato – estamos a aproximar a rua da galeria de arte recorrendo à fotografia. Como numa tela, onde os artistas de rua encontram o seu espaço onde a arte não é perseguida, criminalizada ou destruída pela normalização urbana – e assim, abandonando o anonimato.
Colaboração – vamos de encontro às dificuldades do trabalho colaborativo num campo onde a subjetividade e liberdade são fundamentais. O fotógrafo é permissivo, ao permitir que a sua arte seja modificada pela linha imposta pelo graffiti e ao mesmo tempo, o artista de rua respeita a essência da fotografia. Dito por outras palavras – ambos sacrificam a liberdade criativa para uma forma de meta-artwork que funde dois estilos artísticos focados mas distintos.
Perda da arte de rua em contextos urbanos normalizados – quando os fotógrafos, a título individual, são separados do centro gravitacional do graffiti, a ideia do todo é desmantelada mas ficará para sempre assinalada como uma memória partilhada. A título de resumo, a colaboração entre o graffiti e a fotografia analógica ocorre de forma natural e partilham em simultaneidade a imprevisibilidade dos resultados.
Porto 2022
As atividades artísticas tiveram o seu inicio em Berlim e Göttingen em 2019 e 2021. Mantendo o registo imposto pela tradição o evento do Porto irá ser dedicado à fotografia de rua e a vida diária das cidades do mundo. Pretende-se representar a vibração da rua, não apenas numa única imagem mas numa instalação de pelo menos 50 imagens de vários artistas do mundo. O foco será no dia-a-dia de todas as pessoas e será representado através das suas rotinas diárias que criam a vida numa pelicula temporal e o diálogo entre si e a cidade.
A exibição vai começar com um evento de abertura que terá uma duração de várias horas, e consistirá de uma introdução, execução da pintura de graffiti sobre a instalação fotográfica (30 a 45 minutos) e a sociabilização entre os vários artistas intervenientes. Acreditamos que o projeto dará um forte contributo para a cena da arte no Porto e trará artistas de todo o mundo assim como visitantes que irão desfrutar a inesperada fusão entre fotografia e arte de rua.
“Sobre a minha pintura, dou-me ao trabalho de pintar várias vezes a mesma tela, camada sobre camada, construindo desconstruindo e passar, por exemplo, de um objectivo que seria a sugestão de uma figura humana gerada pela sombra noturna duma pinácea projectada na parede da casa do meu vizinho, a uma harpista que não sendo a verdade do visível não é uma coisa abstracta.Caracterizo-me por tentar uma meia forma dando a possibilidade de cada cérebro ser capaz de uma indução ainda mais sublime da forma restante, mais real do que a própria realidade. Afinal as cores não existem, o plano xy não é xyz, a mente é que se deixa seduzir pelo dinamismo plástico.” Aspinheiro, 2022
MACARÉU – Associação Cultural
ASPINHEIRO
PRIMEIRA, SEGUNDA E TERCEIRA PESSOAS
10-30 JUNHO
9.04
Às 14.00h
Abertura da exposição de cerâmica UTOPIA? de Claire Maca.
Sinopse
UTOPIA? é a apresentação de peças de cerâmica feitas com um olhar humorístico sobre a nossa sociedade numa expressão por vezes filosófica, por vezes simbólica.
A paz, a fraternidade e a liberdade são hoje uma utopia?
Esta é a pergunta que Claire Maca faz através das suas criações.
A exposição UTOPIA? estará patente de 9 de Abril a 7 de Maio de 2022
Nota biográfica
Nome : Claire Maca
Nacionalidade belga
Nascido em: 17 de novembro de 1952
Estudos : Artes Decorativas e Arquitetura de Interiores no Institut N.D. de la Sagesse em Bruxelas Antiquariat at Château-Massart – Liège
Cursos de cerâmica: Instituto Politécnico de Viana do Castelo (Portugal) -IPVC- Academia Sénior
Professor: Eng.ª Rosa Venâncio
Trabalhos desenvolvidos no Atelier de Cerâmica da UIDM (Unidade de Investigação e Desenvolvimento de Materiais do IPVC)
Exposições:
– 2018 exposição “Artes do Fogo” na Galeria de Noroeste em Viana do Castelo e em Paredes de Coura da Fundação da Caixa Agricola do Noroeste.
– 2019 exposição individual em Huy (Bélgica)
– 2020 Criatividade confinada” ( outubro a novembro de 2020) na Biblioteca Barbosa Romero entre outubro a Novembro de 2020 e na ( novembro de 2020 a janeiro 2021 9 na Oficina Cultural do IPVC entre dezembro 2020 a janeiro 2021.
– 2021 “Florilegium” ( 2 a 30 de julho de 2021 ) exposição individual no Posto de Turismo de Esposende.
Ao atingir a idade da reforma, descobri a cerâmica na terra dos “azulejos” e tive o grande privilégio de poder iniciar a minha formação sob a orientação de Rosa Venâncio, a engenheira encarregada do curso no IPVC.
Trabalho com vários tipos de pastas: grés fino, grés com chamote, faiança e porcelana.
Prefiro trabalhar com a porcelana apesar das dificuldades que ela impõe: é preciso evitar uma secagem demasiado rápida, dominar a sua grande friabilidade antes da cozedura e aceitar que muitas peças são “martirizadas” pelo forno.
O nascimento de uma peça de cerâmica é o resultado da combinação da terra, água, ar e fogo. Mas é o fogo, ou melhor, o forno a alta temperatura, que tem a última palavra: está atento à mais pequena microfissura ou microbolha de ar que espreita do interior da pasta, é uma verdadeira batalha entre o fogo e a terra, a terra é muitas vezes deformada, torcida, rachada, explodida… ou sublimada em cores surpreendentes. É sempre com uma certa apreensão que o ceramista abre a porta do forno depois de arrefecer!
Tenho o prazer de vos apresentar algumas peças que me levaram muitas horas de trabalho, com as quais aprendi muito, mas deram-me tanto prazer!
Claire Maca
NOTA:
A exposição UTOPIA? de Claire Maca foi prolongada até dia 28 de Maio.
12.03
Às 16.00h
Abertura da exposição: Olhos e Olhares – 1.º Ciclo
Exposição de trabalhos na Associação Macaréu. A Macaréu – Associação Cultural, em parceria com os técnicos de Atividades Extra Curriculares e Animação e Apoio ao Estudo da Câmara Municipal do Porto, Pedro Azevedo, Vitória Moura, Yara Ribeiro e Beatriz Carneiro, levam a cabo uma exposição intitulada “Olhos e Olhares – 1.º Ciclo”, entre os dias 12 e 31 de março.
Descrição da atividade
Os técnicos AECS e AAAE/CAF de turmas do 1.º Ciclo da EB Bom Pastor, na cidade do Porto, lançaram aos alunos o desafio de interpretar livremente obras de um grupo de artistas plásticos. A seleção teve por base o contributo do artista para a arte e o prazer e a desenvoltura das crianças ao expressarem a sua criatividade interpretando a obra do artista escolhido.
Desta forma, foram identificados quatro artistas estrangeiros (Joan Miró, Piet Mondrian, Andy Warhol e Jackson Pollock) e dois nacionais (Nadir Afonso e Armanda Passos).
Cada técnico, ao longo de várias sessões, fez uma breve apresentação da vida e obra do artista selecionado para cada turma, do movimento em que se enquadrou e de como evoluiu o seu talento e visão colocada em tela. De seguida, a turma escolheu uma obra, sendo que cada criança realizou vários desenhos com as suas interpretações pessoais.
Os técnicos adotaram uma atitude de permanente encorajamento, muito pouco orientativa, instruindo apenas o suficiente para ajudar a ultrapassar alguns bloqueios momentâneos. De todos os desenhos recolhidos foi realizada a seleção que agora se apresenta ao público.
Sinopse
A exposição “Olhos e Olhares – 1.º Ciclo” é, antes de mais, um exercício lúdico de alunos da escola básica do Bom Pastor, aqui na cidade do Porto. Resultou de um feliz acaso, de um encontro, como tantos, mas onde, dos meandros da conversa, nasceu como que feito. Foi o cruzamento de ideias dialogadas. E desse cruzamento, de imediato, surgiram os contornos distintos de grandes pintores e pequenos artistas.
A apresentação às crianças de arte e artistas do século XX, obra, contexto, técnica e mensagem, como fortalecedor de cultura, capacidade de interpretação e manualidade.
A forma, meios e expressão utilizadas ficaram subordinadas à criatividade de cada criança. Um exercício de liberdade, minimamente orientado para que dele resultasse, tanto quanto possível, o olhar e a mão da criança perante a obra do mestre.
Objetivos
Procurou-se, tanto ou tão pouco, mostrar às crianças pintores do século XX e as suas obras mais significativas. Expor a arte e as ideias subjacentes ao trabalho de cada um, de forma acessível, em ritmo de descoberta e de mãos na massa. As obras expostas são as obras olhadas pelas crianças, interpretadas e apreendidas pelos seus olhos ávidos.
Tocar a arte, recriando-a. Ser artista, criando. Encontrar a beleza no que veem e no que criam.
Datas
Durante os meses de janeiro e fevereiro, ao longo de várias sessões, as crianças foram sendo apresentadas a cada pintor e a trabalhos marcantes. Ao mesmo tempo, iniciaram a realização de desenhos de ‘aclimatação’ de modo a sentirem-se mais confortáveis com as técnicas e as temáticas sugeridas. Perto do final do mês de fevereiro, realizaram os trabalhos que agora se expõem.
A exposição decorrerá entre os dias 12 e 31 de março na Macaréu – Associação Cultural, na Rua de João das Regras, 151, Porto.
NOTA IMPORTANTE:
A exposição Olhos e Olhares – 1.º Ciclo poderá ser visitada:
– todas as quartas-feiras das 18h às 20h
– sempre que decorrer alguma outra actividade anunciada no FB e na página
– por manifestação de interesse, em dia e hora a combinar, através do e-mail macareu.porto@gmail.com ou do telemóvel 933 135 993.
10.12
Às 18.30
Abertura da exposição colectiva de cerâmica RAKU de participantes das workshops do ceramista João CARQUEIJEIRO.
A exposição estará patente até 28 de Fevereiro de 2022 na Macaréu.
Participam nesta exposição Armanda Martins, Claire Maca, Elsa Ferreira, Helmar, Mavilde Gonçalves, Maria João Lourenço, Mieko, Miguel Dias, Olga Leite, Rita Tavares e Rosário Salazar.
Durante a abertura está previsto um breve momento musical com o tenor Mário Ferreira.
Raku é um processo de cerâmica introduzida no Japão (vindo da China), adotado pelo mestre da arte do chá Rikyu e desenvolvido pelo ceramista japonês Tanaka Chojiro no séc. XVI, nos rituais das cerimónias do chá ligados à filosofia Zen, devido às suas caraterísticas mais apreciadas: texturas irregulares, cores e acidentes nos vidrados.
Divulgado no Ocidente em 1920 por Bernard Leach, é nos anos 50 que Paul Soldner introduziu algumas alterações ao processo, sendo responsável pela popularização do chamado Raku Ocidental (ou Americano).
O Workshop de Raku tem por objetivo a modelação de peças com pastas cerâmicas específicas, as quais são submetidas a uma primeira cozedura denominada chacota, seguida da pintura com vidrados preparados para o efeito e da cozedura Raku, que consiste na introdução das peças no forno já incandescente e na sua retirada com tenazes sem passar pelo arrefecimento gradual. Fundamentalmente esta técnica consiste no processo de choques térmicos, bem como no das reduções e oxidações, resultando em aspetos diferentes do vidrado e da pasta, quer na cor quer na textura e brilhos.
Este processo proporciona uma componente experimental e dinamizadora dos grupos envolvidos, bem como a possibilidade de partilhar experiências e avaliar os resultados quase de imediato. De um workshop de João Carqueijeir
MACARÉU – Associação Cultural
COLECTIVA DE RAKU
Discípulos de João CARQUEIJEIRO
10 Dezembro – 28 Fevereiro
5.11
Às 18.30h
Abertura da exposição Papagaio do Mar.
A exposição estará patente até ao dia 3 de Dezembro.
Sinopse da exposição:
Numa celebração de cem anos de vida de José Saramago, cujo espírito e ideias fizeram nascer há vinte anos a Associação Ar Evento e os Papagaios com Alma, serão expostos alguns fragmentos voadores do que significou o percurso percorrido até aqui. Desde a concepção do projeto, com Saramago na origem, até à recente clausura, serve esta exposição como uma tentativa de explorar o autor, assim como a solidariedade, a criatividade, o engenho e a cura manifestados no objeto e na libertação que é o papagaio.
10.09
Às 15.00
Abertura da exposição de Sofia Rocha intitulada Ur.tu.
Sinopse do trabalho a expor:
Ur.tu é um instrumento total da Clinica para o Corpo Sub l. Este é um projeto iniciado em 2020, cons tuído por um conjunto de instrumentos-esculturas e rituais-performances que tem por obje vo despoletar e amplificar fluxos internos invisiveis. Os instrumentos são a vados pelo corpo e pelos rituais: são geradores e espelhos energé cos.
Nota biográfica
Sofia Rocha, Açores, 1996. Licenciada em Artes Plásticas- ramo Multimédia, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. O trabalho explora relações entre o visível e o invisível, o papel das relíquias e dos rituais assim como a comunicação entre o corpo e o incorpóreo.
MACARÉU – Associação Cultural
Ur.tu
SOFIA ROCHA
10 Setembro – 30 Setembro
2.07
Às 19.00 h
3.07
Às 17.00h
Abertura da exposição de Norman Ramunni quasi arte, com a presença do autor.
Sinopse
N O R M A N “quasi arte”
O autor, depois de um longo percurso na decoração de montras, showrooms e eventos, um pouco por todo o país, abraçou uma nova aventura que consiste na construção de peças decorativas, ou objectos “quase a roçar a arte”.
A partir de materiais novos e/ou usados, usa principalmente madeira e ferro e abusa de colagens, usando outros materiais como o fio, o tecido e algumas pedras semi-preciosas.
Faz questão de juntar a todas as peças um ou mais pontos de luz de forma a que, para além de decorativas, também possam ser úteis.
Esta colecção apresenta uma variedade de peças grandes e pequenas e, quase todas, formadas por grupos de duas ou três.
Autobiografia
Nasceu em 1948, em Tete, Moçambique. Filho de mãe indiana (Damão) e de pai italiano (Conversano di Bari), foi viver para Goa com dez anos, tendo vindo para Portugal em 1961. Estudou no Colégio de Ermesinde e viveu no Porto até 2016, ano em se mudou para Lisboa onde vive até agora.
Com uma grande aptidão para o desenho livre, cedo começou a ganhar prémios sempre que era desafiado a mostrar o seu talento e até ajudava o seu professor, que era arquiteto, nos seus trabalhos, durante as aulas do 8º, 9º e 10º anos.
No Porto, participou na sua primeira exposição colectiva, enquanto trabalhador de uma empresa e, mais tarde, quando iniciou a sua atividade como decorador de montras e eventos,(1993 a 2012), “deu asas” à sua imaginação e criatividade, tendo ganho vários prémios em concursos de montras. Foi considerado pela Associação de Vitrinistas de Portugal como o único cenógrafo, no país. Entretanto, a dra. Teresa Lapa, Conservadora da Casa Museu Teixeira Lopes, em Vila Nova de Gaia, surpreendida com vários dos seus trabalhos, enquanto membro de júri dos concursos de montras, convidou-o, em 1997, a apresentar uma retrospectiva dos seus trabalhos, na Galeria Diogo de Macedo, evocando que iria ser muito interessante, visto tratar-se de uma exposição completamente diferente do habitual. De facto, considerada inédita na história da Diogo Macedo, foi também, também, visitada por cerca de 600 alunos das escolas de Gaia. Seria a sua 1ª exposição individual.
Nesta, apresentou, pela primeira vez, duas esculturas em ferro. Uma, um Cristo, todo construído em verguinha de ferro de construção, com espessuras e diâmetros diferentes e com uma altura de mais de 2 metros. Esta escultura seguiu, por sugestão da Conservadora, para uma exposição colectiva, organizada pela Cooperativa da Árvore no parque de Exposições da Feira. Era a sua 2ª colectiva.
Em 2000, apresentou a 2ª exposição individual, no Porto, no restaurante Ribeira Douro. O tema “in tubo” era constituído por 6 peças em tubo inox com bases de 40×40 e alturas de 180 cm. e, teve direito a uma boa entrevista no Jornal Notícias.
Considerado uma pessoa muito criativa e experiente na área de decoração de montras e eventos, foi várias vezes convidado para palestras e entrevistas. Numa Feira da Porto Jóia, foi elogiado o conceito de “LIXO DE LUXO” que é, um pouco, o trabalho que vem realizando sobre o aproveitamento de material que “já não presta” e que, como também se pode ver nesta exposição, pode resultar em trabalhos muito interessantes.
Mais recentemente, em 2020, realizou a sua 3ª exposição individual, em Lisboa.
Os seus objectos de arte encontram-se representados em coleções particulares, no Porto e em Lisboa.
MACARÉU – Associação Cultural
NORMAN RAMUNNI
2 JULHO – 28 JULHO
29 de Maio
Às 16:00
Abertura da exposição BIRRO, patente até 23 de Junho
BIRRO é o titulo da exposição que reúne três trabalhos de três estudantes de 4º ano da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e que irá abrir ao público no próximo dia 29 de maio, sábado, pelas 16h00, na Macaréu – associação cultural.
Na inauguração será possível ver uma das performance de Inês Tinoco e os trabalhos ‘Matéria disponível’ de Rosinda Casais e ’Transformação’ de Bruno Bordalo.
Inês Tinoco, na inauguração do dia 29, irá apresentar ‘(In)animados’, um ensaio sonoro que dá voz a corpos silenciosos. Este projeto é proveniente de uma sequela de experimentação do som escultórico, como a exploração da música no ruído. Os atos são exercícios de exploração física que transformam o ruído atmosférico. O caótico melódico é consentido. É aconselhável um ouvido desatento. O público é convidado a assistir a um primeiro momento de atuação sobre a instalação, que depois permanecerá aberta a quem lhe quiser pôr a mão.
‘Matéria disponível’ de Rosinda Casais foi elaborado de março a junho de 2020, durante o primeiro distanciamento social devido à covid-19. Consiste nos restos da fachada do prédio onde ela habita e numa composição que sobrepõe o registo fotográfico de diversas comunicações visuais realizadas no pátio desse prédio e imagens retiradas do euronews. É, por isso, um trabalho que fala de isolamento e da necessidade de comunicar e viajar dentro de casa, mas também dos momentos mediáticos que preenchiam toda essa atmosfera.
‘Transformação’ de Bruno Bordalo consiste num conjunto de objetos em gesso que após moldados sofrem a transformação. As diferentes peças encaixam umas nas outras e criam uma ligação. O conjunto é de conexão, tal como a ligação que existe entre pessoas. Os laços familiares, a amizade e as vivências moldam-nos e diferenciam-nos de qualquer outra espécie. O abraço e o toque são algo que nos caracteriza como seres humanos e, em ‘Transformação’, são materializados com gesso.
A exposição com trabalhos de Rosinda Casais e Bruno Bordalo permanecerá até 23 de junho, sextas-feiras e sábados, a partir das 18h00.
As visitas devem ser agendadas com antecedência através do contacto telefónico +351 933 135 993.
30.04
Às 18.30 h
Abertura da exposição de Elsa Melo GET A REAL JOB.
“Get a Real Job” é uma exposição que conta com um conjunto de obras em tela e papel da artista Elsa Melo.
O questionamento sobre o consumismo, o sistema e o lugar que cada um tem na sociedade por aquilo que é ou tem, são os assuntos mais explorados nas obras expostas.
A artista apresenta-nos ainda, através da sua expressão artística, as personagens que habitam o seu inconsciente que, ora aparecem em primeiro plano da tela, ora se escondem no plano de fundo da mesma. E, admite apropriar-se dos ícones familiares aqui mostrados para que a sua mensagem chegue facilmente ao espetador.
O tema desta exposição foi escolhido à luz de uma obra da artista que faz parte desta mostra, e pretende colocar o público numa posição de questionamento sobre o que é “um verdadeiro trabalho” e qual o valor real dessa expressão no indivíduo singular e plural contemporâneos.
Nota Biográfica
Elsa Melo nasceu no Porto em 1991, licenciou-se em Cinema e Audiovisual na Escola Superior Artística do Porto, adquiriu o grau de mestre em Estudos Artísticos, na vertente de Estudos Museológicos e Curadoriais, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e começou, posteriormente, a construir o seu percurso na pintura de forma autónoma e espontânea.
A artista admite ter como principais inspirações o neoexpressionismo dos anos 80, o legado do pintor Jean Michel Basquiat, as máscaras africanas e a arte outsider e mostra um grande interesse na exploração de diversos materiais.
Elsa dá a conhecer uma forma de expressão claramente inovadora. Aqui, a apropriação da cultura Pop e a presença de diversas personagens funcionam como motor de questionamento relativo àquilo que é, nos dias de hoje, a relevância do consumismo, do sistema e do posicionamento social.
MACARÉU – Associação Cultural
ELSA MELO
30 ABRIL – 26 MAIO
10.10
Às 18.30h
Abertura da exposição individual de Nuno Moutinho
40 anos não são 40 dias
MACARÉU – Associação Cultural
NUNO MOUTINHO
10 OUTUBRO – 11 NOVEMBRO
11.09
Às 19.00h
Abertura da exposição individual de cerâmica de Olga Ferreira
No Outono
Olga Ferreira Iniciou-se na aprendizagem das artes no atelier de pintura de Eveline Oliveira, em 1992. Em 1998, em consequência de uma visita a uma exposição dos alunos da Cooperativa Artística Árvore e impressionada com o trabalho de Helmar, inscreveu-se como aluna do curso de cerâmica sob direção do ceramista João Carqueijeiro.
Com este seu mestre, continua a aprender e sob sua orientação desenvolve projectos como o que aqui se apresenta.
Em 2005 iniciou com quatro artistas o projecto Oficina 2000&5, um espaço de cerâmica artística, terminado em final de 2009. Tem no seu curricula exposições colectivas e está representada em coleções particulares.
MACARÉU – Associação Cultural
OLGA FERREIRA
NO OUTONO
11 SETEMBRO – 7 OUTUBRO
7.03
Às 16.00h
Abertura da exposição individual de pintura de Rodrigo Costa
O tempo não fica nem espera
… Do Tempo colho, apenas, o tempo que me resta. Desde o princípio. Cantando-lhe os encantos, como quem colhe flores; como quem, entre escolhos, usa os olhos, do corpo e da alma, tentando ver para lá do efémero… Como se as formas e as cores sejam sinais de chamamento fundamentado na voz da Existência… porque existir é ver. Com os olhos do corpo e da alma…
Rodrigo Costa
24 . 02 . 2020
Rodrigo Vieira da Costa | 4 de Setembro de 1952, em V. N. de Gaia | Curso Geral de Artes Visuais, da Escola de Artes Decorativas de Soares dos Reis.
Durante 20 anos, desenvolveu a sua actividade profissional como designer e ilustrador gráfico. Dedica-se, desde 1990 e em exclusivo, à actividade artística, com obras, de que é autor, presentes em colecções particulares, em Portugal, Espanha, França, Irlanda, Inglaterra e Índia; e em instituições públicas e privadas, tais como a Câmara Municipal de Gaia, casa-Museu João Mário; Millennium bcp e Banco Português de Investimento.
Exposições individuais:
1990 – Teatro Rivoli, Porto; 1991– Casa Tait, Porto | 1992– TLP, Porto | 1993– SNBA, Lisboa | 1994– Galeria Escada 4, Cascais | 1995– Galeria DaVinci, Porto | 1997– Espaço de arte Eugénio Torres, Porto | 1998– SNBA, Lisboa; Casa-museu Teixeira Lopes, V N de Gaia | 2000– Galeria ART K, Paris | 2001– Galeria da Casa do Pessoal da RTP, Lisboa | 2004– Euroarte, Lisboa | 2005– Galeria DITEC, Lisboa; 2007 – Irish Art Fair, Dublin | Art London, Londres, integrado na Mauger Moder Art | AVIZ, galeria de arte, Porto; 2008–Mauger Modern Art, Bath UK | 2010– Anglo-Portuguese Society, Londres | Paula Cabral, galeria de arte, Lisboa | 2012 – Galeria Artes – Solar de Stº António, Porto | 2016 – Ordem dos Médicos, Porto | 2017 – Espaço Arte Livre, Lisboa | 2018 – Museu de Ovar, Ovar; Galeria Zeller, Espinho | 2019 – Livraria Barata, Lisboa.
Participou em inúmeras exposições de carácter colectivo, de entre as quais, Jorgensen Fine Art, Dublin; Royal Academy of Arts, Summer Exhibition 2012, Londres | ROI – Royal Intitute of Oil Painters, London, 2013.
Design:
2001 – Jarra, em biscuit, produzida pela Vista Alegre, para celebração da Cidade do Porto como Capital Europeia da Cultura, em 2001 | 2004 – Jarra, em cristal, com dragão, produzida pela Atlantis | 2008 – Design do álbum Dowload Junk, da banda canadiana, Moneyshot, sediada em Londres. A capa reproduz o seu quadro “Como Marcas Deixadas Por Um Deus De Tão Longe…”.
Livros:
1990 – Apontamentos sobre o Porto / desenhos a pastel, com textos de Anabel Paúl, Sérgio Mourão e do Escultor Silva Nogueira —edição patrocinada pelo Banco Pinto e Sotto Mayor | 1992 – Rodrigo Costa, por opção / pintura, com textos de Arnaldo Silva, Prof. Daniel Serrão, Fernando Jasmim, Manuel António Pina e do autor | 1996 – Trinta Poemas / poesia, com prefácio de António Almeida Matos, e editado pela Estar editora | 2000 – Sem título / pintura, com textos de Arnaldo Silva, prof. Mário Rocha, Martins Vouzela e do autor | 2003 – Arte: que investimento?…, ensaio, 1ª edição, com prefácio de Tiago Krusse e publicado por Terramágica editora | 2007 – Amor: tragédia e redenção / sátira poética, com intervenção e prefácio de Arnaldo Silva, e publicado pela Papiro editora | 2009 – Arte: que investimento?…, ensaio, 2ª edição, reformulada, com prefácios de Helena Branco e de Tiago Krusse | 2010– The Landscape as the place of Everything / A paisagem como lugar de tudo, bilingue, com poemas de Eileen Mayer, poetisa Irlandesa, e prefácio de John Kelly | 2014 – Eu, o Woody e o Piano, entre Coincidências, sátira, com prefácio do jornalista António Simões | 2016 – INSPIRAÇÃO com suor . suor sem INSPIRAÇÃO, ensaio, com prefácio do maestro António Vitorino d’Almeida, edição K innovative diffuser.
MAIO 2019
MACARÉU – Associação Cultural
O TEMPO NÃO FICA
NEM ESPERA
RODRIGO COSTA
7 de Março – 8 de Abril
Exposição de escultura cerâmica de João CARQUEIJEIRO
Abertura no dia 8 de Fevereiro, às 18.30h, na Macaréu
“Escombros” – Instalação Cerâmica – 12 elementos
Ano 2018
Materiais: Grés, óxidos e vidrado de cinzas, queima a 1250º C
Dimensões: Variáveis – 250cmx200cmx200cm
Quase Sinopse
“…Cada árvore é um pássaro renascido, uma promessa em suspenso nas mãos do artista. Um combate surdo entre o silêncio/negro e a explosão da cor que se pronuncia…”
Eduardo Leal
Poeta/Filósofo/Dramaturgo
Excerto do texto para a exposição no Museu da Guarda no âmbito do “ Siac 4 “ no ano 2019.
Painéis Cerâmicos:
45x45x3 cm
Série Intitulada ” Paisagens Perdidas”
Realizadas a partir de 2018, continuando esta série, como ideia central a abstração paisagística, quer terrestre, quer marítima, quer somente as atmosferas.
MACARÉU – Associação Cultural
E S C O M B R O S
(escultura cerâmica)
JOÃO CARQUEIJEIRO
8 de Fevereiro – 4 de Março
Back to the Future
Exposição de fotografia de Vladimir Omeltchenko
Abre no dia 4 de Janeiro, às 18.00h
Vladimir Omeltchenko, profissionalmente um músico, desde sempre teve um grande interesse pelo mundo da fotografia. Começou a tirar as suas primeiras fotos ainda na adolescência, a preto e branco, na altura com uma máquina da família, muito simples, da marca soviética “Smena”, de 35 mm.
Com a passar do tempo, o gosto pela fotografia cresceu e foi aumentado a sua “produção” fotográfica, distribuindo as suas obras pelos amigos e colegas ainda na escola. Nesta mesma altura experimentou várias técnicas, fazendo as exposições na sua Alma Mater, com as fotografias impressas pelo próprio, em casa, num laboratório improvisado.
Com a sua máquina fotográfica de espelho “Zenit”, passou para o mundo de fotografia a cores, levando-a em viagens, também nas muitas digressões da Orquestra Sinfónica dos Urais ao estrangeiro. Ao chegar a Portugal, com essa mesma máquina Zenit, testemunhou as belas paisagens do País e deslumbrou-se com novos horizontes.
Embora a presente Exposição seja a primeira oficial do autor, já há muito que o mesmo, graças a recursos tecnológicos da Net, publica e partilha as suas impressões visuais com os amigos, espalhando e divulgando pelo mundo inteiro as belezas de Portugal.
MACARÉU – Associação Cultural
BACK TO THE FUTURE
(fotografia)
VLADIMIR OMELTCHENKO
4 de Janeiro – 5 de Fevereiro
MACARÉU – Associação Cultural
FAZER A CIDADE
Exposição de fotografia do
Porto de 1925
(acervo particular de César Romão)
7 Dezembro – 2 de Janeiro
MACARÉU – Associação Cultural
HELENA CARDOSO
REFLEXÃO
Foto de Teresa Teixeira
9 Novembro – 4 Dezembro
A abertura da exposição Reflexão
de Helena Cardoso e visualização de um
documentário sobre o projecto será no dia 9.11, às 18.00h. Haverá, também, uma
conversa com a Arq. Fernanda Alcântara.
A exposição estará patente na
Macaréu até 4 de Dezembro.
A tarefa de proteger as artes populares é (…) extremamente delicada, pelas restrições que pode trazer à sua evolução. Sendo a arte um organismo vivo, tem naturalmente suas contingências de evolução e desaparecimento. Qualquer tentativa de prolongar a sua duração pode perturbar a sua verdade, transformando-a em coisa artificial e anacrónica. Outro perigo é o das adaptações que podem ser tentadas em torno de elementos verídicos de arte popular, para especulações industriais e turísticas. Deforma-se a tradição, inutilmente, pois, destituído de seu fundamento de verdade, de significado, de expressão humana, tudo são sinais exteriores, sem funções, destinados a uma decadência inglória. Não se pode, por outro lado, impor a um povo formas de arte já vividas por ela mesmo, se elas não foram sustentadas pela sua sensibilidade. Não se pode reatar uma tradição interrompida.
Cecília
Meireles, As artes plásticas no Brasil, Artes populares, 1968:23-24
Helena Cardoso (Porto, 1940) é designer e artista
plástica.
Em
1987 integrou o projecto “Formação, Capacitação Profissional de Mulheres”,
organizado pela Comissão da Condição Feminina (CCF) no âmbito do qual criou e
formou os grupos “Combate ao Frio” (lã) em Relvas, “Capuchinhas” (burel) em
Campo Benfeito e “Lançadeiras” (linho) em Picão.
A convite
do Instituto de Apoio à Emigração e Comunidades Portuguesas, integrou em 1991 o projecto Saberes
Antigos/ Perspectivas Novas, dirigido à mulher emigrante na divulgação da
cultura portuguesa na área artesanal, dando formação emFrança, Alemanha, Holanda, Luxemburgo e Bélgica,
Colaborando há mais de 30 anos com as mulheres
das regiões carenciadas de Portugal, alertando para a condição da mulher e
contribuindo para a preservação e continuidade dos saberes tradicionais, tem
diversificado o seu trabalho artístico pelas parcerias que foi estabelecendo
tanto com artesãs da área têxtil – tecelãs e bordadeiras, mas também com
ceramistas, penteeiros, ourives e outros mesteres e artífices, aplicando o seu
saber e criatividade na produção de peças contemporâneas de usos e tipologias
diversas, aliando design & tradição.
De entre os locais onde expôs e apresentou
passagens de modelos em Portugal, destacam-se o Museu do Traje de Viana do
Castelo (1995), o Museu Nacional do Traje em Lisboa (1999), o Museu Nogueira da
Silva em Braga (2001), o Museu Nacional de Machado de Castro (2001), o Museu de
Arte Contemporânea de Serralves (2001), o Centro Cultural de Vila Flor em
Guimarães (2007). No estrangeiro apresentou o seu trabalho no Brasil, França,
Venezuela, Espanha, Porto Rico e Macau.
Participa em inúmeros colóquios, debates e
mesas redondas sobretudo sobre temas relacionados com design e renovação
dos saberes tradicionais.
Recentemente destacam-se os convites para a
realização de peças têxtil para Árvore da Vida, Capela do Seminário
Conciliar de São Pedro e São Paulo, em Braga (2011), cujo projecto envolveu
artistas como Ilda David, Manuel Rosa e Asbjorn Andresen, e para a concepção do
paramento para a ordenação Episcopal do Arcebispo D. José Tolentino Mendonça,
Arquivista e Bibliotecário do Vaticano (2018). A par do seu trabalho individual
com marca própria, colabora actualmente com a Casa da Lã em Bucos,
Cabeceiras de Basto.
Recebeu várias menções honrosas e prémios a
nível nacional e internacional das quais se destacam o
primeiro prémio da Categoria Internacional da FERINART – Feira Internacional
de Artesania em San Juan, Porto Rico (2006) e a Comenda da Ordem de Mérito concedida
pelo Presidente da República, Dr Jorge Sampaio (2003).
A artista vive e trabalha entre a cidade do
Porto e algumas aldeias do norte de Portugal.
Macaréu – Associação Cultural
porto – paris – porto
Biografia Rui Mendes Rui Manuel Varejão Mendes nasceu no Porto, a 29 de outubro de 1954, na freguesia de Cedofeita. Frequentou a escola primária da Caramila, e o Liceu Normal de D.Manuel II. Em setembro de 1971, partiu para França onde trabalhou, durante treze anos, e onde estudou fotografia. Regressou a Portugal em 1984, dedicando grande parte do seu tempo à reportagem fotográfica a par da sua atividade profissional, no setor do comércio de fruta. Em 2006, ingressou na Faculdade de Letras do Porto, onde obteve a Licenciatura em Línguas , Literaturas e Culturas, na variante de Português/Francês. Como fotógrafo, participa em diversas exposições como a “Objectiva-84” e “Objectiva-86”, da Festa do Avante. Expôs, individualmente, no Pavilhão da Emigração, da Festa do Avante 1984, sobre o tema “Portugueses em França”, com um conjunto de 20 fotografias. Expôs alguns trabalhos no 1.o Salão de Fotografia «Alegria-88», Braga. Em 1989, participa na Exposição Le Rêve Portugais- 25 ans d ́Immigration Portugaise en France, organizada pelo CEDEP, Paris. Em 2014, regressa ao fascínio do fenómeno fotográfico e participa na exposição de fotografias “Álbum de fotografias 1969-1979 em Portugal” organizado pela galeria MIRA Forum, Porto. Participação com o amigo, António Fernandes, no “Diaporama: As pinturas de abril como forma de arte e liberdade de expressão”, na Casa da Música Mirandesa, Miranda do Douro e École de la Ventenayé, Graulhet, França (2014).
Ideia A razão deste projecto é dar propósito a milhares de fotografias escondidas durante 30 anos no armário de casa do Rui sem nunca terem sido mostradas ao público. As fotografias e as histórias representam a experiência de crescer, de emigrar, de descoberta de um novo país, de uma nova forma de vida. Representam a vida dos que tiveram de abandonar o seu país de origem na procura de uma vida melhor. Rui Mendes passou 13 anos a viver e a trabalhar em Paris, tendo saído do Porto quando tinha apenas 17 anos. Partiu como adolescente e regressou como homem para construir familia no país e cidade de origem. Durante estes anos, captou os ambientes em seu redor criando um retrato dos anos 80 em duas grandes cidades europeias — Porto e Paris. O seu maior interesse era fotografar pessoas, nas suas actividades do dia a dia, em locais familiares, como um distante observador que se aproxima e capta a sua fotografia, tentando estabelecer relação com a pessoa fotografada. O seu trabalho cria a sensação de como é viver entre duas cidades. O que é sentir-se em casa, quando a casa permanece só o sentimento. O seu trabalho está fortemente relacionado com a emigração portuguesa em França. Desde cedo, interessou-se em documentar a vida da comunidade Portuguesa em Paris com grande sensibilidade. Dos mercados às associações, dos seus locais de trabalho a festas, procurou os seus compatriotas, com quem partilhava histórias e fotografias e sentia mais em casa. Com as suas fotografias de rua criamos o sentimento de caminhar pelas ruas do Porto e Paris num tempo distante. Para muitos, esta viagem por estas ruas e locais pode ser pessoal, pois é uma histórica comum a muitas famílias portuguesas. O que parecia um registo aleatório fotográfico ganhou um propósito documental ao longo destas décadas e é essa importância pela nossa história e por a existência destes registos que, para nós este projecto faz todo o sentido.
Macaréu – Associação Cultural
À abertura da exposição é no dia 1.09, domingo, às 18.30h.
Daniela Sousa
Nasceu no Porto em 6 de Janeiro de 1968, na freguesia da Vitória, reside atualmente em Ovar. Licenciada em Agricultura Sustentada, pela Escola Superior Agrária de Bragança (ESA-IPB), Licenciada no curso de Professores do Ensino Básico, 2º ciclo-variante Educação Visual e Tecnológica. Mestre em Educação Artística pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Iniciou o percurso profissional na Industria Agroalimentar na área da Gestão e Controlo da Qualidade. Exerce atualmente atividade docente no Ensino Básico e Secundário no domínio das Ciências Agrárias, Educação Artística e Artes Visuais. O gosto pela fotografia emerge na adolescência quando lhe foi oferecida uma pequena máquina fotográfica que a transportou para um mundo novo, transformando-se numa companhia inseparável…captando momentos, desenvolvendo interesses. Alicerçada numa perspetiva autodidata é assim que vão acontecendo os progressos nesta área.
Mandalinices
Mandalinices é uma expressão criada que pretende aludir à “brincadeira”, “malandrice”, com mandalas. A expressão “Mandala” provém do sânscrito (língua clássica da Índia) e significa círculo. Composta pela palavra manda=essência e la=conteúdo, em suma “a que contém a essência” ou ainda “o círculo da essência”. O termo indiano, pretende designar desenhos circulares rituais e as mais significativas são encontradas no âmbito do Budismo Tibetano. Mandala, é uma representação simbólica, que interpreta a relação entre o Ser e o Universo, é um arquétipo e ilustra a noção de princípio, matriz, ordem, centro e totalidade. O Círculo, de dimensão transcultural, é também ele um arquétipo do inconsciente coletivo, que permite estabelecer pontes e criar inter-relações com as variadas áreas do saber e desconsiderando as interpretações, cuja significação simbólica comum, parece estar conotada com a proteção, o bem, a Paz… Mandalinices, resulta assim de uma pesquisa e reflexão sobre o “círculo da essência” no nosso universo quotidiano…
Luís Miguel Sousa
Nasceu no Porto em 4 de Setembro de 1969, na freguesia da Vitória. É formado em Cinema e Vídeo, pela Escola Superior Artística do Porto (ESAP), e Arqueologia, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP). Foi na adolescência, enquanto frequentou o liceu do Padrão da Légua, que teve os primeiros contactos com os fascínios da imagem, experimentando em cinema, animação, fotografia, gravura, banda desenhada, etc. Neste período começou a sua formação musical, frequentando, alguns anos depois, a Escola de Jazz do Porto. Iniciou o seu percurso profissional na ACE- Academia Contemporânea do Espetáculo, Escola Profissional, como docente em disciplinas de fotografia, vídeo e multimédia. Atualmente exerce funções no Teatro Municipal do Campo Alegre, no Porto. Ao longo do seu percurso tem colaborado em diversas produções audiovisuais multidisciplinares.
#Luzdouro
O rio Douro é um dos elementos estruturantes que formam o carácter único e extraordinário desta cidade do Porto. Nas suas margens, alcantiladas e intrincadas, brilham miríades de luzes e fogos-fátuos, que fascinam. Quando este rio está de bom humor e maré de feição, as suas águas, escuras e densas, parecem deter-se no seu percurso apressado para a Foz. Forma-se assim, um espelho perfeitamente polido pela ausência de brisa e corrente. Os reflexos multicoloridos que então se produzem, peculiares e exclusivos, impressionam vivamente quem os observa, mesmo que de forma inconsciente. #Luzdouro é um estudo fotográfico continuamente em aberto, uma demanda pela imagem mais fiel e impressiva e uma iniciação ao inusitado mister de “pescador de luzes”.
Macaréu – Associação Cultural
NELSON ISIDORO
PORTO
diferentes
expressões
7 JUNHO
– 7 JULHO
A abertura será no dia 7 de Junho às 20.00h.
Nelson Isidoro nasceu e vive no Porto. Profissionalmente esta ligado aos transportes internacionais. O gosto pela arte criativa levou-o a frequentar os cursos livres de pintura na Cooperativa Árvore com mestre Alberto Péssimo. Participa regularmente em exposições coletivas.
Macaréu – Associação Cultural
MANUEL MALHEIRO
Dois
Projectos
Exposição
3 Maio – 2 Junho
A abertura será no dia 3 de Maio às 19h.
Manuel Malheiro é natural
de Monção e trabalha no Porto.
O artista possui o Curso
Superior de Desenho e o Mestrado em Artes Visuais e Intermédia da Escola
Superior Artística do Porto (ESAP), onde foi professor. Foi assistente do
Professor Sá Nogueira na Escola Superior Gallaecia, em Vila Nova de Cerveira.
Entre 1994 e 1998, leccionou no CLIP – Escola Internacional do Porto e no
ensino oficial em Viana do Castelo.
Manuel Malheiro
frequentou um estágio de Desenho na National Academy of Design School of Fine
Arts of New York e actualmente leciona Artes Visuais no Curso Superior de Artes
e Multimédia da Universidade ISMAI.
Participou
em várias exposições individuais e coletivas, nacionais e internacionais, em
Mónaco, Alemanha, França, Espanha e Portugal.
Oficina de fotografia: O olhar que descobre, com Isabel Campos
Vivemos rodeados de imagens, mas raramente paramos para observar verdadeiramente o que nos rodeia.
Neste workshop convidamos-te a explorar a fotografia como uma forma de atenção ao mundo. Através de pequenos exercícios criativos inspirados em práticas contemporâneas de fotografia, vamos descobrir detalhes, luzes e perspetivas inesperadas no espaço à nossa volta.
Durante duas horas vamos caminhar, observar e fotografar, redescobrindo o olhar sobre o quotidiano.
Não é necessário ter experiência em fotografia, basta curiosidade e um telemóvel ou máquina fotográfica.
Este workshop é um convite para abrandar o ritmo e redescobrir o mundo à tua volta através de novos olhares. Há melhor forma de celebrar a chegada da primavera?
Grupo pequeno (máx. 10 participantes)
Facilitado por: Isabel Campos (Mestre em Fotografia Documental, com especialização em Fotografia Participativa e Terapêutica)Inscrições: isasousaleal@gmail.comTerapêutica)Inscrições: isasousaleal@gmail.com
22.03.26
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Inês Scot.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
15, 22 e 29.3.2026
Das 10.30h às 13.30h
Oficina CANTO SOBRE OS OSSOS – O Renascimento da Mulher Selvagem, com ClarissaZel Vargas
Quando a vida exige demais, deixar morrer o que já não somos; e renascer torna-se essencial.
Há um momento em que a mulher percebe que está cansada.
Cansada de viver a pisar em ovos.
Cansada de sustentar tudo.
Cansada de caber onde não cabe.
Cansada de se encolher para manter o mundo em equilíbrio.
Canto sobre os Ossos é Conto parte de um clube de leitura teatral criado para mulheres que desejam parar, não para fugir, mas para se ouvir.
Durante três encontros, mergulharemos nos contos La Loba e A Mulher Esqueleto, do livro Mulheres que Correm com os Lobos, da psicanalista junguiana Clarissa Pinkola Estés, e percorreremos essas narrativas como quem atravessa a própria espinha dorsal, os próprios ossos e a própria carne.
Histórias que falam de perda e reconstrução.
De instinto e maturidade.
De morte simbólica e renascimento consciente.
A proposta integra leitura mítica, teatro neuroemocional, Dança das Emoções, arteterapia simbólica e escuta empática; práticas que convidam à presença e à expressividade genuína.
Um espaço de colo e firmeza.
Um espaço seguro para sentir sem precisar se justificar nem rotular.
Um tempo para reconhecer o que precisa morrer.
Uma voz que chama para catar os próprios ossos.
Um silêncio para poder cantá-los.
Um tempo para ressurgir.
Aqui não é performance.
É arte que revela.
É lúdico que te envolve na escuridão.
É arte que reconecta corpo, memória e verdade.
Um clube teatral transformador para mulheres que desejam voltar a si; com mais consciência, mais autenticidade e mais liberdade interior.
Clarissa Zel Vargas é atriz formada em Teatro pela Universidade de Brasília (BR) e também em Jornalismo. Trabalhou como repórter e apresentadora no Brasil, mas foi na ficção; no teatro e nos curtas-metragens; que encontrou a forma mais honesta de falar do humano tangível.
Latina, movida pela emoção e pela expressividade que nasce antes da palavra, viveu nos últimos três anos no Reino Unido, onde participou em curta-metragem e deu aulas de teatro em escolas. Atualmente aprofunda sua formação em Teatro Neuroemocional.
É certificada em Dança das Emoções e já facilitou diversos grupos de mulheres dedicados à expressividade autêntica do feminino selvagem, integrando teatro, narrativa simbólica, trabalho corporal e práticas de escuta e criação coletiva.
Informações:
Vagas limitadas pois são poucas para não perder o caráter intimista do encontro.
1º lote promocional até 01 de março.
2º lote sustentável até 14 de março.
Possibilidade de participação avulsa, mediante disponibilidade. Valor acessível.
10.03-16.06.2026
Das 18.30h às 21.00h
Oficina de Interpretação de Poesia DUAS MÃOS E O SENTIMENTO DO MUNDO, com Emilene Lima
De modo a incentivar o desenvolvimento das práticas de leituras públicas em voz alta, esta oficina visa fornecer ferramentas de interpretação da poesia, fomentando a leitura e o contacto com texto poético. A proposta pedagógica aplicada difere-se na utilização de ferramentas trazidas da prática da formadora no teatro, e que buscam a potencialização dos diálogos, dos afetos, da compreensão de si, na articulação do pensamento através do texto poético.
O objetivo desta oficina é afinar canais de expressão e tornar a poesia acessível tanto para quem a lê e diz, como quem a escuta.
Carga horária de 37 horas, divididas em quinze sessões de 180min – com número limitado de participantes. As sessões são continuadas, sendo necessária a participação em todas as aulas.
Ao final do ciclo realiza-se uma apresentação pública para convidados.
link: https://forms.gle/KC2H1oFGHUZMo9q28EMILENE LIMA |1976 – BR| é atriz, diseuse, professora de teatro, preparadora corporal de atores e licenciada em educação para as artes no Rio de Janeiro. Desde 2017, vive na cidade do Porto onde atua no campo da cultura, teatro e educação, desenvolvendo um trabalho multidisciplinar, com especial foco em projetos artísticos de intervenção junto de diversas comunidades, oficinas para vários públicos nas áreas da performance e spoken word. Seus projetos são marcados pela interseção entre teatro, dança e poesia, evidenciando sua paixão pelas artes.
22.02.26
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Inês Scot.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
25.01.26
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Inês Scot.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
14.12.25
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Inês Scot.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
6.01.26
Das 14h às 16.30h
Improvisation and Meisner Workshop – Finding Authenticity and Presence
Workshop de Improvisação e Técnica Meisner – Encontro com a Autenticidade e Presença
Felix Schaefer
EN
Improvisation and Meisner Workshop – Finding Authenticity and Presence
Duration: 2.5 hours
Date: January 10th, 2026
Time: 2 PM – 4:30 PM
Price: 29 EUR, 19 EUR for friends of Macareu Cultural Centre
Languages: The teacher speaks English, and understands basic Portuguese. Participants can express themselves in English or Portuguese.
Workshop Objective:
This workshop helps actors, creatives, and all curious minds develop emotional truth, active listening, and spontaneity through improvisation exercises and the Meisner technique.
By the end, participants will:
Strengthen their instincts and stage presence
Gain confidence in improvisation
Learn the Fundamentals of Meisner Repetition
Discover an authentic emotional connection and genuine responses
The workshop is open to actors, creatives, and anyone curious about life—no previous experience is necessary.
Workshop Program:
2 PM | Arrival and Warm-up games
Objective: To relax, focus, and connect with the group’s energy.
Workshop de Improvisação e Técnica Meisner – Encontro com a Autenticidade e Presença Duração: 2h30 Data: 10 de janeiro de 2026 Horário: 14h – 16h30 Preço: 29 EUR, 19 EUR para amigos do Centro Cultural Macareu Local: Macaréu – associação cultural, Rua João das Regras 151, Porto Facilitador e Host: Felix Schaefer Websites:felixschaefer.me | portoprod.com Línguas: O professor fala inglês e compreende português básico. Os participantes podem expressar-se em inglês ou português.
Objetivo do Workshop
Este workshop ajuda atores, criativos e todas as mentes curiosas a desenvolver verdade emocional, escuta ativa e espontaneidade através de exercícios de improvisação e da técnica Meisner.
No final, os participantes irão:
Reforçar os seus instintos e presença em cena
Ganhar confiança em improvisação
Aprender os Fundamentos da Repetição Meisner
Descobrir uma ligação emocional autêntica e respostas genuínas
O workshop é aberto a atores, criativos e qualquer pessoa curiosa sobre a vida—não é necessária experiência prévia.
Programa do Workshop
14h | Chegada e Jogos de Aquecimento Objetivo: Relaxar, focar e conectar com a energia do grupo.
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Inês Scot.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
(*) contribuição mínima sugerida 5 €
Inscrição prévia necessária
Inscrições e informações : scotines77@gmail.com; Telem: (+351) 92 5351268Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
16, 23 e 30.11.25
Das 11h às 13h
Clube de Leitura Teatral – Mulheres que Correm com os Lobos
Um convite para mulheres que desejam parar, respirar e se reencontrar.
Um espaço de pausa e criação, onde a leitura se transforma em corpo, voz e presença.
Inspirado no livro “Mulheres que Correm com os Lobos”, de Clarissa Pinkola Estés, este clube é um mergulho no feminino instintivo — aquele que sente, imagina e cria.
Aqui, cada encontro é uma vivência: leitura simbólica, roda de partilha e práticas teatrais que despertam expressividade, intuição e liberdade.
O que esperar:
• Um tempo para si— um regresso à sua natureza selvagem
• Leitura guiada e reflexões sobre o conto elegido
• Vivências teatrais leves e criativas (não é preciso experiência em teatro)
• Um espaço-seguro-de-pausa-na-semana e partilhas genuínas, com mulheres reais, que se escutam e se fortalecem por meio de reflexões, criações autênticas e autodescobertas.
Público: mulheres 21+, interessadas em autoconhecimento, arte e reconexão com o feminino
A leitura prévia do conto escolhido é bem-vinda, mas não obrigatória — o essencial é a presença e abertura para viver o momento.
Contribuição: 17 € por encontro | 45 € (três domingos)
Atriz, professora e comunicadora trilingue, formada em Artes Cénicas (UnB) e Jornalismo (IESB). Há mais de dez anos facilita processos criativos que unem teatro, storytelling e arteterapia simbólica, ajudando mulheres a despertarem sua voz autêntica e a se expressarem com mais presença, leveza e poder criativo.
26.10.25
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Inês Scot.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
(*) contribuição mínima sugerida 5 €
Inscrição prévia necessária
Inscrições e informações : scotines77@gmail.com; Telem: (+351) 92 5351268Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
25.10.25
Às 17.00h
Oficina: Aromaterapia na saúde músculo-esquelética, com Benedita Santos
A formadora Benedita Santos é aromaterapeuta clínica certificada, professora de yoga e de Mindfulness, tendo vindo a explorar, nestes percursos várias técnicas e ferramentas para um maior equilíbrio emocional.”
28.09.25
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Inês Scot.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
(*) contribuição mínima sugerida 5 €
Inscrição prévia necessária
Inscrições e informações : scotines77@gmail.com; Telem: (+351) 92 5351268Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
11, 18, 25 Outubro e 8 Novembro
Das 16.00 às 18.00 h
Oficina Olhar a Figura, formas de abordagem (módulo II). Com Rodrigo Costa.
Olhar a Figura . formas de abordagem.
… Projecto de acesso livre, sem limitações, ao nível de conhecimento. Importante é, apenas, o INTERESSE de quem estiver presente.
A duração dos encontros será de 2 horas —4 sábados: de 11, 18 e 25, de Outubro,e 8 de Novembro, das 16:00 às 18:00
Este é o segundo módulo, mantendo-se o carvão como meio de trabalho.
Inscrições até 30 de Setembro —limites: 4, no mínimo; 6, no máximo.
Os inscritos devem fazer-se acompanhar do seguinte material: CARVÕES; BORRACHA MOLDÁVEL; BLOCO OU FOLHAS de PAPEL A3; e PRANCHETA.
Rodrigo Vieira da Costa | 4 de Setembro de 1952, em V. N. de Gaia | Curso Geral de Artes Visuais, da Escola de Artes Decorativas de Soares dos Reis.
Durante 20 anos, desenvolveu a sua actividade profissional como designer e ilustrador gráfico. Dedica-se, desde 1990 e em exclusivo, à actividade artística.
Obras, de que é autor, presentes em Portugal, Espanha, França, Irlanda, Inglaterra e Índia; e em instituições públicas e privadas, como: Câmara Municipal de Gaia, casa-Museu João Mário; Millennium bcp e Banco Português de Investimento.
Várias exposições individuais, e inúmeras colectivas, de entre as quais, na Jorgensen Fine Art, 2008, Dublin | Royal Academy of Arts, Summer Exhibition 2012, Londres | ROI – Royal Intitute of Oil Painters, London, 2013.
Vários trabalhos, em design, e vários livros publicados. Bibliografia: … A Luz, sobretudo, a Luz… – monografia publicada, em 2022, pela Kinnovative diffuser.
Clube de Teatro da Macaréu (CTM)
8ª edição
(apenas para associados da Macaréu – associação cultural)
AVISO
A 8ª edição do CTM – CTM (8) – terá início a 1 de Outubro de 2025.
As oficinas do CTM são semanais, decorrendo à quarta feira, das 19h às 20.30h.
O encenador responsável é o TÓ MAIA, podendo ser coadjuvado por Fernando André e outros.
Todos os interessados em participar na oitava edição do CTM deverão inscrever-se até ao final do mês de Setembro.
Só poderá inscrever-se no CTM quem for associado da Macaréu – associação cultural. Se ainda não é, deverá tornar-se associado da Macaréu – associação cultural, o que poderá fazer presencialmente, mediante o preenchimento da ficha de associado e o pagamento da quota anual de 12.00€, no diaem que se inicie o CTM (8).
Para inscrições no CTM (8), e mais informações, contactar: macareu.porto@gmail.com
Cada membro inscrito no CTM deverá pagar 30€ ao encenador (Tó Maia), no fim de cada mês.
A receita total obtida com a apresentação da peça, no final do ano de trabalho, reverterá totalmente para o nosso encenador.
Atendendo a que se trata de uma atividade de grupo, é muito importante que cada um tenha consciência da sua importância como elemento interactivo com os demais participantes, de modo a reforçar a coesão e robustez daquele. Manter um espírito de equipa, estar atento e receptivo para ouvir o(s) outro(s), é fundamental para o sucesso do trabalho a construir por todos.
Os ensaios semanais são muito importantes, pelo que as faltas só poderão ser aceites por motivos de força maior, plenamente justificados. Se alguém faltar frequentemente aos ensaios (até 1/3 do número de ensaios), será desaconselhado de frequentar a oficina, não podendo participar no espectáculo final.
Tó Maia
Formou-se em História da Arte na Faculdade de Letras da Universidade do Porto em 2007.
Inicia a sua atividade como ator em 1990, tendo trabalhado em várias companhias e projetos teatrais na cidade do Porto: Teatro Art’Imagem, TEP – Teatro Experimental do Porto, Cão Danado, Seiva Trupe, entre outras companhias e projetos independentes.
É diretor do Teatro Aramá, desde a sua formação em 1995, onde exerce funções de ator, encenador e produtor.
Formação Teatral – Participa em vários Workshops de formação: Butôh orientado por Christine Chu Shinae, Workshop de interpretação “teatro da crueldade” dirigido por Martin Williams, Curso “ Circus Skills and Outdoor Theatre (Teatro Circo), na Escola Nacional de Circo Fool Time, em Bristol, Inglaterra. Curso “Celebrating Arts no“ Welfare State International em Overtones, Inglaterra.
Encenador e ator – Trabalhou, entre outros, autores como: Franz Kafka, Robert Walser, Harold Pinter, Oscar Wilde, Jim Cartwright, Karl Valentin, Copi, F. Garcia Lorca, Javier Tomeo, Ésquilo, Sófocles, Bertholt Brecht, Shakespeare, Molière, Jean-Paul Sartre, Georg Büchner, Fernando Pessoa, Almada Negreiros e António Lobo Antunes, inéditos.
Trabalhou, entre outros, com os encenadores: João Paulo Costa, João Brites, Bim Maison, Roberto Merino, Jacinto Durães, Joclécio Azevedo e Cláudio Lucchesi.
Formador
Desde 1999, orienta vários Workshops de iniciação ao teatro em meios universitários e associativos. Mantendo -se atualmente como formador e encenador do Tic – Tac . Teatro Amador de Ciências, UP.
Entre 2021/23 foi professor de História da Cultura e das Artes no Conservatório An-Dança em Famalicão .
Entre 1994 e 2019 trabalhou a Expressão Dramática/Teatro em escolas do primeiro ciclo e pré-escolar dentro de diferentes projetos e iniciativas de várias entidades públicas e privadas, e ainda em contextos terapêuticos.
Fernando André
Nasceu em 1996. Formou-se em Interpretação na ACE, Escola de Artes no Porto.
Como ator participou nos espetáculos “Sonho de uma noite de Verão” de Shakespeare; “Os Europeus” de Howard Barker;”Comemoração” de Harold Pinter; “Cristo” de Federico Garcia Lorca; “Os Heróis que não aterram na ilha dos Contos” no âmbito do FITEI, 2022; “Porque Não Posso” no âmbito do projeto de capacitação social AIIA, da Câmara Municipal do Porto sob a direção da Pele e a produção da Apuro; “As Três Marias”, produção da Seiva Trupe e encenação de Tó Maia; “Noite de Solidão no Capim”, texto e encenação de Jorge Castro Guedes, produção da Seiva Trupe; “Essa Cadeira Não É Minha”, “Uma Gaiola Saiu à Procura de um Pássaro” com textos de Franz Kafka, entre outras produções do Teatro Aramá.
Para além de ator, tem encenado, co-encenado, assistência de encenação e produzido vários espetáculos de diferentes companhias e projetos:
“Teatro do Vestido”; “É!”, no âmbito do projecto AIIA de capacitação social da Câmara Municipal do Porto sob a direção e a produção da Apuro, Interpretação, produção e assistência de encenação; Em 2022 encenou os espetáculos “Telejornal”, “Sonhos” e co-encenou com Rui Spranger o espetáculo “Cidade do Peito Aberto” no âmbito das oficinas artísticas dos Fenianos do Porto. Assistente de encenação de Jorge Castro Guedes pela Seiva Trupe na produção ” Bairro Noite e Dia”;,Ator/cantor e coencenador com Tó Maia, Sandra Salomé e Iúri dos Santos, do “Quase Concerto: Mortos e Vivos”. Composição de Tó Maia; textos Fernando Pessoa, Rainer Maria Rilke, Oscar Wilde e Arthur Rimbaud. Produção Teatro Aramá; entre outros.
Cinema
Frequentou workshops de cinema com nomes como Afonso Pimentel e Paulo Ferreira, tendo participado em várias curtas-metragens.
6/13/20/27.10 e 3.11
Às 18.30h
Oficinas de Interpretação de Poesia, com Emilene Lima
De modo a incentivar o desenvolvimento das práticas de leituras públicas em voz alta, esta oficina visa fornecer ferramentas de interpretação da poesia, fomentando a leitura e o contacto com texto poético.
A proposta pedagógica aplicada difere-se na utilização de ferramentas trazidas da prática da formadora no teatro, e que buscam a potencialização dos diálogos, dos afetos, da compreensão de si, na articulação do pensamento através do texto poético.
O objetivo desta oficina é afinar canais de expressão e tornar a poesia acessível tanto para quem a lê e diz, como quem a escuta.
Carga horária de 12 1/2 horas, com número limitado de participantes. As sessões são continuadas, sendo necessária a participação em todas as aulas.
Na última aula do ciclo realiza-se uma apresentação pública para convidados, com o principal intuito de partilhar o processo dos alunos.
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Inês Scot.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
(*) contribuição mínima sugerida 5 €
Inscrição prévia necessária
Inscrições e informações : scotines77@gmail.com; Telem: (+351) 92 5351268Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
29.06.25
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Ana Scott.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
(*) contribuição mínima sugerida 5 €
Inscrição prévia necessária
Inscrições e informações : scotines77@gmail.com; Telem: (+351) 92 5351268Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
28.06.25
Às 17.00h
Oficina: Aromaterapia na saúde músculo-esquelética, com Benedita Santos
Neste workshop vamos explorar as propriedades terapêuticas e as suas utilizações para a saúde músculo-esquelética. Depois de estudarmos 5 óleos essenciais, e como bónus alguns óleos vegetais vamos aprender as suas propriedades para segura aplicação.
Cada participante vai poder fazer a sua própria sinergia de acordo com as suas necessidades, tendo sempre em conta as possíveis contraindicações. Para melhorar condições como contraturas musculares, artrites, reumatismo e até entorses. Todos os participantes terão também acesso ao manual.
Este workshop não está associado a nenhuma marca.
Benedita Santos
A formadora Benedita Santos é aromaterapeuta clínica certificada, professora de yoga e de Mindfulness, tendo vindo a explorar, nestes percursos várias técnicas e ferramentas para um maior equilíbrio emocional.”
7, 14, 21 e 28 de Junho
Das 16.00 às 18.00 h
Oficina Olhar a Figura, formas de abordagem. Com Rodrigo Costa.
… Projecto de acesso livre, sem limitações, ao nível de conhecimento. Importante é que os participantes sejam pessoas interessadas.
A duração dos encontros será de 2 horas —4 sábados, 7, 14, 21e 28 de Junho, das 16:00 às 18:00, primeiro módulo—; tendo por ponto de partida, o desenho, com o carvão como meio.
Inscrições até 31 de Maio —limites: 4, no mínimo; 6, no máximo.
Os inscritos devem fazer-se acompanhar do seguinte material: CARVÕES; BORRACHA MOLDÁVEL; BLOCO OU FOLHAS de PAPEL A3; e PRANCHETA.
Rodrigo Vieira da Costa | 4 de Setembro de 1952, em V. N. de Gaia | Curso Geral de Artes Visuais, da Escola de Artes Decorativas de Soares dos Reis.
Durante 20 anos, desenvolveu a sua actividade profissional como designer e ilustrador gráfico. Dedica-se, desde 1990 e em exclusivo, à actividade artística.
Obras, de que é autor, presentes em Portugal, Espanha, França, Irlanda, Inglaterra e Índia; e em instituições públicas e privadas, como: Câmara Municipal de Gaia, casa-Museu João Mário; Millennium bcp e Banco Português de Investimento.
Várias exposições individuais, e inúmeras colectivas, de entre as quais, na Jorgensen Fine Art, 2008, Dublin | Royal Academy of Arts, Summer Exhibition 2012, Londres | ROI – Royal Intitute of Oil Painters, London, 2013.
Vários trabalhos, em design, e vários livros publicados.
Bibliografia: … A Luz, sobretudo, a Luz… – monografia publicada, em 2022, pela Kinnovative diffuser.
19, 26.05 e 02, 09 e 16.06
Das 18.30h às 20.30h
Oficina de Interpretação de Poesia, módulo III, com Emilene Lima A ESPANTOSA REALIDADE DAS COISAS – Fernando Pessoa e Heterónimos
No próximo ciclo da Oficina deInterpretação da Poesia – iremos desenvolver o trabalho com os textos/poemas da obra de Fernando Pessoa e Heterónimos.
A proposta pedagógica aplicada difere-se na utilização de ferramentas trazidas da prática da formadora no teatro, e que buscam a potencialização dos diálogos, dos afetos, da compreensão de si, na articulação do pensamento através do texto poético. O objetivo desta oficina é afinar canais de expressão e tornar a poesia acessível tanto para quem a lê e diz, como quem a escuta.
Ciclo: Fernando Pessoa & Heterónimos (Maio/Junho)
Carga horária de 10 horas (5 sessões 120 minutos), com número limitado de participantes. As sessões deste ciclo são continuadas, sendo necessária a participação em todas as aulas. Ao final das sessões – há uma apresentação pública para convidados.
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura. Com Ana Scott.
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente! Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Valor de participação: donativo consciente, para assegurar custos do espaço anfitrião (*)
(*) contribuição mínima sugerida 5 €
Inscrição prévia necessária
Inscrições e informações : scotines77@gmail.com; Telem: (+351) 92 5351268Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
19.04.25
Às 17h
Oficina de Aromaterapia no equilíbrio emocional, com Benedita Santos
Neste workshop vamos explorar as propriedades terapêuticas e as suas utilizações para uma maior equilíbrio emocional. Depois de estudarmos 6 oleos essenciais e as suas propriedades para segura aplicação, cada participante vai poder fazer a sua própria sinergia de acordo com as suas necessidades, tendo sempre em conta as possíveis contra indicações. Vão ter tambem acesso ao manual. Este workshop não está associado a nenhuma marca.
A formadora Benedita Santos é aromaterapeuta clínica certificada, professora de yoga e de Mindfulness, tendo vindo a explorar, nestes percursos várias técnicas e ferramentas para um maior equilíbrio emocional.
13.04.25
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura, com Inês Scot
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si. Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente!
Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
7.04.25
Às 19.30h
Oficina de Interpretação de Poesia, com Emilene Lima
De mãos dadas à fala de Ana Luísa Amaral “Preciso da minha língua à minha volta”, os participantes da oficina de interpretação da poesia, que durante o mês de março trabalharam exclusivamente as obras de poetas mulheres, apresentam-se segunda-feira dia 07 de abril no Macaréu pelas 19h30.
Estarão presentes as vozes de: Ana Luísa Amaral – Rupi Kaur – Cláudia R Sampaio – Adélia Prado – Lília Tavares – Maria do Rosário Pedreira – Sophia de Mello Breyner – Adília Lopes – Angélica Freitas – Maria Resende – Raquel Patriarca – Ana Hatherly – Hélia Correia – Elisa Lucinda e Bennedict Houart
A entrada é LIVRE, e ao final o palco estará aberto para quem quiser chegar junto para dizer poemas. O espaço é sujeito a lotação, mas nosso coração não!
5.04.25
Das 16h às 17h
Oficina Corpo e Movimento, com Fernanda Monteiro
Corpo que é rio é uma proposta que tem como objetivo trazer à tona a sensibilidade, a força, a sutileza, a leveza, a calma, a densidade e a velocidade de um tempo que reside dentro de nós. Através do curso do rio podemos nos defrontar com diversas realidades, relevos e atmosferas que sugerem uma mudança na substância do ser, sendo o corpo a expressividade máxima dessas variações. Será uma oportunidade de olharmos para dentro e nos revermos em espelho, assim como o leito de um rio recebe confortavelmente tudo o que existe ao redor.
Sobre a facilitadora: Fernanda Monteiro estudou Yoga, Tai Chi Chuan, QiGong Terapêutico e Pilates. Percorreu um longo caminho na dança, desde criança, tendo o privilégio de ter trabalhado com a coreógrafa Tânia Carvalho e aprendido com a Clara Andermatt, André Braga, entre outros. Estudou dançaterapia com certificação em Dança das Emoções. Participou também em teatro físico na Cia João Garcia Miguel e outros onde encontrou ferramentas para desafiar o corpo. Teve o privilégio de ser aluna da Eva Azevedo no método Farisogo Sira de danças africanas etnográficas da Guiné Conacri.
As vagas são limitadas e inscrições e informações poderão ser feitas através do e-mail info.corpomovimento@gmail.com ou via whatsapp para o número 91 295 36 88.
29-30.03.25
Das 9.00h às 18.00h
Oficina de Agricultura Ecológica, com Henrique Bastos
OBSERVAR A PAISAGEM
Sentir a natureza, ciclos de vida, os seus ritmos e fenómenos naturais
A ÁGUA
Bem precioso e escasso, motivo de luta em diferentes comunidades, tribos e países.
Como a utilizar de forma consciente, como a preservar, purificar.
MÉTODOS E PRÁTICAS DE UMA AGRICULTURA ECOLÓGICA
Melhorar comportamentos humanos, para uma eficaz Ação Climática.
IDENTIFUCAR COM PROFUNDIDADE AS MANIFESTACIES DAS PLANTAS
Sintomatologia, carências alimentares, deficiência do solo, pragas e doenças. Prevenção e tratamentos naturais.
A RELAÇÃO ENERGÉTICA ENERGÉTICA DAS PLANTAS
Capacidade de interação com elas aos vários níveis – Optimizar a sua forma natural na produção de alimento.
Utilização a nível terapêutico, para melhoria da nossa qualidade de vida, incrementando a saúde e o bem estar, tanto nosso como do Meio Ambiental.
Pretendo com este curso de Agricultura Ecológica, passar saberes, vivências e experiências de uma vida profissional ao longo de 43 anos, com os princípios e vivências da permacultura
Partilhar o somatório das experiências vividas e desenvolvidas, ao longo do contacto directo e permanente com as comunidades locais com quem trabalhei e na interação com os Jovens voluntários espalhados pelo mundo, é também um dos meus objectivos.
Saliento da minha longa experiência…
O contacto com os gloriosos Mestres, que me passaram os seus testemunhos, vivências e experiências.
A interação com o corpo científico ao longo das palestrar, em diversas Universidades.
Os fóruns, os encontros multiculturais e de saberes ancestrais.
As Centenas de comunicações facilitadas, em eventos de ecologia em imensos encontros de permacultura.
Os cursos, os workshops de agricultura orgânica, biodinâmica, biointensiva.
As construções das Hortas em Mandala, Hortas em Xamanismo, de acordo com os princípios da Permacultura, até à Pecuária natural.
Os projectos co-criados e implementados, sempre na visão da
“Eco Escola Terra” – a minha escola.
Colaborei ao longo destes longos anos, com imensos países em vários Continentes. Tendo o privilégio de trabalhar em locais do planeta únicos – montanhas com 5000 m de altitude, nos Andes, Deserto do Atacama, Lago Bataack, Floresta cerrada de Imbondeiros na África, na Selva Amazônica, Lago Magiori na Europa, nas 7 lagoas, lagoa das Furnas, parque natural de Megadono, nas 7 grandes Regiões do Continente e Açores – Foi precioso contribuir para a autonomia das comunidades a diversos níveis e assistir à transformação interna, à elevação da consciência, à felicidade, ao Amor sentido, de imensos Seres que por mim passaram…sei que as vibrações irradiadas por todos, foram a força e a motivação, para eu nunca desistir e alimentar a minha Alma.
É minha convicção, que através da semente da partilha que germinou e expandiu em conhecimento da Natureza e do respeito pela Mãe Terra, foi o meu grande contributo, que muitas vezes, com parcos meios de subsistência, mas com persistência e espirito de entrega, consegui fazer vibrar a minha energia e contribuir para um mundo melhor, em paz e em Amor!…
Bem Hajam!
Henrique Bastos, 2025
Inscrição obrigatória. 50 macaréus.
Oficina Corpo Movimento, com Fernanda Monteiro
Sábados, 16-17h (quinzenalmente)
Próxima sessão: 22.03.25
A dança como processo terapêutico é um caminho de reapropriação da linguagem corporal por meio de estímulos criativos que favorecem a conjunção do movimento ao “sentir” único e vivo de cada ser humano e baseia-se na possibilidade de uma mudança que permita sair e abandonar gradualmente a rigidez, o medo, a instabilidade, independente do estado psíquico, físico e social de cada um.
Fernanda Monteiro estudou Yoga, Tai Chi Chuan, QiGong Terapêutico e Pilates. Estudou também PNL Practitioner (nível I) e Constelações Sistémicas. Percorreu um longo caminho na dança desde criança, tendo o privilégio de ter trabalhado com a coreógrafa Tânia Carvalho e aprendido com a Clara Andermatt, André Braga, entre outros.
Estudou dançaterapia com certificação em Dança das Emoções.
Participou também em teatro físico na Cia João Garcia Miguel e outros onde encontrou ferramentas para desafiar o corpo. Teve o privilégio de ser aluna da Eva Azevedo no método Farisogo Sira de danças africanas etnográficas da Guiné Conacri. Frequenta de forma consistente danças sociais como Folk, Semba, Salsa, etc.
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura, com Inês Scot
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si.
Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente!
Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
Oficina Corpo Movimento, com Fernanda Monteiro
Quintas-feiras, 19.30-20.30h
A partir do dia 20 de fevereiro Corpo Movimento inicia um novo ciclo com sessões regulares de Movimentos Terapêuticos, todas as quintas-feiras das 19h30 às 20h30, onde serão abordados quatro métodos terapêuticos e somáticos distintos para tornar a sessão mais completa e eficaz.
Vem experimentar!
Fernanda Monteiro (facilitadora) estudou Yoga, Tai Chi Chuan, Chikung Terapêutico e Pilates.
Percorreu um longo caminho na dança onde encontrou ferramentas para tratar e recuperar o corpo.
Biosing é um método criado por Simone Sol em 2015 , no sentido de ajudar a desenvolver aptidões de canto de uma forma criativa, espontânea, intuitiva e natural, valorizando as particularidades de cada um.
“ BIO” é uma palavra de origem grega e significa “ Vida”, acreditando que muitos não conseguem cantar por estarem desconectados da vida da sua voz, foram criados exercícios de desenvolvimento pessoal, social, espiritual, que envolvem o acto de cantar numa simbiose de expressões que prometem promover a emersão deste canto em uníssono com a vida, bem como noções técnicas de voz e canto, indispensáveis ao desenvolvimento do aparelho vocal.
“Cantar significa usar a voz da alma. Significa sussurrar a verdade do poder e da necessidade de cada um,
soprar alma sobre aquilo que está doente ou precisando de restauração. Isso se realiza por meio de um mergulho no ponto mais profundo do amor e do sentimento, até que nosso desejo de vínculo com o Self selvagem transborde, e em seguida com a expressão da nossa alma a partir desse estado de espírito.” – Clarrisa Pínkola Estes.
As sessões de Biosing acontecem num espaço seguro e ambiente familiar, é um momento de crescimento pessoal através de exercícios em grupo, onde usamos a voz e o canto para curar a alma e vice-versa .
Simone Sol Licenciada em Educação Social pela Ese Do Porto, Formada em Teatro pela Academia contemporânea do espectáculo, Terapeuta holística há 13 anos, (reiki, massagem, desenvolvimento transpessoal, sagrado feminino, xamanismo etc) deus voz a diversos projectos musicais como Alla polacca, Lights one, Gwidianne, Drusuna, Carbon e outras participações pontuais. Realiza oficinas de teatro e canto terapêutico desde 2015, e dedica a sua vida profissional ao desenvolvimento humano através de práticas educacionais, terapêuticas e artísticas.
10, 17, 24 e 31.03 e 7.04
Das 18.30h às 20.30h
Oficina de Interpretação de Poesia, com Emilene Lima
Nos meses de Março e Abril vamos mergulhar na obra de grandes autoras do séc XX e XXI.
Ao longo de um ciclo de cinco sessões, os participantes terão a oportunidade de vivenciar a poesia por meio de técnicas e ferramentas do teatro, e que buscam a potencialização dos diálogos e dos afetos. Em Anas, Adílias, Adélias, Martas, Sofias… -desafiaremos convenções e ampliaremos nosso entendimento da literatura de grandes mulheres sobre identidade, liberdade, amor, maternidades, opressão e resistência.
DE QUE MANEIRA PODEMOS TORNAR A POESIA ACESSÍVEL, TANTO PARA QUEM A LÊ E INTERPRETA QUANTO PARA QUEM A OUVE?
Módulo II – Anas, Adílias, Adélias, Martas e Sofias…
Carga horária de 10 horas (5 sessões/2 horas), com número limitado de participantes.
As sessões são continuadas sendo necessária a participação em todas as aulas.
Na terça-feira dia 04/02, pelas 21 horas, os alunos participantes da Oficina de Interpretação de Poesia reúnem-se para partilhar o processo de estudos de seus poemas. Lá estarão: Natália Correia, Adília Lopes, Maria Teresa Horta, Cláudia R. Sampaio, Viviane Mosé, Rui Costa, Martha Medeiros, Rita Taborda, José Saramago, Olavo Bilac, Alberto Caeiro, Manuel Bandeira, João Habitualmente, Ferreira Gullar, Paulo Leminski, Álvaro de Campos e Adélia Prado.
A entrada é livre! Nós também!
3/17.02, 3/17.03, 7/21.04
Das 19h às 21.00h
Oficina de Literatura & Cinema, com Helena I. Lopes
OBJECTIVOS:
1 Tornar-se capaz de reconhecer a agenda ideológica da localização no contexto sócio- histórico contemporâneo à adaptação cinematográfica (Unidade 1);
2 Escrever um fan fic ou uma novelização de uma obra cinematográfica ou televisiva à escolha (Unidade 2);
3 Distinguir a assimilação high brow do nouveau roman da apropriação middle brow do romance pós-moderno Euro-Americano (Unidade 3).
PROGRAMA:
Unidade 1: Adaptação cinematográfica: da página à tela
1.1 A representação da história no Barry Lyndon de Thackeray ao de Kubrick
1.2 Presentismo nas adaptações do austeniano Pride and Prejudice
Unidade 2: Novelização e fan fiction: da tela à página
2.1 O exemplo de Blade Runner, de Leslie Halliwell, após Philip K. Dick e Ridley Scott
2.2 A cultura de massas do fan fic: exercícios de escrita criativa
Unidade 3: Influência do cinema no romance pós-moderno
3.1 O experimentalismo do nouveau roman francês e elitismo da cámera-stylo de Alexandre Astruc
3.2 O caso Rubem Fonseca: a linguagem do cinema de massas ao serviço do middle-browHelena I. Lopes é docente, investigadora e ativista. É mestre em Intercultural Studies for Business (ISCAP, P. Porto) e licenciada em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da U. Porto. É doutoranda em Estudos Literarios na U. Vigo, onde prepara uma tese sobre “Anti-speciesism in Velázquez, Dickens, Velho da Costa, Ana Luísa Amaral and Adília Lopes”. Enquanto colaboradora do ILCML (U. Porto) e da BiFeGa (U. Vigo), publicou sobre Literatura, Cinema e Estudos Culturais em 6 livros, 6 revistas académicas e 2 jornais.
16.02.25
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura, com Inês Scot
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si.
Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente!
Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
12.01.25
Das 16h às 18h
Oficina de Dança Terapêutica – A dança como uma forma de Cura, com Inês Scot
Esta é uma oficina que apresenta o potencial de tranquilidade e libertação que poderemos alcançar com a dança, como nos podemos limpar e energizar de uma forma divertida e conectada uns com os outros.
Através de movimentos que trabalham no nosso corpo os nossos centros energéticos podemos limpar bloqueios e até dores, e, restabelecer o nosso normal fluxo energético.
Posteriormente com dança livre vamos energizar-nos com boas energias e vibrações.
Desde sempre os povos expressam os seus sentimentos através da dança. Através de movimentos, expressam culturas e emoções! É igualmente uma forma de se conectarem entre si.
Vem dar-te um tempo de cura, relaxamento, diversão e conexão! Fortalecer o corpo e a mente!
Participa na criação de um novo espaço em que podes ser tu próprio (a), e que em grupo, todos se ajudam na melhoria conjunta, sem julgamentos.
Para exercícios de aquecimento para a prática aconselhamos a trazeres o teu tapete de yoga /pilates.
Facilitadora/Terapeuta: Inês Scot Com formação em Gestão e Finanças, a dança tem sido uma paixão que tenho desenvolvido complementarmente, através de cursos e aulas regulares de Danças Antigas e Folk. Tenho nos últimos anos integrado espetáculos de Danças Antigas, nomeadamente na Universidade de Coimbra no Festival Mimesis e nas Noites do Museu promovido pela Universidade do Porto e Câmara Municipal do Porto. Também sou participante na comunidade de Ecstatic Dance Porto. Possuo certificação como terapeuta de dança dos Chakras e atualmente encontro-me também a concluir a certificação de terapeuta de Danças Circulares Sagradas. Uno estas diversas formações para este projeto único concebido para contribuir para a comunidade, ajudar todos os que lutam para ultrapassar as suas dores e bloqueios, de uma forma divertida, leve, e conectada e que, espero considerem, de forma maravilhosamente agradável e inspiradora!
3/7/17.12
Das 18h às 20h
Ri presenta, Ensaios Abertos RiCoS InCoReS na Macaréu
Um Evento Imersivo
Teatro e improvisos
Convida a TransformAção!
Conhece o ser num fluir entre *imagens, sons, movimentos, projeções*
com a Música como Guia para a Chama…
Recriar e Incluir para Cooperar Somos InCoRes
Rita Nóbrega
Brinca no espaço com ferramentas multi-artisticas desenvolvidas na Viagem de Ilusão… pela rua e palcos… com Oldies, Beatbox, Palhaçaria, Teatro e Drag até aos Círculos de Músicas Medicina… adicionando a Eletrónica?! Transmutando até à Realidade…
14, 21, 28.01 + 4.02
Das 19h às 21.30h
Oficina de Interpretação de Poesia – Autores de língua portuguesa, com Emiliene Lima
A Oficina deInterpretação da Poesia – Autores de língua portuguesa, visa aprofundar o contato com o texto poético da obra de autores de nossa língua materna. A proposta que nos traz Emilene Lima, atriz e diseuse, difere-se na utilização de ferramentas trazidas da sua prática no teatro, e que buscam a potencialização dos diálogos, dos afetos e da compreensão de si através da articulação do pensamento. O objetivo desta oficina é também o de afinar canais de expressão e tornar o texto poético acessível tanto para quem o lê e diz, como para quem o escuta.
Módulo I – Poetas de Língua Portuguesa – Carga horária de 10 horas (4 sessões 150 minutos), com número limitado de participantes. As sessões são continuadas sendo necessária a participação em todas as aulas. Ao final das sessões no dia 04/02 – haverá uma apresentação pública.
DATAS: JAN/FEV 2025 | 14 + 21 + 28/01 + 04/02 | Terças das 19 às 21h30
Macaréu – Associação Cultural – Rua João das Regras 151, 4000-293 Porto
EMILENE LIMA 1976 – BR é atriz, diseuse, professora de teatro, preparadora corporal de atores e licenciada em educação para as artes no Rio de Janeiro. É imigrante e feliz na cidade do Porto desde 2017, onde desenvolve trabalhos na área da cultura, teatro e educação em parceria com entidades locais. Está no teatro desde os 14 anos de idade e tem um longo percurso como atriz e arte-educadora no Brasil, ao lado de grandes nomes da cena carioca, tendo seus projetos desenvolvidos no teatro e na dança, sempre enraizados na poesia.
1.11.24
Das 14 às 16h
Oficina de percussão e de harmonia na música brasileira, com Pedro Molusco, Júnior Viégas e Lucas de Campos
Percussão Brasileira – Júnior Viégas
Participe de um workshop especial de percussão focado no choro e no samba, onde exploraremos a dinâmica entre instrumentos essenciais como surdo, pandeiro, tamborim, agogô, tantã e repique de mão. Vamos discutir como cada um desses instrumentos interage dentro da música, suas funções específicas e como, ao tocarem juntos, formam a base rítmica desses gêneros. Além disso, você aprenderá o que fazer para manter a harmonia entre eles, sem comprometer a função de nenhum instrumento. Prepare-se para entender o papel de cada um e melhorar sua performance!
Harmonia na Música Brasileira – Pedro Molusco e Lucas de Campos
A oficina “Teoria da Árvore Harmônica”, ministrada pelos músicos brasileiros Pedro Molusco (cavaquinho) e Lucas de Campos (violão), acontecerá no dia 01/11, no Macaréu, Porto, Portugal. Baseada na metodologia desenvolvida por Alencar 7 Cordas, mentor dos dois professores, a oficina explora uma abordagem inovadora para a compreensão da harmonia, especialmente aplicada ao contexto da música popular brasileira, como samba e choro. Focada em músicos e entusiastas, a atividade oferece uma imersão nos fundamentos da árvore harmônica, desvendando a lógica das progressões de acordes e suas aplicações práticas nos instrumentos de corda.
23.11.24
Das 15.00h às 18.30h
Oficina: Criação de bonecos para presentes de Natal, com Alcide Gonçalves
Numa época como a que se aproxima – o Natal -, em que o consumismo é exacerbado, poder oferecer presentes feitos por nós é uma forma mais ecológica de celebrar esta quadra, desde logo reduzindo custos, reciclando materiais, reutilizando objetos e partilhando carinho.
Oferecer tempo e bem-estar é também um excelente contributo para tornar esta época mais sustentável. A criação de um boneco reune isto tudo!
A habilidade das mãos, o olhar da imaginação, o tempo de dedicação, o gosto pela beleza, o apreço pelas coisas simples e um coração quentinho e com amorosidade são ingredientes grandiosos que agregam um valor inestimável a um boneco ou a algo feito por nós.
Este ato criativo é também um momento que proporciona alegria, impulsiona a imaginação, ativa a criatividade, desafia a perspicácia, traz memórias e gera amizade.
Público-alvo: grupo de crianças, jovens e/ou adultos ou grupo misto.
Nota importante: Crianças com idade inferior a 8 anos terão de estar acompanhadas por um adulto para poderem participar
Participantes: 8 pax. (mín.) a 12 pax (máx.)
Alcide Gonçalves
Arquiteta paisagista, Mestre em Cidadania Ambiental e Participação, investigadora na área de Ética para a Sustentabilidade. Orientação de Visitas Culturais a Jardins Históricos, Património Natural e Cultural (desde 1996) junto de associações culturais. Membro do Conselho Fiscal da SEA – Sociedade Ética Ambiental desenvolvendo ações de sensibilização em escolas. O artesanato é um hobby e uma terapia.
9.11.24
Das 15h às 17h
Oficina Corpo movimento, com Fernanda Monteiro
Apresentação e Biografia – Fernanda Monteiro
Embora não seja dançarina profissional, a dança acompanha-me desde os 5 anos de idade onde ingressei no ballet, passando pelo jazz, dança contemporânea, salsa, forró, danças africanas e danças do mundo.
Para além disso fiz formação de 1 ano de teatro físico na Companhia João Garcia Miguel e também formações com o André Braga e Clara Andermatt e participei num espetáculo de dança contemporânea com coreografia e direção da Tânia Carvalho.
Para além do percurso na dança também sou instrutora de Yoga, Pilates, Tai Chi Chuan e Qigong.
Pretendo aliar todos esses conhecimentos e técnicas para transmitir aos participantes do workshop noções de postura, movimentações a nível músculo- esquelético para além de semear o gosto pela prática desportiva e promover o bem- estar físico, emocional, psíquico e social.
Ciclo de Workshops – Corpo Movimento
Criação e desenvolvimento de um ciclo composto por 4 workshops de 2h cada com o objetivo de descobrir e explorar o corpo através de exercícios criativos e música:
Ouvir e interpretar a música, suas dinâmicas e sentimentos
Autoconhecimento e exploração do corpo através de cada uma das suas partes
Criação de novos movimentos e consequentemente memória corporal
Desenvolvimento cognitivo e da sensibilidade do corpo em cada exploração
Descoberta de emoções do subconsciente através dos movimentos
Autoconfiança
Libertação de stress e emoções somatizadas
Cada um dos 4 workshops tem por base pilares muito específicos para que sejam alcançados os seguintes objetivos propostos:
1. Workshop 1: Breve introdução teórica sobre expressão corporal, desenvolvimento da sensibilidade musical, aquecimento, despertar de partes específicas do corpo, a importância das articulações nos movimentos, autoconhecimento corporal, equilíbrio e postura.
2. Workshop 2: Breve conversa sobre Autoconfiança, exploração do corpo através de exercícios criativos, experimentação de diferentes movimentos e a importância da respiração.
3. Workshop 3: Breve introdução sobre postura e o impacto social, exercícios intermédios sobre conhecimentos adquiridos nos Workshops 1 e 2, relação das cadeias musculares e seus movimentos.
4. Worshop4: Breveconversasobreasomatizaçãodasemoçõesnocorpo:ocorpo somático. Exercícios específicos para o despertar de determinados bloqueios e a libertação das emoções somatizadas.
Os workshops realizados não contêm caráter técnico, pelo que são indicados para qualquer pessoa de qualquer faixa etária: desde os 10 aos 70 anos, onde serão validadas questões sobre a saúde individual de cada participante, apresentadas ferramentas para ultrapassar fobia social, fomentar a autoconfiança, autoconhecimento pessoal e corporal, desenvolvimento motor e cognitivo, alívio de emoções somatizadas, stress e depressão.
Clube de Teatro da Macaréu (CTM)
CTM (7)
AVISO
A sétima edição do Clube de Teatro da Macaréu (CTM) vai iniciar-se muito em breve, no dia 16 de Outubro.
Por isso, avisam-se todos os interessados que queiram participar na sétima edição do CTM que deverão fazê-lo para: macareu.porto@gmail.com
Para se inscrever, deverá ser associado da Macaréu – associação cultural. Se ainda não é, deverá tornar-se associada da Macaréu – associação cultural, o que poderá fazer presencialmente, mediante o preenchimento da ficha de associado e o pagamento da quota anual de 12.00€, no diaem que se inicie o CTM (7).. Cada membro do CTM deverá pagar 30€ ao encenador (Tó Maia), no fim de cada mês.
Síntese biográfica de António Fernando Teixeira Maia (Tó Maia)
Formou-se em HISTÓRIA DA ARTE na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Inicia a sua atividade como ator em 1990, tendo trabalhado em várias companhias e projetos teatrais na cidade do Porto.
É diretor do Teatro Aramá desde a sua formação, em 1995, onde exerce funções de ator, encenador e produtor.
A sua atividade de Ator e Encenador está dividida em contextos profissionais, grupos universitários, projetos independentes, entre outros.
Formador
Desde 1994 tem trabalhado a Expressão Dramática/Teatro em escolas do primeiro ciclo e pré-escolar em diferentes projetos e iniciativas de várias entidades públicas e privadas.
Desde 1999, orienta vários Workshops de iniciação ao teatro em meios universitários e associativos. Mantendo-se atualmente como formador e encenador do Tic – Tac – Teatro Amador de Ciências, UP.
Atualmente desenvolve ações de teatro na Cleanic – Comunidade Terapêutica que integra o Programa Portage em Portugal e é professor de História da Cultura e das Artes no Conservatório An-Dança em Famalicão.
Neste workshop serão abordados todos os passos que envolvem um casting de publicidade e de ficção, quais as técnicas utilizadas, como funciona o mercado de agências e produtoras, assim como os cuidados a ter no meio artístico. Será uma ótima oportunidade para quem pretende tirar dúvidas, entender o processo e melhorar o seu desempenho em castings e self tapes.
AVISO
Aprendendo tango argentino
Iremos retomar as sessões no dia 9 de Setembro, às 21h como habitualmente, na Macaréu – associação cultural.
Apareçam!
AVISO
Poesia ao fim da tarde
Iremos retomar as sessões no dia 9 de Setembro, às 20h como habitualmente, na Macaréu – associação cultural.
Junte-se com os seus amigos ao fim da tarde para dizer e/ou ouvir poesia, num ambiente informal e relaxante, na Macaréu – associação cultural.
Todas as segundas-feiras às 20h.
Descobrir o Teatro
Workshop de Férias de Verão
8-15 de Julho, 9-13 h (32 h de workshop)
Dos 10 aos 15 anos
Esta semana é a semana das novidades! A SÊDE vai lançar o seu primeiro workshop, dirigido a jovens dos 10 aos 15 anos. Este verão, é para vir descobrir o Teatro! Neste workshop, vamos aproveitar as férias para nos divertirmos! O objetivo é descobrir como é que o teatro pode habitar dentro de cada um de nós. Vamos explorar as diferentes componentes do trabalho do ator: voz, movimento, improvisação e criação de cena.
A intenção é experimentar e compreender esta área como ferramenta de expressão artística, mas também de auto-conhecimento e de contacto com o outro. Uma grande brincadeira mas levada a sério. Como o próprio teatro.
Preço: 100 € por aluno, sendo que 35€ são pagos no ato de inscrição.
Formador:
Tomás Seruca Bravo, Porto, 1998.
Frequentou a Licenciatura em Interpretação na ESMAE. Desde aí, tem vindo a trabalhar com diversos encenadores e companhias de teatro nacionais, destacando o Coletivo Sabotagem e Mochos no Telhado. Trabalhou também internacionalmente, em São Paulo com a companhia “GRUPO XPTO” e em Barcelona com a companhia “Projecte Ingenu”.
É diretor artístico da companhia SÊDE, tendo estreado o seu primeiro espetáculo “A CÉU ABERTO”, encenado por Marcelo Lazzaratto, em Março de 2024 no THSC.
Trabalha regularmente como Formador, tendo já dado aulas e workshops em várias escolas e fundações, como por exemplo no Colégio de Nossa Senhora do Rosário, Fundação Lapa do Lobo e Escola do Parque.
Inscrições até dia 7 de Julho através do email: sedeteatro.producao@gmail.com
Chamem os pequenos, os médios e os grandes lá de casa. Todos são bem-vindos!
16.03.24
Das 15.30h às 17.30h
Oficina de Capoeira (aula de iniciação) com Sardanisca (Pedro J. Pereira)
A Capoeira
A Capoeira consiste numa arte-marcial de origem afro-brasileira que, para além da vertente marcial propriamente dita, possui uma vertente musical e cultural extremamente rica. Baseia-se em várias formas de movimentação que lhe dão uma configuração semelhante a uma “dança”. Uma estratégia, desenvolvida pela população escravizada (que a criou), para poder “dissimular” aquilo que efectivamente a Capoeira é: uma forma arte marcial afro-brasileira. O Grupo de Capoeira Jogo de Negro caracteriza-se por se enquadrar no âmbito da chamada Capoeira Contemporânea.
A QUEM se DESTINA:
Sendo um dos principais propósitos deste Workshop de Capoeira o de demonstrar que tod@s podem praticar Capoeira independentemente da sua idade, nível físico, etc. é um workshop destinado a “iniciantes” e onde iremos, de forma divertida e descontraída, experimentar algumas das bases da Capoeira. Nomeadamente Movimentação, Golpes, Defesas mas também música. Muita música!
A Capoeira e a educação física
A Capoeira é uma modalidade que proporciona uma educação física extremamente abrangente dado que trabalha, simultaneamente, diversos aspectos como a resistência, flexibilidade, respiração, vertente cardio, agilidade. Sendo que podemos afirmar que é um desporto extremamente completo.
A Capoeira e a educação cívica
A Capoeira tem, desde logo pelas suas próprias origens, todo um conjunto de valores e princípios que nos remetem para os valores de uma maior igualdade e justiça social, independentemente da origem social, raça, nacionalidade.
FORMADOR: Instrutor Sardanisca (Pedro J. Pereira) do Grupo de Capoeira Jogo de Negro
Tendo iniciado a prática da Capoeira em 1998, e após um interregno de alguns anos, integra a Associação Cultural Desportiva e Recreativa Jogo de Negro desde 2013, tendo-se formado como Graduado em 2019 (grau que permite lecionar) e Instrutor em 2022. Adquiriu conhecimentos com diversos Mestres e Professores tendo feito parte de diversos grupos. Para além de atleta de Capoeira é ainda Formador e Animador Socio-Cultural desenvolvendo diversos projectos relacionados com educação ambiental e animação eco-social.
Grupo de Capoeira Jogo de Negro (Contra-Mestre Cigano)
A Associação Jogo de Negro é um projeto que nasceu em 2012, com o objetivo de elevar a modalidade de Capoeira, formado por vários professores com dezenas de anos de experiência, que partilhavam e partilham de uma visão inovadora da Capoeira, em que sendo fieís aos seus princípios, valores e história é no entanto essencial inovar e levar a Capoeira muito mais além.
Abrindo as portas a outras instituições, cruzando recursos e experiências com outras modalidades, o Jogo de Negro foi crescendo e tornando-se uma Associação virada para as suas comunidades, seja através de voluntariado, projetos sociais, ou mesmo com a nossa oferta variada de modalidades, desportivas e culturais (nomeadamente diversos géneros de dança afro-brasileira).
LOCAL: Macaréu . associação cultural
VALOR de Participação: LIVRE, sendo que todas as contribuições irão em parte ser doadas ao Projecto Terrasolta e em parte usadas para assegurar o custos do espaço anfitrião. (*)
O Movimento Terra Solta tem por base a sensibilização, o desenvolvimento e a sustentabilidade.
A Associação desenvolve ações em espaços abandonados e pratica solidariedade, cooperativismo, agricultura biológica e biodinâmica e comunidades urbanas partilhadas. Trabalha para uma sociedade mais justa e mais livre em comunhão com o ambiente.
Iremos fazer uma pausa neste período de Natal e Ano Novo.
Retomaremos as sessões no dia 8 de Janeiro de 2024, às 20h como habitualmente, na Macaréu – associação cultural.
Junte-se com os seus amigos ao fim da tarde para dizer e/ou ouvir poesia, num ambiente informal e relaxante, na Macaréu – associação cultural.
Às segundas-feiras às 20h.
AVISO
Aprendendo tango argentino
Iremos fazer uma pausa neste período de Natal e Ano Novo.
Retomaremos as sessões no dia 8 de Janeiro de 2024, às 21h como habitualmente, na Macaréu – associação cultural.
16.12.23
Das 15h às 18h
Oficina: Repair Café Porto – Especial Natal
Tens algum brinquedo velho ou estragado? Dá-lhe uma nova vida!
A 16 de Dezembro das 15:00 às 18:00, pais e filhos podem meter as mãos na massa no Repair Café Porto – Especial Natal: reparação de brinquedos e luzes de Natal. Uma edição especial do Repair Café Porto das 15:00 às 18:00 na Macaréu – R. João das Regras, 151 – na cidade do Porto para também substituir compras por ideias criativas sobre como reutilizar, reparar e partilhar objetos.
Repair Café Porto a reparar brinquedos e luzes de Natal*!
Tens algum brinquedo velho ou estragado? Dá-lhe uma nova vida!
A 16 de Dezembro das 15:00 às 18:00, pais e filhos podem meter as mãos na massa no Repair Café Porto a reparar brinquedos e luzes de Natal*
Crianças: trazem um ou dois brinquedos.
Pais: garantem que as suas crianças estão dispostas a dar nova vida aos seus queridos brinquedos.
Voluntários do Repair Café Porto garantirão algumas ferramentas para ajudar. Às crianças bastará imaginação.
Se tiveres brinquedos velhos ou danificados: Traz!
Voluntários: Informem-nos se podem dar uma mãozinha às crianças!
Repair Café Porto Especial Natal*! Apareça! Traga um brinquedo também!
* a reparação de brinquedos pode proporcionar às crianças uma forma inovadora de experimentar, de auto-descoberta e interações sociais com os pares através da alegria de fazer.
De modo a colocar a sustentabilidade a nível local em prática, aumentar o ciclo de vida dos produtos e diminuir os resíduos e o desperdício, procura-se voluntários de qualquer idade que saibam e gostem de consertar coisas. Quem tiver uma ou mais habilidades, e interesse em participar pode enviar um email para repaircafeporto@gmail.com. Para quem quiser saber mais sobre a iniciativa, visite https://www.facebook.com/repaircafeporto/
O REPAIR CAFÉ PORTO já acontece desde junho de 2017 e é uma iniciativa que pretende continuar a incentivar a reparar. Já houve reparações de brinquedos, secadores, batedeiras, torradeiras, bicicletas, fios, anéis e uns toques em mobiliário.
Oficina: Poda de Formação das Espécies Arbóreas, com Henrique Barros
Regenerar e dar vida ao espaço verde da Macaréu
A Eco Escola Terra, agente de mudança através da visão de Henrique Bastos, propõe à Associação Macaréu, através da Permacultura e sistemas de agricultura regenerativa e paisagismo ecológico, contribuir para a elevação da consciência junto das comunidades urbanas com a implementação de inovação, criatividade, conhecimento científico, experiências e saberes ancestrais, obtidos com base nos imensos projectos co-criados e implementados nas diversas culturas com que a Eco Escola Interagiu no mundo.
Henrique Bastos, em representação da mesma atrás referenciada, propõe inspirar, como também passar através da partilha, os saberes e o espírito da ecologia e da sustentabilidade na Cidade do Porto.
Com este workshop pretende-se regenerar o Espaço verde da Macaréu de forma a recriar-se um local aprazível com Land Art.
Desta forma apelamos ao coração das famílias residentes, aos agentes económicos e organismos públicos da Cidade – Vamos potencializar uma maior valorização dos espaços verdes e uma melhoria da qualidade de vida das diferentes comunidades. Atrair um turismo mais consciente ao nível Ambiental, social, cooperativo, comunitário e colectivo. Vamos tentar, através destas práticas ecológicas, construir um mundo melhor e mais verde.
Henrique Bastos
Conteúdos programáticos:
1- Apresentação e dinâmicas de grupo,
2- Caracterização das espécies e sua função,
3- Design do espaço verde,
4- Tipos de Poda e sua formação, ou modelo,
5- Realizar as operações técnicas e práticas na condução das plantas, salvaguardando as agressões do excesso de cortes.
valor do curso – 20 macaréus (c/ almoço incluído – 30 macaréus)
informações e inscrições:
+351 912 120 298
Aulas de guitarra com Franco Nadal
Técnicas para as duas mãos. Arranjos para diferentes formações. Conceitos harmónicos e melódicos. Escalas. Improvisação.
Professor : Franco Nadal, 27 anos de idade, nascido na Argentina, com estudos de música clássica e popular.
Flow with Marta – yoga lessons
Every Monday, 19-20h
English yoga class
My name is Marta, I am a yoga teacher, and almost a psychologist. My journey with yoga began in 2016, during a time in my life when I used to feel deeply disconnected. Since then, my yoga mat has become my safe space. To yoga, I owe the peace that comes from letting the energy flow, the stability of feeling grounded to this earth, the kindness for my body that finds a home in movement. Life flows through movement; the practice reminds me that I’m here, and I’m breathing. There’s no need to be strong, flexible, or to achieve the perfect headstand. My classes aim to be a safe space for anyone willing to take a moment to just stay there, and feel. Feel the body, feel the breath, feel the mind. Come practice together, in a journey filled with kindness and mindful flows.
21.10.23
Das 15h às 18h
Oficina: Porto Repair Café
Gostávamos todos que fosse mais fácil consertar as nossas coisas? E pode ser! Só temos de garantir um direito real à reparação! Neste #RepairDay, pedimos:
– Bons designs
– Acesso universal e justo a peças de reposição e substituição, manuais de manutenção e reparação, e ferramentas de diagnóstico
– Utilizadores informados
– Acessibilidade e transparência na reparação
– Proibição de práticas anti-reparação
Vamos fazer #RepairforEveryone!
O #InternationalRepairday | Dia Internacional da Reparação | comemora-se no terceiro sábado de outubro e existe para celebrar o poder da reparação comunitária para prevenir o desperdício e partilhar competências.
No Porto, acontecerá a Festa da Reparação comunitária com a iniciativa #repaircafeporto | REPAIR CAFÉ PORTO | no dia 21 de Outubro 2023 das 15.00 às 18:00 na Associação Cultural Macaréu, Rua João das Regras, 151. Em cada Repair Café Porto há pessoas que levam itens avariados e voluntários habilidosos (pessoas que assim se inscrevem) que realizam consertos utilizando ferramentas e materiais disponíveis no local, ávidas por aprender como dar conta do recado que andam às voltas com a sua batedeira, bicicleta ou outros que tais.
Em Portugal, no Porto, esta ideia – REPAIR CAFÉ PORTO – já circula desde 2017 como uma iniciativa que normalmente acontece no OPO’lab, mas já aconteceu e acontece também fora de portas, desta feita terá lugar na Macaréu e terá a colaboração da Cicloficina do Porto
O objetivo do #InternationalRepairday | Dia Internacional da Reparação | é enfatizar que a reparação é boa para o ambiente e para uma sociedade resiliente. E claro que é um dia perfeito para apresentar mais um dia de reparações e afins do #repaircafeporto | REPAIR CAFÉ PORTO |.
O #InternationalRepairday | Dia Internacional da Reparação | é organizado pela Open Repair Alliance, um grupo internacional de organizações de reparação que colabora para tornar os produtos mais duráveis e fáceis de reparar.
Assim, vamos ter:
• Várias reparações de quase tudo, mas principalmente pequenos eletrodomésticos
• Reparação de bicicletas com a Cicloficina do Porto
• Mini-exposição sobre reparação
• Lançamento de Ebook sobre manutenção
• Café circular e delícias de café
• E muita música
De modo a colocar a sustentabilidade a nível local em prática, aumentar o ciclo de vida dos produtos e diminuir os resíduos e o desperdício, procura-se voluntários de qualquer idade que saibam e gostem de consertar coisas. Quem tiver uma ou mais habilidades, e interesse em participar pode enviar um email para repaircafeporto@gmail.com. Para quem quiser saber mais sobre a iniciativa, visite https://www.facebook.com/repaircafeporto/
O REPAIR CAFÉ PORTO já acontece desde junho de 2017 e é uma iniciativa que pretende continuar a incentivar a reparar. Já houve reparações de secadores, batedeiras, torradeiras, bicicletas, fios, anéis e uns toques em mobiliário.
Clube de Teatro em Inglês na Macaréu – Associação Cultural
PORTO THEATRE CLUB starting soon
If you want to:
– try something new
- if you like theatre
- if you want to be in a theatre show
- and if you want to meet new people… here’s your chance!
When – Thursdays 6:30-8:00 pm
Duration – 3 months – ending with a final show in January 24
Language – English
If you’re curious to find out more, come along to the open day on the 21st of September at 6:30pm.
To find out more, email: emanueljrodrigues@gmail.com
“Theatre can be for anyone who wants to become more comfortable, overcome shyness and improve self-esteem.A mainly collective discipline, it also helps to gain self-confidence and to improve relationships with others.Theatre lessons are for anyone who wants to learn how to better control their emotions, whether it’s for a play or for a real-life situation.”
AVISO
Após um breve interregno para férias, as actividades regulares da Macaréu vão reiniciar-se brevemente.
CURSO DE AGRICULTURA ORGÂNICA (Com Princípios, Valores e Essência do Design em Permacultura), por Henrique Bastos/ Eco Escola Terra
Conteúdo programático:
1 – limpeza do espaço, e preparação das necessidades do solo,
2 – A vida tem solo,
3 – Planificação e tipologia de Hortas em Agricultura orgânica, Tipologia de hortas em permacultura,
4 – Camas elevadas e suas vantagens,
5 – Compostagem natural e Bio fertilizantes,
6 – A biodiversidade na horta,
7 – Plantas companheiras e sua compatibilidade energética,
8 – Viveiros, sementeiras e plantações,
9 – Sistemas de Rega, Qualidade da água, sua economia e armazenamento,
10 – Mulching, revestimento do Solo com material orgânico,
11 – Criar ciclos de vida nos ecossistemas dos habitats,
11.1- Sebes á base de frutos de baga e sua importância no ecossistema,
11.2 – A importância e vantagens dos auxiliares Agrícolas,
12 – Prevenção de pragas e doenças,
12.1 – Bio insecticidas naturais,
13 – Manutenção das culturas,
14 – Maturação e colheita km 0 das culturas (frutos e Vegetais) colheitas,
15 – Conservação, embalamento e transporte,
16 – Marketing e Comercialização de produtos
Valor do curso: 30 macaréus
Informações e reservas: hortasxamanicas@gmail.com
Oficina de Arteterapia, com Solange Matos
Às terças feiras, das 18.30 às 20.30h
Inicia-se a 16 de Maio de 2023
“Arte é a expressão mais pura que há para a demonstração do inconsciente de cada um. É a liberdade de expressão; é sensibilidade, criatividade, é vida” (Jung)
Temos uma novidade! Destinada a todos os amantes das artes e da psicologia e desenvolvimento pessoal, vamos abrir uma oficina de Arteterapia com uma programação durante 3 meses.
Esta oficina tem como objetivo fundamental o acompanhamento artístico e criativo de cada um usando ferramentas como a pintura, o desenho, colagens, fantoches, caracterização e fotografia, modelagem, reciclagem, escrita criativa, tarô, teatro e expressão corporal.
Esta oficina não requer conhecimentos artísticos!
Aqui cada um será visto como um ser criativo, expressivo, capaz de se transformar em um artista da sua própria história.
Pretende-se promover um espaço seguro para a partilha de emoções e ideias durante o processo individual de cada um.
A criação e a transformação acontece sempre de igual forma no interior de cada um, refletindo conteúdos emocionais que outrora inconscientes são desbloqueados vindo à superfície. Uma vez percepcionados e sentidos através da catarse, existe a possibilidade da sua transformação de forma positiva.
Estás pronto para refletir as imagens do teu inconsciente e encarar a tua psique através dos múltiplos estágios existentes?
Vem daí ativar a tua comunicação entre o teu inconsciente e o consciente de forma individual e em grupo, respeitando sempre os teus limites e o teu processo individual.
Solange Matos é licenciada em Artes Visuais e tecnologias pela Escola Superior de Educação em Lisboa, e com pós graduação em Ilustração pela ESAD de Matosinhos. Após o seu percurso académico, viajou sozinha de mochila às costas e abriu caminho a novos mundos e perspetivas. Conheceu outras culturas e praticou novas formas de viver e de observar o mundo com todas as suas cores. A permacultura e a pedagogia Waldorf fizeram parte das várias formas de interagir com os outros e o ambiente ao seu redor. Em Portugal fez várias formações nomeadamente a Arte terapia, construção de marionetas, escrita criativa, teatro, encadernação e dança criativa. A Arte terapia é para si uma forma de viver.
Observar de dentro para fora e dar vida ao seu eu mais genuíno. A obra que cria e manifesta fora de si, é por si só o seu espelho mais fiel.
A sua vontade em explorar e vivenciar é ilimitada, assim como as formas e expressões do ser que, quando aceites, tornam-se presentes e inteiras no balanço dos seus contrastes.
Poesia ao fim da tarde
Junte-se com os seus amigos ao fim da tarde para dizer e/ou ouvir poesia, num ambiente informal e relaxante, na Macaréu – associação cultural.
Às segundas-feiras às 20h.
25.02.23
14.30-18.00h
Oficina A bolota na alimentação humana, com José Luís Araújo
A Bolota como alimento Humano
A bolota é um fruto produzido pelos carvalhos: pela azinheira (Quercus rotundifolia), pelo sobreiro (Quercus suber), pelo carvalho alvarinho (Quercus robur),(carvalho mais abundante na zona norte) carrascos (Quercus coccifera), carvalhos cerquinhos (Quercus faginea) e negrais (Quercuspyrenaica), para além de outras espécies com menor representatividade, é natural que a bolota, produzida por todos eles, se tenha transformado num dos recursos mais amplamente aproveitados neste sistema.
Sob o ponto de vista nutricional, é um “superalimento” com elevados conteúdos em fibra alimentar, tem um perfil lipídico semelhante ao do azeite, e tem potencial antioxidante (propriedades anti-mutagénica, anti-carcinogénica e anti-envelhecimento). É um fruto que pode ser incluído na nossa alimentação, e é apto para os celíacos (alimento sem glúten). A farinha de bolota pode ser um interessante substituto de outras farinhas na produção de pão, resultando num produto inovador e de agradável sabor e que valoriza um dos produtos nacionais. A parte mais utilizada como comestível é o “miolo”, mas podemos obter boa farinha integral, utilizando também a casca. Os seus resíduos (casca) também podem ser considerados como uma mais-valia para outros fins, incluindo formulações sem glúten.
A bolota enquanto fruto de diversas cultivares do género Quercus, faz parte da tradição culinária e medicinal das culturas e regiões onde estas espécies são encontradas. Para além da farinha de bolota, utilizada no fabrico de pão e bolos, a bolota torrada é utilizada também para a produção de uma bebida aquosa (infusão tipo “café”, recomendada pelas suas propriedades benéficas para a saúde enquanto antidiarreico e adstringente. Para além do seu valor calórico, as bolotas de Quercus são ricas em polifenóis que são compostos com atividade antioxidante comprovada.
Os lusitanos e outros povos pré-romanos da Península Ibérica obtinham farinha das bolotas com que faziam pão, o que ainda é feito no século XXI. As bolotas também são usadas em algumas preparações culinárias típicas de Portugal. Hoje em dia, as propriedades alimentícias, medicinais e de cosmética das bolotas começam a ser valorizadas por cientistas de todo o mundo, gerando um potencial mercado para Portugal.
Se queres saber mais sobre a bolota e as suas etapas (fases) de processamento, inscreve-te na “Oficina sobre a Bolota como alimento Humano”.
Programa-Conteúdos
Apresentações
Breve Introdução ao processamento da bolota
Pão, Regiões e Tradições
Conceitos:
Massa Mãe ou Fermento Natural
Pré-Massa
Massas
O Pão Lusitano (pão de bolota) passo a passo
Bolachas-biscoitos- os Castrejos
Degustação
Espaço necessário
Sala-auditório, com 3 ou 4 mesas ; um ou dois ponto de luz para ligação de fichas monofásicas; acesso próximo a ponto de água (banca); acesso próximo a forno para cozer o pão (pode ser forno de fogão); alguns recipientes (bacias); alguns materiais de higiene e limpeza etc.
Matérias primas
Farinhas – bolotas, centeio, trigo, milho, etc.
Infusões de bolota, outras infusões
Massa-mãe; fermento de padeiro
Sal, mel, azeite
José Luís Araújo
É aprendiz de…Artista, Cientista, Investigador…, frequentou a escola com regularidade durante cerca de 50 anos lectivos, é Mestre em coisas da Educação e Doutorando em coisas da Vida!
Tem por Lema: A Partilha de Conhecimento, Saber e Saber-Fazer, como forma de SER…VIVER.
Participa em várias Associações e Movimentos Ambientais. É Presidente da mesa da Assembleia da OPE (Organização para a Promoção dos Ecoclubes de Portugal;Presidente da mesa da Assembleia da Associação Espaço VIPA 1051, é o Grão Mestre da Confraria Ibérica da Bolota, promotor das Conferências Ibéricas sobre a bolota como alimento humano; Integra os Movimentos, MOVRIODOURO e o MOVIMENTO RIO LEÇA, pela defesa da qualidade da água e participa noutras Associações e colectividades.
Associação Espaço VIPA 1051 e Confraria Ibérica da Bolota.
11.02.23
Às 16.00 h
WORKSHOP “B R E A T H E”
“BREATHE” é um workshop de movimento livre criativo e expressão corporal assente num set de dinâmicas que se debruçam sobre o poder do corpo em improviso, do corpo individual e do corpo grupal em movimento e da importância da respiração na amplificação dessa expressão.
No desenvolvimento da autoconsciência física reside, não só a crescente capacidade de materialização e libertação de emoções interiores através do corpo, i.e, um melhor conhecimento do nosso território psicoemocional, o que implica ir além do corpo físico, mas também a aceitação primordial do corpo e a interacção, conceitos presentes ao longo deste momento de partilha.
WORKSHOP “B R E A T H E” “BREATHE” is a creative free movement and body expression workshop based on a set of dynamics that focus on the power of improvisation, the individual body and the collective body in movement, and the importance of breathing in the amplification of our expression. In the development of physical self-awareness lies not only the growing capacity to materialise and release inner emotions through the body, giving us a better knowledge of our own psycho-emotional territory, but also the primordial acceptance of our body through the interaction with ourselves and others – concepts which will be present throughout this moment of sharing.
De sentido inclusivo, estas aulas servem toda a população, pretendendo contribuir para a descoberta contínua de diferentes conteúdos de movimento e variadas formas de expressão corporal, no sentido de trabalhar a autoconsciência física, abordando diferentes ritmos, vários estilos de dança e posturas. Composta de duas vertentes: improviso – criatividade/ coreografia – concentração, esta aula integra técnicas de autoconsciência, expressão, improvisação e relaxamento, promovendo questões de índole psico-emocional; e promove questões físicas que vão do ritmo e musicalidade, à coordenação e agilidade, às noções de respiração e movimento, com a integração gradual de exercícios sistematizados e coreográficos participativos.
EN
Based on an inclusive sense, these classes serve the whole population, aiming to contribute to the continuous discovery of different contents of movement and various forms of body expression, working on physical self-awareness, addressing different rhythms, various dance styles and postures.
Two main aspects: improvisation – creativity / choreography – concentration, this class integrates techniques of self-awareness, expression, improvisation and relaxation, promoting psycho-emotional issues; and promotes physical issues ranging from rhythm to musicality, to coordination and agility, to the notions of breathing and movement, with the gradual integration of participatory systematized and choreographic exercises.
Um laboratório para explorares o teu lado rebelde, cómico e autêntico e divertires-te um monte a fazer isso!
SOBRE O WORKSHOP
Na oficina Palhaç@s Rebeldes partimos da figura d@ palhaç@, enquanto arquétipo da transgressão e do riso.
O clown ou palhaço existe num espaço de limiar, de fronteira ou transição.
Entre o sonho e o real, o clown preenche com poesia os espaços vazios que delimitam um e outro. Por isso, podemos dizer que o palhaço é a concretização da utopia possível, no encontro entre o imaginário, o subversivo e o quotidiano.
Inspirando-nos em figuras ancestrais como as do clown xamã, do bufão e do sacerdote teatral, pesquisamos como nos dias de hoje @ palhaç@ pode a partir da sua inocência e da sua profunda humanidade olhar o mundo em que vivemos.
Através da intersecção com exercícios específicos de bufão, teatro de rua e teatro do oprimido pesquisamos como o palhaço habita espaços não convencionais , tais como a rua, a praça, zonas de protesto ou de ativismo.
Os palhaços são mestres na arte de ritualizar, amplificar e dilatar emoções, sensações e os seus corpos. Desde tempos ancestrais, eles são aqueles que exageram comportamentos, parodiam o status quo e revelam o lado invisível, a sombra do ser humano. Aqui, @ artista permite deixar-se ver, tal como é e espelhar as imperfeições da humanidade, jogando a partir da sua vulnerabilidade e autenticidade, desde uma zona de prazer.
O riso une, liberta e transforma.
“É preciso endurecer sem perder a ternura”
Che Guevara
Vídeos de oficinas anteriores:
Campinas – São Paulo – Encontro Internacional de Mulheres Palhaças de São Paulo
Setembro, 2022
Porto – Laboratório de Teatro Político do Porto
Fevereiro,2022
SOBRE EVA
De mão dada com a arte e o ativismo sou pesquisadora há mais de quinze anos na área das artes performativas. Estudei na Escola Internacional de Teatro Físico Jacques Lecoq em Paris onde aprofundei a minha pesquisa na área do teatro físico e do teatro de máscara.
Estudei a arte do clown com maestros como Jos Hauben, Adelvane Néia, Silvia Leblon, Palhaço Tomate, Jesus-Jara, Virginia Imaz, Matteo Cifariello, Maria Colomer, Alex Navarro e Carolina Dream, Jeff Johson, Johny Melville, Celia Ruiz, Elise Ouvrier De-Buffett, Fanny Giraud, André Casaca, Robyn Hambrook, Hilary Chaplain e Tom Roos. Criadora dos meus próprios espetáculos, a solo ou em dupla, tenho percorrido vários festivais e salas de espetáculos com as minhas criações.
Trabalho desde há vários anos com as linguagens do teatro do oprimido e do clown social, colaborando com associações e projetos de intervenção social e comunitária Trabalho igualmente na área da produção cultural, organizando eventos e atividades artísticas e culturais.
Tenho participado ativamente na organização de eventos e ações ligadas ao fomento da arte do clown em Portugal. Sou diretora artística da Mostra Gargalhadas na Lua, em Carnide , Lisboa, organizada em conjunto com a Casa do Coreto e a Lua Cheia teatro para todos.
Organizo também, em parceria com as Descalças cooperativa cultural o Bolina – festival internacional de palhaças, no Alto Alentejo, desde 2016.
Sou uma das fundadoras e produtora do projeto Laboratório Internacional de Clown, projeto único em Portugal no campo da formação continuada na arte do palhaço, em parceria com a Nuvem Voadora – associação cultural e Tom Roos, pedagogo internacional.
Iniciei em 2016 o projeto artístico de intervenção social, Palhaços Visitadores, projeto que atua junto de públicos socialmente vulneráveis.
Sou também dinamizadora de oficinas de iniciação e aprofundamento da arte da palhaça desde 2006, tendo contribuído para a formação de várias pessoas e grupos no território nacional, Roménia, França, Bélgica, Açores, Brasil, Argentina e Espanha.
WORKSHOP de MUDANÇA: RUMO à VIDA que SONHAS VIVER em 2023 e mais além!!!
Com Pedro Jorge Pereira
CONTEXTO:
Sentimos-nos, vezes sem conta, de alguma forma frustrados com a vida que temos … parece que entre a vida que temos e a vida que gostaríamos de ter vai uma enorme distância. Isso faz-nos, naturalmente, sentir desanimados e sem ideias muito concretas de como mudar essa realidade … mas será que é mesmo assim? Ou que tem que ser mesmo assim? Será que a nossa capacidade de mudar a nossa vida é assim tão limitada?
O objectivo principal do Workshop de Mudança – Rumo à vida que sonhas viver em 2023 é o de poderes efectuar uma análise mais aprofundada e completa das diversas dimensões da tua vida assim como o de traçar um plano de mudança aos mais diversos níveis, nomeadamente através de instrumentos e ferramentas que poderás adaptar à tua realidade pessoal, passando por áreas como a familiar, amorosa e profissional.
Consiste fundamental na aplicação de ferramenta “Matriz do Ser” desenvolvida no âmbito do Projecto PJP.ECOLUTION que de uma forma muito simples e objectiva te permite visualizar melhor as diferentes áreas da tua vida e para que aspectos poderás direccionar melhor o teu foco e trabalho de mudança.
A QUEM se DESTINA:
O Workshop de Mudança – Rumo à vida que sonhas viver em 2023 destina-se a quem já não se sentindo plenamente realizad@ com a sua vida actual, podendo estar inclusive a atravessar um momento de dita “crise”, possuí uma efectiva vontade de abraçar um processo de mudança pessoal e definir rumos concretos nessa direcção. É especialmente adequado para quem encontra maiores dificuldades em gerir e direcionar o seu esforço e foco mas pode ser de elevado benefício basicamente para qualquer pessoa comprometida com o seu processo de mudança pessoal e também colectivo.
2023.
O início de um novo Ano é naturalmente um período particularmente poderoso e simbólico para planear mudanças efectivas e iniciar um novo ciclo existencial. Pelo que este Workshop é talvez aquela oportunidade de que “estavas mesmo à espera” para despertar rumo à verdadeira essência daquilo que és e sonhas ser …
Vais continuar à espera de quê para mudares verdadeiramente a tua vida?
VALOR de Participação:
25macaréus, ou 20macaréus no caso de duas ou mais inscrições.
Número máximo de participantes: 12 (*)
* Inscrições Limitadas
DATA LIMITE:
10 de Janeiro de 2023
Facilitador: Pedro Jorge Pereira
Formador e Dinamizador de Projectos Eco-Sociais tem vindo a desenvolver diversas actividades e projectos ao nível do Auto-conhecimento, Consciencialização Pessoal, Desenvolvimento Integral sendo o criador e dinamizador do Projecto PJP.ECOLUTION. É Animador Sócio-Cultural trabalhando com Educação Ambiental e Capoeira, também Dinamizador do Projecto de Turismo Eco-Social Slow Motion Tours entre outros.
PJP.ECOLUTION
É o Projecto que funciona como plataforma que agrega o trabalho e activismo de Pedro Jorge Pereira, através da recolha e partilha de informação, assim como através da realização de accções nas áreas do Ecologismo, Evolução e Transformação Pessoal, Consciêncialização Cívica e Social, Formação, entre outras
Oficina de Processamento da bolota, com José Luís Araújo
A bolota é um fruto produzido pelos carvalhos: pela azinheira (Quercus rotundifolia),, pelo sobreiro (Quercus suber), pelo carvalho alvarinho (Quercus robur),(carvalho mais abundante na zona norte) carrascos (Quercus coccifera), carvalhos cerquinhos (Quercus faginea) e negrais (Quercuspyrenaica), para além de outras espécies com menor representatividade, é natural que a bolota, produzida por todos eles, se tenha transformado num dos recursos mais amplamente aproveitados neste sistema.
. Sob o ponto de vista nutricional, é um “superalimento” com elevados conteúdos em fibra alimentar, tem um perfil lipídico semelhante ao do azeite, e tem potencial antioxidante (propriedades anti-mutagénica, anti-carcinogénica e anti-envelhecimento). É um fruto que pode ser incluído na nossa alimentação, e é apto para os celíacos (alimento sem glúten). A farinha de bolota pode ser um interessante substituto de outras farinhas na produção de pão, resultando num produto inovador e de agradável sabor e que valoriza um dos produtos nacionais. A parte mais utilizada como comestível é o “miolo”, mas podemos obter boa farinha integral, utilizando também a casca. Os seus resíduos (casca) também podem ser considerados como uma mais-valia para outros fins, incluindo formulações sem glúten.
A bolota enquanto fruto de diversas cultivares do género Quercus, faz parte da tradição culinária e medicinal das culturas e regiões onde estas espécies são encontradas. Para além da farinha de bolota, utilizada no fabrico de pão e bolos, a bolota torrada é utilizada também para a produção de uma bebida aquosa (infusão tipo “café”, recomendada pelas suas propriedades benéficas para a saúde enquanto antidiarreico e adstringente. Para além do seu valor calórico, as bolotas de Quercus são ricas em polifenóis que são compostos com atividade antioxidante comprovada.
Os lusitanos e outros povos pré-romanos da Península Ibérica obtinham farinha das bolotas com que faziam pão, o que ainda é feito no século XXI. As bolotas também são usadas em algumas preparações culinárias típicas de Portugal. Hoje em dia, as propriedades alimentícias, medicinais e de cosmética das bolotas começam a ser valorizadas por cientistas de todo o mundo, gerando um potencial mercado para Portugal.
Se queres saber mais sobre a bolota e as suas etapas (fases) de processamento, inscreve-te na “Oficina de Iniciação ao processamento da bolota” (20 macaréus/pessoa).
Da Recoleção à Degustação
Apresentações
Breve Introdução
Pão, Regiões e Tradições
Conceitos:
Massa Mãe ou Fermento Natural
Pré-Massa
Massas
O Pão Lusitano (pão de bolota) passo a passo
Bolachas-biscoitos- os Castrejos
Degustação
Matérias primas
Farinhas – bolotas, centeio, trigo, milho etc
Infusões de bolota, outras infusões
Massa-mãe; fermento de padeiro
Sal, mel, azeite
Breve nota biográfica
José Luís Araújo, aprendiz de…Artista, Cientista, Investigador…, frequentou a escola com regularidade durante cerca de 50 anos lectivos, é Mestre em coisas da Educação e Doutorando em coisas da Vida!
Tem por Lema: A Partilha de Conhecimento, Saber e Saber-Fazer, como forma de SER…VIVER.
Participa em várias Associações e Movimentos Ambientais. É Presidente da mesa da Assembleia da OPE (Organização para a Promoção dos Ecoclubes de Portugal; é o Grão Mestre da Confraria Ibérica da Bolota, promotor das Conferências Ibéricas sobre a bolota como alimento humano; Integra os Movimentos, MOVRIODOURO e o MOVIMENTO RIO LEÇA, pela defesa da qualidade da água.
Inscrição na oficina: macareu.porto@gmail.com
17.12.22
Às 16.30h
Dança Molecular. Prática performativa.
Oficina com Maria/João Costa Espinho
Desde 2010, trabalha a partir do espaço interseccional arte – ciência – filosofia, com práticas somáticas. A partir dos micromovimentos já existentes nos nossos corpos, vamos descobrir juntos uma dança coletiva e um corpo coletivo a partir da anatomia e da neurodiversidade de cada um. Movimentos, textos, voz e gestos serão criados a partir de partituras empáticas desenvolvidos por todos os participantes. Juntos, procuraremos a dança e os estados de corpos, presença e perceção do nosso corpo. Numa segunda fase, através de improvisação e composição em tempo real, criaremos uma dança, em conjunto, que pode ser partilhada.
BIO | Maria / João Costa Espinho
Nasceu em Espinho, Portugal, em 1979. Bailarino, coreógrafo e artista pluridisciplinar, particularmente interessado em estabelecer relações entre arte e ciência. Desenvolve o seu trabalho entre Paris e Porto. Iniciou os seus estudos de dança com Conchita Ramirez, seguindo o programa de ensino da Royal Academy of Dance, e, mais tarde, integrou o Curso de Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança 2003/2004.
Paralelamente, Maria / João Costa Espinhorealizou estudos científicos, concluídos por um mestrado integrado em Ciências Farmacêuticas na UP.
Como bailarino e performer, colaborou com muitos coreógrafos, incluindo Né Barros e Isabel Barros, Nigel Charnock, Joclécio Azevedo, Alberto Magno, Ana Figueira, Pedro Carvalho, Mathilde Monnier, Rui Horta, Javier de frutos, Jamie Watton, Jaro Vinarsky, Peter Bebjack, Juraj Korec, Vera Mantero, Ana Borges, Joana Antunes, Bruno Listopad, Yves Noel Genod, Mariana Tengner Barros, Abrahan Hurtado, Davis Freeman, Meg Stuart, Benoit Lachambre, Célia Gondol e Lynda Rahal e mais recentemente com Catheryne Bey.
O inicio de seu trabalho como coreógrafo remonta a 1997 com a coreografia “Vivências” para a Companhia de Dança de Aveiro, e depois, em 1999, com “7 dias e uma semana…” estreado no Teatro Municipal do Porto – Rivoli. no contexto da Mostra Independente de Dança organizada pelo NEC – Núcleo de Experimentação Coreográfica.
Participou como coreógrafo convidado por Maria de Assis nos Capitals – Encontros Acarte 2003 da Fundação Calouste Gulbenkian, onde teve a oportunidade de desenvolver o solo/ performance“Meeting Room”,na sala de Exposições Temporárias do Centro de Arte Moderna José Azeredo Perdigão.
Subsequentemente, fazem parte das suas criações: “Lilly 03” (2003); “EUS” (2004); “Peter05″(2005); “Jo and Jo”(2007) e “Simon 06.07.08.09″(2009), apresentado no Shorttheater Festival em Roma; “Anticorpo” (2009), solo criado e estreado na Culturgest – Fundação da Caixa Geral de Depósitos ;”Esboço” (2011) e “Monte” (2012), criação com a comunidade no contexto de Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura.
Representou Portugal na área da dança na Bienal dos Jovens criadores da Europa e do Mediterrâneo – Puglia 2008 com a peça “Swap” e nos Répèrages Danse à Lille em 2010 com a peça “Anticorpo”.
As suas criações mais recentes incluem “La Vie” (2014), “Bestiaire” (2018), peça de grupo apresentada na Casa de Portugal-André de Gouveia, em Paris.
O seu trabalho tem sido apresentado a nível internacional, em França, Inglaterra, Turquia, Bélgica, Brasil, Kosovo, Espanha, Eslováquia, Itália, Alemanha e Luxemburgo, e, mais recentemente, nos Estados Unidos da América.
Permeável ao inesperado, ao contexto presente, as suas coreografias são momentos de partilha, dentro de uma comunidade cujos contornos variam, desde os bailarinos envolvidos aos espectadores, num espaço de vibração compartilhada. Os seus projetos são construídos com a contribuição dos participantes. Alguns tomam uma forma definitiva, outros continuam a evoluir em cada apresentação.
O seu trabalho é pluridisciplinar, em relação à dança, à imagem e ao desenho. É influenciado pela ciência, como uma ferramenta para pensar a relação do ser humano com o mundo e com o cosmos. A sua noção de “dança molecular” reflete precisamente este contínuo compartilhado entre os corpos dos bailarinos, os seus espectadores e o contexto.
A um outro nível, esta partilha é encontrada na plataforma de encontros iniciados por João como a sua SalabrancaLab, cujo “Petit Festival”ou “Danço Festival”, organizados intermitentemente desde 2010, permite que os artistas de todas as disciplinas possam apresentar, refletir e experimentar as suas criações, com ou sem publico, em contextos diferentes. Desenvolve a pesquisa, tendo escrito o livro “Violência e Abuso de Poder” no seio do meio da dança contemporânea Europeia 2000 – 2020 – pesquisa transversal ao seu trabalho artístico.
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22, 29 e 30.10
Oficina de soenga n’ A Soalheira e exposição na Macaréu
Revisitação à produção da louça preta de Coimbrões
Organização da Macaréu em parceria com a Soalheira e orientação de João Cunha e Costa
Propomos este evento de prática cerâmica como uma revisitação à tradição de produção de louça preta em Coimbrões (V. N. de Gaia), tradição essa que foi corrente entre o século XVII e início do século XX.
Quanto à tipologia e à decoração recorreremos à bibliografia da especialidade, sendo que as peças poderão ser produzidas na roda de oleiro ou não.
Este evento decorrerá nos espaços d’ A Soalheira – associação social de cultura ambiental (localizada na Rua de Noeda, 237); dia 22 de Outubro, das 15.00 às 19 horas, será a sessão de modelação das peças; dia 29 de Outubro, a partir das 15.00 horas, será a cozedura em soenga e, no dia seguinte, dia 30 às 15 horas, será a abertura da soenga. A data de cozedura poderá ser adiada por razões meteorológicas.
As peças resultantes conjugadas com outro tipo de elementos, nomeadamente imagens e filmes da soenga, assim como documentação sobre a louça preta de Coimbrões, constituirão uma exposição na Macaréu – associação cultural (sediada na Rua João das Regras 151) que inaugurará dia 12 de Novembro, às 18.00.
Durante o decorrer da exposição, no dia 3 de Dezembro às 16.00h, acontecerá uma conversa que terá como tema a relação da louça preta de cozedura em soenga com a arqueologia e com a etnografia. Esta conversa terá a orientação dos arqueólogos António Manuel Silva e Manuela Ribeiro.
A taxa de inscrição é de 15 Euros e o numero máximo de participantes é 12.
Em caso de desistência não será devolvido qualquer valor, mas poderá passar a sua vaga a outr@ participante, sujeito a confirmação com a organização. Em caso de cancelamento do evento por parte da organização, devolvemos a totalidade do valor de inscrição.
Evento organizado pelo projeto Tantra Norte. Para acompanhar os eventos regulares que trazemos ao Porto, e a comunidade, adere ao nosso grupo do Telegram https://t.me/tantranorte
(O curso já terminou.)
15.04
Das 11h às 19h
Oficina de construção de pandeiro quadrado com Raquel Cruces
Sinopse da oficina
Construa o seu instrumento e leve-o para casa!
Construção de pandero quadrado de Peñaparda.
11-13h Trabalhamos a madeira
Descanso para o almoço
15-19h Costurmos a pele
Materiais incluídos:
– Madeira de pino,
– Pele de cabra,
– Agulha e linha
– Sementes
– Tira de couro
– Cola de galho, pregos e fios.
Podem participar 7 pessoas
Raquel Cruces
1980, Barcelona / Hinojar del Rey / Alcoy
Ela vive da música e é por causa da música que ela vive, ela tem cada vez mais certeza disso. Quase 21 anos estudando e 14 se dedicando a isso, aliando ensino com interpretação. Ele dirige sua própria escola de percussão rítmica afrodescendente, Taquirikita, e os grupos estáveis de Revetlleres (Barcelona) e Campaneras (Valência) de canto e percussao ibérica.
Estuda música oral ibérica com a ajuda de professores de renome: Eliseo Parra, Vanesa Muela Miquel Gil. Especializou-se no repertório sefardita, com o qual faz turnês há 9 temporadas pela península.
Recentemente, ele realizou a pesquisa, revisão e aprimoramento de materiais de biblioteca de som. Como resultado destes 8 anos, publicou quatro álbuns com a sua banda, concebeu vários workshops e publicou dois livros em CD. O último, Dameconfites cançoner que recolhe 23 canções ibéricas de transmissão oral, com a informação, canção a canção, dos usos e costumes.
Ele compartilha seu conhecimento das capitais espanholas e europeias: Hamburgo, Dublin, Porto, Turim, Lisboa, Toulouse… num tour que está ativo desde 2017.
As oficinas de construçao de pandero de Peñaparda começaram no maio de 2021 e nestos 11 meses temos construído juntos 91 panderos!
Clube de Teatro da Macaréu (CTM), 4ª edição (apenas para associados)
A 4ª edição do CTM teve início a 6 de Outubro de 2021.
As oficinas de teatro semanais decorrem alternadamente à quarta e sexta feiras, das 19h às 20.30h, com TÓ MAIA.
Para mais informações contactar: macareu.porto@gmail.com
Síntese biográfica de António Fernando Teixeira Maia (Tó Maia)
Formou-se em HISTÓRIA DA ARTE na Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Inicia a sua atividade como ator em 1990, tendo trabalhado em várias companhias e projetos teatrais na cidade do Porto.
É diretor do Teatro Aramá desde a sua formação, em 1995, onde exerce funções de ator, encenador e produtor.
A sua atividade de Ator e Encenador está dividida em contextos profissionais, grupos universitários, projetos independentes, entre outros.
Formador
Desde 1994 tem trabalhado a Expressão Dramática/Teatro em escolas do primeiro ciclo e pré-escolar em diferentes projetos e iniciativas de várias entidades públicas e privadas.
Desde 1999, orienta vários Workshops de iniciação ao teatro em meios universitários e associativos. Mantendo-se atualmente como formador e encenador do Tic – Tac – Teatro Amador de Ciências, UP.
Atualmente desenvolve ações de teatro na Cleanic – Comunidade Terapêutica que integra o Programa Portage em Portugal e é professor de História da Cultura e das Artes no Conservatório An-Dança em Famalicão.
Reposição da peça “As espingardas da Senhora Carrar”, de Brecht, encenada por Emanuel Rodrigues e apresentada na 3ª edição do Clube de Teatro da Macaréu (CTM), agora na Fundação António Manuel da Mota.Reservas através dos contactos indicados no cartaz.
22.10.21
Oficina de Raku com João Carqueijeiro
Vai realizar-se um Workshop Saggar na próxima semana, nos dias 19 e 22 de Outubro de 2021. A modelação decorrerá no Atelier João Carqueijeiro e as queimas na associação Macaréu.
Abertas as inscrições.
10, 11 e 12.09
Das 15 às 19h
Oficina A linguagem do coração, com Aziz Gual
A linguagem do coração é uma viagem com Aziz Gual através do teu próprio ser… que é único e insubs tuível. O clown é a parte mais verdadeira, auten ca e humana do ser humano. Este workshop permite-te abrir a porta do teu coração para deixares sair o melhor e mais valioso que te habita. permite-te
Resumo do CV Aziz Gual
Aziz Adolfo Espinoza Gual, diretor e Palhaço mexicano. Nasceu em 5 de setembro de 1969 na Cidade do México. Graduado na Ringling Bros and Barnum & Bailey Clown College. Complementou sua carreira com a Técnica Lecoq, em Master classes com Marcel Marceau, na Ecole Du Cirque Space Catastrope em Bruxelas, Bélgica. É discípulo do premiado artista do Circo Russo Anatoli Locachtchouk, bem como de Tatiana e Yuri Velov.
Participou do maior espectáculo do mundo Ringling Bros and Barnum & Bailey Circus, no México, EUA e Canadá, foi colaborador na criação do Projeto Mundial de Circo do Cirque Du Soleil no México. É o fundador e diretor da companhia Cumbre Clown com a qual criou uma dezena de espetáculos. Em 2014 fundou o refúgio cultural “Casa Del Tonto”, um espaço de residência, criação e formação para palhaços em Cuernavaca México, é professor da eslipa – escola livre de palhaços do Rio de Janeiro, fez tournées internacionais por diversos países dando workshops e apresentando seus espectáculos:
“Huraclown” e “De risa en Risa”, nos EUA, Turquia, Itália, França, Croácia, Polônia, Portugal, Ilhas Canárias, Brasil, Argentina, Costa Rica, República Dominicana, Honduras e inúmeros festivais nos 32 estados da República Mexicana. Em 2006, recebeu o prêmio Wolf Rubinskis da crítica especializada de melhor jovem ator. Foi subsidiado pelo FONCA creadores cénicos com carreira de 2009 a 2011. Além disso, criou e dirigiu, também de sua própria autoria: “Yo Sin Ti” 2006, “La Bola Risa” 2008, “Humor En Cubos” 2011, “OTTO” 2013, “Travesías” e “Paisajes de Payaso” 2017 e em 2018 a estreia de “El Bestiario del Gesto” no Festival Internacional de Cervantino.
A Voz Humana de Jean Cocteau
As experiências de Cocteau com a voz humana tiveram o seu apogeu na peça de teatro A voz humana. Nela, uma mulher, só em palco, fala ao telefone com o seu (invisível e inaudível) amante perdido, que a deixou para casar com outra mulher.
Estreia em Abril, se tudo correr como o desejado.
Esperamos ver-vos a tod@s na plateia da Macaréu – Associação Cultural o mais brevemente possível.
O Clube de Teatro da Macaréu encontra-se de momento em trabalho on-line fazendo leituras da peça As Espingardas da Senhora Carrar de Bertolt Brecht.
O espectáculo tem estreia marcada para Maio de 2021.
Na esperança de podermos voltar em breve ao teatro de bolso da Macaréu, desejamos que todos se encontrem em segurança.
Clube de Teatro da Macaréu
No dia 12 de Janeiro de 2021 terá início o Clube de Teatro da Macaréu. Todas as semanas entre as 18:30h e as 20:00h no teatro de bolso da Macaréu, e durante 3 meses, os participantes do clube terão a oportunidade de explorar jogos dramáticos, técnicas de interpretação, trabalho de corpo e voz. O clube irá apresentar no final do percurso um espetáculo aberto ao público. Serão tomadas todas as medidas de segurança e higiene no decorrer das sessões.
O clube será conduzido por Emanuel Rodrigues, licenciado em Teatro e Educação e que foi colaborador do Instituto Camões de Praga, The Bear Educational Theatre, Teatro Aberto, coordenador da plataforma Círculo de Giz e que encenou em parceria com a Macaréu o espectáculo Migrantes e Mulheres de Lorca.
Workshop de teatro para jovens dos 13 aos 15 anos de idade
Formador: Tomás Seruca Bravo
Horário das sessões:
Dia 19/12: 9h às 13h (saída um pouco mais cedo, para respeitar o recolher obrigatório)
Dia 20/12: 9h às 13h (saída um pouco mais cedo, para respeitar o recolher obrigatório)
Dia 21/12: das 10h às 13h e das 14h às 17h30
Dia 22/12: das 10h às 13h e das 14h às 17h30
Dia 23/12: das 10h às 13h e das 14h às 17h30
7 e 14.10
Das 15.00h às 19.30h
Macaréu – Associação cultural recebe:
Oficina de escrita criativa, com Renata Portas
Fechemos os olhos e imaginemos o universo como a imensa biblioteca sonhada por Borges. Sem espaço e tempo, movemo-nos num universo ficcional onde as nossas ações são cópia e extensão, das anteriores. Ler e escrever, são gestos complementares- o cérebro imagina o papel, a mão escreve na folha, a folha reproduz-se em outras folhas, cada palavra engendra a outra. Tentemos, neste curto espaço-tempo, engravidar de palavras, algumas folhas, e plantá-las em bocas de (imaginários) leitores.
A oficina de escrita destina-se a curiosos, que tenham (ou não)experiência prévia,com exercícios,leituras e discussão em grupo de modo a desenvolver a escrita de cada um.
Renata Portas
Encenadora, actriz, dramaturga. Directora artística da Público Reservado, companhia teatral fundada em 2013.Trabalha e vive no Porto.Concluiu em 2003 o curso de Interpretação no Balleteatro Escola Profissional e frequentou o curso de Mestrado em Encenação na Escola Superior de Teatro e Cinema.Pós- Graduação em Arte Contemporânea, na Escola Superior Artística do Porto(2015/16) Estreou profissionalmente como assistente de encenação de Jean- Pierre Sarrazac, no espectáculo “ Cantiga para JÁ”, co- produção Companhia Teatro de Braga, Centro Dramático Galego e Coimbra 2003.
Encenou peças e textos de autores como Valère Novarina, Heiner Müller, Jean- Luc Lagarce, Pedro Eiras, Juan Mayorga, Carlos J. Pessoa, Franz Kafka, Peter Handke, Luis Maffei, Jean Anouilh, Pirandello, entre outros. Dos seus textos dramáticos destaquem-se os seguintes: Interlúdio e Câmara- Inferno ( editado pela Companhia das Ilhas) Finisterra (edições Tnsj) e A Boca de Telémaco é a fortuna da casa (inédito). Em 2020,escreve Pimenta na Língua,um livro de contos eróticos, com ilustrações de Susana Bravo, edição de artista.
Trabalha como formadora de dramaturgia e escrita desde 2011. Teve formação de escrita/dramaturgia com : Raimondo Cortese, Jean-Pierre Sarrazac, Luís Mestre, Jorge Louraço Figueira, Juan Mayorga, Lola Arias, entre outros.
Horário:sábado
Preço: 45 euros por pessoa.
Desconto de 5% para sócios da Macaréu, estudantes,sócios da Público Reservado.
Mínimo: 3 pessoas
Máximo: 9 pessoas
Idades: a partir dos 15 anos.
Material: caderno e ou pc.
Curso intensivo. 15-19h.30,dias 07 e 14 de Novembro
Formadora: Renata Portas
Organização: Renata Portas/ Público Reservado
Macaréu- Associação Cultural
Inscrições e informações:publicoreservado@gmail.com
As inscrições devem ser confirmadas através de transferência bancária, após e-mail de interesse.
Movimento & Expressão
Cristina Novo
Aulas semanais
PT De sentido inclusivo, estas aulas servem toda a população, pretendendo contribuir para a descoberta contínua de diferentes conteúdos de movimento e variadas formas de expressão corporal, no sentido de trabalhar a autoconsciência física, abordando diferentes ritmos, vários estilos de dança e posturas. Composta de duas vertentes: improviso – criatividade/ coreografia – concentração, esta aula integra técnicas de autoconsciência, expressão, improvisação e relaxamento, promovendo questões de índole psico-emocional; e promove questões físicas que vão do ritmo e musicalidade, à coordenação e agilidade, às noções de respiração e movimento, com a integração gradual de exercícios sistematizados e coreográficos participativos.
NOTA ADICIONAL | No cumprimento das regras em contexto Covid-19, há uma limitação máxima de 5 alunos por turma, para além do cumprimento de regras sanitárias indicadas pela Macaréu – Associação Cultural.
INSCRIÇÃO PRÉVIA.
EN Based on an inclusive sense, these classes serve the whole population, aiming to contribute to the continuous discovery of different contents of movement and various forms of body expression, working on physical self-awareness, addressing different rhythms, various dance styles and postures. These classes integrates techniques of self-awareness, improvisation and relaxation, promoting psycho-emotional issues; also promotes physical issues ranging from rhythm to musicality, to coordination and agility, to the notions of breathing and movement, with the gradual integration of participatory systematized and choreographic exercises.
ADDITIONAL INFO:In compliance with the rules of Covid-19 context, there is a maximum limitation of 5 students per class, in addition to compliance with the health rules indicated by Macaréu – Associação Cultural.
PRIOR REGISTRATION.
22 de Fevereiro, 10:30-12:30
UMBILICAL
Porque brincamos cada vez menos, porque exploramos cada vez menos, porque prestamos cada vez menos atenção e porque podemos interagir mais, olhando as nossas próprias crianças (filhos ou netos) de um outro modo, num ambiente diferente, lúdico, dramático e divertido. Porque os adultos (pais ou avós) podem partilhar com os filhos ou netos uma experiência lúdica (não-formal) e olhá-los com outros olhos e de outro modo.
Como?
Através de jogos dramáticos, indutores, e desconstrução do corpo, do movimento, da palavra. Uma actividade divertida e diferente.
Valor adulto: 5€ ; Valor criança: 2,50€
Incrições até ao dia 16 de Fevereiro por email para macareu.porto@gmail.com ou 967480662
Público-alvo: adultos e crianças* entre os 6 e os 12 anos de idade
*as crianças poderão ser acompanhadas por um ou mais adultos.
Coordenação : Emanuel Rodrigues
Licenciou-se em Teatro e Educação e rumou à República Checa, onde foi professor de expressão dramática na Escola Britânica e Internacional de Praga e professor de técnica de Stanislavski. Colaborou com o Instituto Camões de Praga enquanto professor de teatro em projectos de promoção da língua portuguesa e de autores portugueses em língua checa como Gil Vicente e Fernando Pessoa.Foi actor da “The Bear Educational Theatre” (Marca Educativa da União Europeia 2004), com a qual participou em diversas digressões pela Europa central. Participou em séries de TV como “Borgia” e “Crossing Lines” do canal AXN, com o qual colaborou, com regularidade, fazendo dobragens em língua inglesa.Traduziu para língua inglesa e criou, em parceria com a autora Lívia Jappe, o espectáculo “Ruptura” a partir do livro “Cisão” da mesma autora (obra finalista do Prémio São Paulo de Literatura 2010) que estreou em Praga.Criou a plataforma “Círculo de Giz”, que hoje dirige, e que se pauta pelo trabalho de teatro e comunidade e por projectos educativos. Estreou-se como assistente de encenação e director de palco no Teatro Aberto no ano de 2016 no espectáculo “Ao vivo e em directo” de Raúl Malaquias Marques e com encenação de Fernando Heitor ao lado de Paulo Pires, Maria Emília Correia, entre outros. Em 2017 trabalhou como actor e assistente de cena no espectáculo “Toda a Cidade Ardia” a partir da obra poética de Alice Vieira com encenação de Marta Dias também no Teatro Aberto. No ano de 2018 coordenou para a divisão de cultura da Câmara Municipal da Figueira da Foz a 8a edição da Noite dos Esqueletos no Museu Municipal Santos Rocha e em 2019 o projecto SOPHIA.
Laboratório de
Movimento e Expressão
Introdução
Espaço de
laboratório onde a imaginação vira movimento e o corpo o instrumento de
comunicação e expressão que explora as possibilidades criativas dentro de
ritmos variados. Experimentar e explorar as infinitas possibilidades
expressivas de forma espontânea. Um jogo e improviso criativo que desperta a
consciência e sensibilidade física e emocional através de imagens criadas ao
longo do processo. O caminho de encontro contigo próprio e com o outro de forma
simples e autêntica.
Objetivos
– Explorar
diferentes qualidades e dinâmicas do movimento.
– Explorar as
possibilidades de gestos e ritmos corporais.
– Aperfeiçoar o
próprio movimento ajustando suas habilidades.
– Ampliar as
possibilidades expressivas do próprio movimento.
– Desenvolver a
imaginação, criatividade e autoconfiança.
– Desenvolver a
motivação e transformar estados emocionais.
Condições
Dias: Todas as terças
Horário:
Das 20:00 as 21:15h
Duração: 1:15h
Local: Macaréu – Associação Cultural. Rua João das Regras N.151 Porto.
Mensalidade: 25 euros
Público-alvo:
Estudantes e público em geral
Orientadora:
Inês Neiva
Contacto/inscrições:
938500299 ou 935968229
E-mail: neivaines@windowslive.com
Tai Ji Quan
e Qi Gong Terapêuticos
Macaréu – Associação Cultural tem semanalmente sessões de Tai Chi
e Qi Gong (mediante donativo consciente e solidário), às quartas-feiras, das 18.30h às 20.00h. Se pretende frequentar as
sessões deverá inscrever-se, enviando seus dados para: macareu.porto@gmail.com
8.08-11.08
AS
ÁGUAS QUE TE MOVEM | WORKSHOP DE
DANÇA
» Encontro Intensivo de Reconnect Dance| Porto, Sintra e São Miguel (Açores) «
Chi Dance, Contacto Improvisação e
Ecologia Interior
com Pedro Paz
~ chi kung (prática energética), auto-massagem e
alongamentos dinâmicos aplicados à dança, movimento livre,
autêntico e consciente, toque profundo, mantras e
canções pela Paz ~
» aberto a toda a comunidade, com e sem experiência
prévia em dança » possibilidade de participação completa ou parcial » as
sessões de Chi Kung e as Roda de Mantras são abertas a quem quiser participar
por donativo e sem compromisso com os workshops de dança.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Este Encontro abre a possibilidade de uma convivência
fraterna enriquecida pela dança, pelo contacto e pelo canto. As nossas práticas
são, fundamentalmente, inspirada nas Artes Energéticas de Saúde e Longevidade
(Chi Kung), por isso, um trabalho orgânico, aberto a todos, sem limite de
condição física. De forma muito natural, imergimos numa pesquisa
simultaneamente profunda e divertida, que nos leva à redescoberta do nosso
corpo interactivo, livre e fluido…
As Água que Te Movem, são as mesmas dos
oceanos, dos rios e dos lagos, das chuvas, das nuvens e dos ventos.. És
essencialmente Água. …e é a Água que te move.
Flui…
Cantar, assim como dançar, faz vibrar as Águas do
Corpo. Estas reequilibram-se homeostaticamente* em cada célula.. E este
reconhecimento é profundamente transformador.
PORTO – Macaréu Associação Cultural 8 a 11 de Agosto
~~~PROGRAMA~~~ Porto, Sintra e Açores
~ quinta-feira, dia 8 (entrada livre)
19h – Roda de Mantras e de Canções pela Paz
20h > 22h – Sessão de Apresentação do Encontro e
Welcome JAM
> 11h30 –
Chi Kung e Roda de Mantras e de Canções pela Paz (entrada livre)
12h > 14h – Corpo de Água, despertando as partes
para o Todo, pulsação e elasticidade fluida (almoço)
15h30 > 17h30 – Corpo Paisagem, contacto e
improvisação, escuta e sensorialidade, toque e gravidade partilhada (lanche)
18h > 20h – JAM, cocriação espontânea em tempo
real (ceia)
domingo, dia 11
10h > 11h30 – Chi Kung e Roda de Mantras e de
Canções pela Paz (entrada livre)
12h > 14h –
Corpo Cardume, dinâmicas de interação grupal, contacto energético (almoço)
15h30 > 17h30 – Trabalho Exterior em
Jardim (lanche)
18h > 20h – JAM FINAL, cocriação espontânea em
tempo real
“Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive”
Ricardo Reis, in “Odes”
(Fernando Pessoa)
28.07, 16-20h
Oficina de Japonês
Macaréu – Associação Cultural vai receber no seu espaço uma oficina
de Japonês, orientada por Inês Rocha Silva.
Uma introdução à língua e à cultura do país do sol nascente. Deixe-se
levar pelo mundo dos samurais, do respeito pelos mais velhos, da cultura do
chá, dos robôs, dos origamis, dos desenhos animados, da caligrafia, do sushi,
das gueixas. Segue-se uma breve aprendizagem da língua e cultura japonesas, tão
diferente da nossa, tanto pelo sistema de escrita, como pela sonoridade, e
pelas regras de educação.
Macaréu – Associação Cultural vai receber no seu espaço uma oficina
de criação de
figurinos e adereços com técnica plástica, maquilhagem teatral/metamorfose,
orientada por Marta Faria.
Workshop Met-Amorphosis
|Criação de
figurinos e adereços com técnica plástica | Maquilhagem teatral/ metamorfose
Objectivo:
Os
participantes desenvolvem previamente uma proposta de criação de personagem
para teatro, performance, estátua viva, circo, contador de histórias, animação
etc.
A partir do
projecto criado individual prepara-se a roupa: calças, saias, vestidos casacos;
acessórios: chapéus, perucas, luvas, sapatos e adereços: utensílios variados
para aplicar tratamento plástico com técnicas de pintura decorativa usando
tinta acrílica e látex. Abordagem de técnicas e material de maquilhagem
teatral/ metamorfose corporal.
Material e
utensílios disponíveis:
.Tintas acrílicas
.Látex . Velcros . Linhas e agulhas .Molas
.Trinchas e
pincéis . Luvas . Cola quente . Cola para madeira .Tintas
de maquilhagem à base de água . Esponjas
Equipamento
necessário:
. Mesas e
cadeiras . Ter onde pendurar a roupa enquanto se pinta . Manequins
ou Charriot . Corda de estender roupa, cabides . Local com água
para lavar utensílios de pintura . Local para deixar os figurinos e
adereços a secar
*Nota:
Os
participantes deverão trazer os seus adereços e vestuário para
transformar/pintar.
Ter em
atenção que a roupa ao ser pintada normalmente encolhe, escolher tamanho acima
do seu e os materiais serem de preferência com pouca elasticidade.
Macaréu – Associação
Cultural vai receber no seu espaço uma mini-oficina de Risoterapia, orientada por Inês Neiva, e inserida no Mini Festival do Riso (20-21 de Julho na
Macaréu).
RISOTERAPIA/ YOGA DO RISO MINI WORKSHOP
Introdução…
A Risoterapia/ Yoga do Riso procura recuperar no universo da
infância a condição de espontaneidade em que vive a criança. Esta terapia, ao
instaurar o contato entre o adulto e sua criança interior, procura justamente
alcançar este estado de constante busca do novo, da aprendizagem, da
prosperidade emocional. O riso envia ao cérebro um comando, por meio do
hipotálamo, para que ele produza um grupo de substâncias conhecidas como
endorfinas, mais especificamente as betas endorfinas. Este grupo de substâncias
são elaboradas quando as pessoas estão bem-humoradas e detêm um potencial
analgésico semelhante a morfina, porém, com potencial cem vezes mais ampliado.
O aparecimento desta corrente de endorfinas traz ao organismo um estado de
libertação das tensões, um sentimento de tranquilidade orgânica, psíquica e
emocional.
Mini Workshop de Risoterapia/Yoga
do Riso…
Durante 3 horas os participantes irão usufruir de um mini workshop
de Risoterapia/Yoga do Riso que consiste em exercícios do riso, exercícios de
respiração, movimento, gestos, dança, sons improvisados, música, adereços e
objetos. Uma experiência com profundas transformações a nível físico, mental,
emocional, social e espiritual.
Alguns Benefícios da Risoterapia/Yoga do Riso…
Físicos…
– Aumenta os níveis de oxigénio no corpo. - Ajuda a emagrecer e a
fortalecer a musculatura. - Previne o cancro devido á oxigenação das células do
corpo. – Facilita a digestão. - Aperfeiçoa o sistema cardiovascular e
respiratório. - Melhora o sistema imunitário e aumenta a resistência física. –
Relaxamento total e sensação de bem-estar. – Ajuda na segregação de endorfinas
(hormona do bem-estar), serotonina (antidepressivo- natural) e estimulação do hipotálamo.
Psicológicos…
– Aumenta a capacidade de memorização e produtividade. - Aumenta a
autoestima, imaginação, criatividade, motivação, autoconfiança. – Previne e
transforma estados depressivos. - Aumenta a resistência ao stress, ansiedade e
ataques de pânico. - Aumenta a energia geral do corpo. - Transforma emoções
como: raiva, medo, ciúmes e tristeza em emoções Positivas como: amor, amizade,
perdão e compaixão.
Sociais…
– Melhora a comunicação em geral. - Melhora as relações
interpessoais - Maior desempenho, qualidade e equilíbrio entre a vida pessoal e
profissional – Desenvolvimento da” focalização “: análise mais objetiva,
pratica e produtiva. – Valoriza os sentimentos: amor, paz, partilha e
espiritualidade através do riso. – Respeita o ser humano e valoriza a natureza.
Inês Neiva à mais de 20 anos que faz os circuitos
europeus de animação, passou mascarada pela televisão e andou em digressão
pelas salas e ruas com o espectáculo “Electrotoy” que além da
itinerancia venceu vários prémios, incluindo em 2006 o 3-lugar durante a
primeira edição do Festival Nacional de Animação de Rua da Póvoa de Varzim. Fez
o Curso Profissional de Teatro pelo Balleteatro e estágiou na Académie
Européenne de Théatre Corporel, em França. Fez formação de palhaço com Gabriel
Chame Buendia, André Riot-Sarcey, André Braga, Pepe Nunes, Sílvia Leblon, Karla
Concá, Gabi Winter, Patrice Collona D’istria, entre muitos outros e é
certificada em Risoterapia \Yoga do Riso que lecciona há 4 anos.
13.07, 18.00-20.00h
Folias polifónicas (2)
Nesta sessão a proposta é uma exploração e
desenvolvimento das nossas capacidades de exprimir a nossa voz, em conjunto e
individualmente!
Como?
Iniciamos a sessão com uns aquecimentos
corporais que nos abrem os canais sonoros!
…
Adicionamos alguns exercícios vocais para ter
maior perceção:
1.. Das diferentes formas de fazer sons
* Com a voz, os feitios bocais e os da língua…
2. Os Movimentos do som pelas diferentes partes
do corpo
* Levar o som para diferentes pontos
ressonantes…
** Incluindo o aperfeiçoamento e/ou
desenvolvimento dos “overtones”
…
Exploramos possibilidades musicais por meio de
sonorizações guiadas… com:
3. Melodias
4. Ritmos
5. Improvisos
6. O cantar circular e polifónico
…
7. Formas de acionar diferentes sonidos
8. O conforto, amplitude e dinâmica ao cantar…
…
Desenvolvemos o que exploramos até aqui, dentro
ou fora da sessão… incluindo:
9. Momentos para cada pessoa guiar o grupo, se
tiver esse impulso…
10. Improviso livre…
* Em alguns momentos palavras, frases e canções
espontâneas podem acontecer!
…
Anda se te apetecer!…
Encontra-te no mesmo som em que te poderias
perder…
e daqui… Criamos! Ressonâncias amplificadas pelo
conjunto!
Participação por donativo livre
8.06,
10.00-12.30h
Técnicas
e projecção de voz
Mário
Ferreira
Será uma oportunidade
para profissionais que trabalham com a sua voz como instrumento e com grandes
audiências. Para professores no geral, oradores, comunicadores, animadores –
por ex instrutores de yôga que usam os mantas como parte das suas práticas –
cantores, etc. Ou simplesmente para quem quiser trabalhar e descobrir a sua
voz. Trabalhar-se-á a projecção e aspectos da voz cantada, abordando a saúde
vocal.
Mário Ferreira, natural do Porto, tirou o curso de Viola Dedilhada e Canto no
Conservatório de Música do Porto/CMSM. È licenciado e mestrado em Ensino de
Musica no Ensino Básico por ESEP (Escola Superior de Educação do Porto).
Participou como tenor nas Óperas: Bastien und Bastienne (Mozart), Lo Speziale
(Haydn), Il professore di Música (Pergolese), Flauta Mágica (Mozart) como
Monostatos, Brundibar, etc. Lecciona as desciplinas de canto e Guitarra.
Maestro do Canto da Macaréu
Para mais informações e inscrições:
macareu.porto@gmail.com
Mário Ferreira 933 135 993
[Possibilidade de almoço mediante reserva]
23, 27 e 28 de Maio, 19.00-22.30h
Oficina Visão Intuitiva
“Tem a coragem de seguir o teu coração e intuição. Eles de alguma forma já
sabem o que verdadeiramente tu te queres tornar.”
Steve Jobs (2005)
A
intuição é aquele sentido que nos ajuda a conectar com a nossa sabedoria
interior, a conhecer a nossa verdade, a direção que devemos seguir, a
distinguir em quem devemos ou não confiar, a relembrar e ativar o nosso
propósito de vida.
Ela
é aquela que nos dá os melhores insights, ideias, descobertas, ligações a uma
tal velocidade que a mente não é capaz de compreender e tende a sabotar.
Enquanto a primeira fala subtil e carinhosamente baixinho, a outra, a mente,
berra e assusta-nos com maquinações, “se’s”, medos, avisos e pessimismo. Como
queremos viver?
Neste
Seminário são partilhados os princípios do método da visão intuitiva e
realizados inúmeros exercícios práticos para despertar e treinar a intuição.
São 3 dias de contacto com o método “visão intuitiva” (ver de olhos
vendados) inspirado no trabalho do Dr. Boris Zolotov.
É para quem quer ir
além e desenvolver a sua intuição até possibilidades inimagináveis. Explora-se
o seu potencial e activam-se os seus canais de luz para que possa aceder a um
nível de maior compreensão de si e do mundo, harmonia e realização dos seus
desejos.
Evento aberto a Crianças.
18 de Maio, 14-18h
TU e a TERRA
Oficina pluridisciplinar (ciência e arte), para crianças dos 5 aos 9 anos de idade, sobre a importância do Ambiente
Começamos cada dia com
uma prática de yôga e aprendemos a respirar, para nos descontrair, concentrar e
dar início às outras actividades – uma diferente por dia.
Será feita uma pausa
para merendar e socializar….Seguimos para a sala do piano, também cada dia,
para aprender uma canção, que será apresentada na festinha final aos educadores
| Visita guiada à exposição das experiências realizadas nas várias actividades,
acompanhado de merenda feita na oficina de culinária.
Macaréu | associação
cultural – Rua João das Regras, 151 – Porto
Materiais estão
incluídos |Trazer: fato de treino, meias e calçado práticos. bata, ou avental,
ou camisola larga. Se preferir o estojo da escola. Merenda
—————————-
Mário Ferreira,
natural do Porto. Tirou o curso de Canto e Guitarra no conservatório | CMSM.
Licenciatura e Mestrado no Curso – Ensino de música no Ensino Básico na ESEP/
IPP. Professor de guitarra e canto. Maestro do coro – Canto da Macaréu
Marisa Alves, natural
de Valbom – Gondomar, seguiu Artes visuais na Escola Artística Soares dos Reis
– Porto. Frequentou o Curso de Artes na ESAD – Matosinhos. Pintura em azulejo,
murais cerâmicos, e design no CEART – Coimbra.Rakú/”naked” no CENCAL
– Caldas da Rainha Diversas formações na escola de cerâmica de La Bisbal –
Catalunha, nomeadamente, investigação de vidrados de alta temperatura, murais
em diferentes materisis e escultura monumental maciça. Ceramista, praticante de
yôga desde 99. Tem um projecto de alimentação saudável – coisas doces com
stévia – com Mário Ferreira. É ecologista por convicção, sendo o seu meio de
transporte diário a bicicleta.
Oficinas de Teatro na Macaréu
Alteração: A oficina tem nova data e será no
dia 30 de Abril das 19h às 21h. Link para inscrição abaixo. Funcionará por
donativo consciente!
“Somos todos atores, até mesmo os atores! O
teatro é algo que existe dentro de cada ser humano, e pode ser praticado na
solidão de um elevador ou em praça pública para milhares de espectadores.”
Augusto Boal
A Macaréu – Associação Cultural abre de novo as
suas portas às oficinas de Teatro Macaréu. Estas oficinas serão um espaço de
expressão, de exploração do corpo e do contacto com o outro. Faremos jogos
dramáticos e de improvisação, coordenação e escuta, sempre num ambiente
descontraído e de partilha em grupo. Assim, convidamo-vos a trazer roupa
confortável (e meias, vamos trabalhar sem sapatos!), boa disposição e vir
experimentar! Vamos brincar com o que é dito e não dito e deixar-nos cativar
pelo jogo dramático.
As oficinas são facilitadas por Isabel Martinez,
atriz formada em Teatro pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo.
Actualmente frequenta o Mestrado em Interpretação e Direcção Artística na mesma
escola, é formadora de jovens e procura, no seu trabalho, estabelecer uma
ligação entre o Teatro e a Educação Não-Formal.
Data da próxima oficina: terça-feira, 30 de
Abril das 19h às 21h
Contribuição: donativo consciente
Formulário de inscrição: https://forms.gle/zHXYpNZiwGwwz2dV9
Composto por Lauro Lira no violoncelo, Celo Costa na sanfona/voz e Felipe Muller na percussão, esse talentoso trio promete uma noite repleta de energia e muita música boa!
Com arranjos cuidadosamente elaborados, o Lira Trio traz uma nova roupagem para os grandes clássicos da música brasileira, mantendo a essência e a autenticidade das composições originais.
No repertório, o grupo transita entre diversos gêneros da música brasileira, desde Jacob do Bandolim a Dominguinhos, passando ainda por Jacson do Pandeiro e Sivuca.
7.03.26
Às 21.30h
Concerto Mulheres, com Miguel Braga
A inspiração são as Mulheres, na véspera do “Dia Internacional da Mulher”.
MIGUEL BRAGA, 60 anos com Música, com músicas do mundo, parcerias com Carlos do Carmo, Paulo de Carvalho, Rão Kyao, Simone de Oliveira, Pedro Abrunhosa, RuinVeloso (Portugal), Ivan Lins, Flora Purim, Airto Moreira, Márcio Montarroyos, Ricardo Silveira, Portinho (Brasil), Ernie Watts (USA),Filipe Mukenga (Angola), Tito Paris (Cabo Verde), Jorge Pardo, Carles Benavent (Espanha), Lara Li (Portugal/Moçambique), Fernando Girão (Portugal/Brasil), etc. Apresentações em todo o tipo de eventos, festivais de Jazz, animação de clubes e hotéis, eventos privados, etc. Vasta discografia e concertos, disponíveis nas plataformas digitais. Próximo’, o mais recente CD, ao dispor presentemente.
5.03.26
Às 21.30h
Língua – projecto performativo de poesia
A Língua está de regresso após dois anos em silêncio dentro da boca.
O projecto Língua surgiu em Maio de 2018 com o objectivo de se partilhar a poesia e a arte numa forma de carne viva, numa exploração de improviso total, dentro de uma viagem em que a palavra e a música se fundem com outras artes, através dos princípios da curiosidade e do prazer da descoberta. A Língua não é um projecto de recital de poesia no seu sentido convencional, mas sim um espaço performativo onde as possibilidades reais e irreais ganham formas e fórmulas dentro de um campo total de improviso, em que um evento nunca é igual ao evento anterior. As imagens e a viagem e o poema é construído dentro da cabeça de cada pessoa a partir da sonoridade-palavra e da sonoridade-musical e criação artística. Pela Língua já passaram artistas de diferentes nacionalidades desde Espanha, Brasil, Hungria, Siria, México, França, entre outras e convida para um novo evento a 5 de Março de 2026, pelas 21:30h no espaço Macaréu, Luís Beirão e Diana Rebelo na voz da poesia e Joel Nachio na guitarra. Porque afinal de contas, a Língua às vezes é grito, outras poema e outras silêncio.
28.03.26
Às 21.30h
Concerto: Aparição com Santamarta
Santamarta, interprete e autor da música “folk” portuguesa, apresenta o seu mais recente trabalho: “Aparição” – uma viagem reinterpretativa que vai desde o folclore duriense ao da ilha do Porto Santo sem nunca excluir os originais de autor. Ao som da voz e da guitarra portuguesa, quase sempre cadenciadas pelo bombo tradicional, o músico partilha um espetáculo que se vai desvendando e surpreendendo pela sua variedade musical.
21.02.26
Às 21.30h
Conversa/debate: O Divino Feminino: raízes antigas e horizontes futuros, com Daniel Faria
A palestra tem como finalidade revisitar a ancestralidade do Divino Feminino, evidenciando de que modo, em culturas muito antigas, a espiritualidade humana assentava na reverência à Grande Divindade. Pretende-se explorar como este princípio sagrado simboliza a criação, o cuidado e a interdependência com a natureza, refletindo uma espiritualidade de matriz ecológica e cooperativa. Recuperar este legado constitui uma proposta de reconexão com o sagrado, de cura, de equilíbrio e de abertura de consciência, dirigida a uma humanidade que procura um futuro mais fraterno, mais justo e profundamente interligado com a Vida e o Cosmos.
Daniel Faria nasceu em 17 de maio de 1975, em Vila Nova de Famalicão. Licenciado em Sociologia das Organizações pela Universidade do Minho e pós-graduado em Sociologia da Cultura e dos Estilos de Vida pela mesma Instituição. É diplomado pelo Curso Teológico-Pastoral da Universidade Católica Portuguesa. Em 1998 e 1999, trabalhou no Centro Regional da Segurança Social do Norte. Desde 2000, é Técnico Superior no Município de Vila Nova de Famalicão. Valoriza as ciências sociais e humanas e a espiritualidade como meios de aprofundar o (auto)conhecimento, em sintonia com a Natureza e o Todo Universal. Dedica-se a causas de voluntariado e de associativismo. É colaborador da imprensa regional e da revista Espaço Aberto. É autor do blogue pracadasideias.blogspot.com e da página Espiritualidade e Liberdade.
31.01.26
Às 21.30h
Cello Storm 2026 – Double Act Concert
Prepare-se para um concerto duplo inesquecível que desafia os limites dos instrumentos de corda! O Cello Storm 2026 Tour, liderado pelo violoncelista Christian Grosselfinger, junta-se a Joana Carvalhas (The Tiny Musician), para uma experiência sonora eletrizante de looping .
O violoncelista Christian Grosselfinger fascina o público com a sua fusão de clássico, rock, metal e eletrónica.
O destaque desta tour é um concerto inteiramente dedicado à arte do live looping (conceito CELLOOP), onde Grosselfinger cria, em tempo real, melodias, harmonias e ritmos hipnotizantes e em camadas, utilizando apenas o seu violoncelo e a tecnologia de looping.
Junte-se a Christian Grosselfinger e à banda de apoio 5 Seconds to Move (Sebastian Schneider – Bateria e Aileen Schneider – Teclados) para uma jornada eletrizante, que combina música original inovadora com clássicos reimaginados. Testemunhe a sua transição fluida entre violoncelo, guitarra e teclado, sentindo a energia enquanto revitaliza êxitos de AC/DC e Muse, ao lado de interpretações dinâmicas de joias clássicas como o Bolero de Ravel.
Não perca esta tempestade cativante de som!
Joana Carvalhas, também conhecida como The Tiny Musician, é uma violinista versátil formada pelo Royal Conservatoire of Scotland e Berklee Valencia Campus.
Com raízes na música clássica, expandiu o seu universo criativo para incluir improvisação e adaptação a múltiplos estilos, do jazz ao metal e folk. Atuou em palcos internacionais por todo o mundo e colaborou com artistas prestigiados como Lindsey Stirling e Mike Block.
Atualmente, dedica-se ao seu projeto a solo de música original para violino e loopstation, além de ser cofundadora do duo de techno Vegetale Fatale (Alemanha).
Sinopse: Indoor Thoughts
Neste projeto a solo, Joana Carvalhas usa loops, improvisações e o violino para apresentar música original de forma inovadora. Utilizando a sua loopstation, a artista explora novas texturas, sons e ritmos no violino, criando ricas e ambíguas paisagens sonoras. É uma performance ousada que transporta o público para novas realidades e proporciona uma agradável viagem sonora.
Christian Grosselfinger
Formado em Composição pela UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro), patrocinador da REMIC Microphones na Dinamarca, Christian Grosselfinger, natural do Brasil, é considerado “um dos mais promissores violoncelistas brasileiros” pela FNAC de Lisboa. Após o Brasil, continuou seus estudos de violoncelo em diversos países, incluindo Portugal, Alemanha e Áustria. Durante esse período, Christian tocou em orquestras ao redor do mundo, como a OSBJ no Rio de Janeiro, a Volkshochschule em Karsruhe, a Pro-Arte Orchester e a Darstellende Kunst Orchester em Viena, e a Acadêmica da Metropolitana em Lisboa. Compositor de quatro CDs, do Concerto de violoncelo: uma orquestra de um homem só, criador do conceito CELLOOP e do concerto CELLO STORM, Christian também iniciou um projeto social chamado Gratefulpath em 2014, excursionando por 8 países europeus, promovendo concertos para arrecadar fundos para a erradicação da poliomielite.
23.01.26
Às 21.30h
Apresentação do livro Nina – uma história entre a Praia e o Porto, de Vanda Azuaga
Sinopse
Nina é uma jovem inteligente e curiosa que decidiu partir em busca de um futuro melhor junto do pai, que vive numa cidade grande e distante.
Esta é uma das histórias da vida da Nina, uma adolescente cabo-verdiana. Vai ser contada por ela, pela mãe, pelo pai, pela tia e pela diretora de turma.
Cada uma destas personagens teve um papel importante na vida da Nina e cada uma explica as situações do seu ponto de vista. Não está certo nem errado — cada uma sabe as emoções que sentiu, aquilo que pensou, aquilo que experienciou.
No final, poderás avaliar melhor o que aqui se relata, entendendo as diferentes versões da mesma história.
Vencedor da primeira edição do Prémio Infantojuvenil Manuel Lopes, em 2024, atribuído pela Imprensa Nacional – Casa da Moeda e pelo Instituto da Biblioteca Nacional de Cabo Verde
Chamo me Vanda, sou um bocado transmontana, outro tripeira e outro do mundo. Gosto de fazer muitas coisas, entre elas escrever, jardinar, conversar e conhecer pessoas. Há dois anos trabalhei em Cabo Verde e das experiências que vivi resultou a história da Nina. A história está relatada por cinco pessoas para que o leitor possa entender o ponto de vista de cada personagem. Num mundo em que cada vez mais, cada um sente que a sua verdade é absoluta, a minha intenção foi apelar à empatia.
17.01.26
Às 20.30h
CARVALHOSKI – Quase, quase, um monólogo, com Juan Carballo
O artista “portugalego” Juan Carballo iniciará no início de 2026 uma nova tour para celebrar o seu XX ANIVERSÁRIO com uma nova sessão. Pretende assim continuar o seu percurso por Portugal e pela Galiza, passando pelas principais vilas e cidades.
É quase como um monólogo, entre a performance e a declamação encenada, que nos conduz numa viagem dos seus últimos 20 anos recheados de anedotas e versos.
Link: Juancarballo.es
11.01.26
Às 17.00h
Cinema: Homenagem a Bahram Beyzaie, apresentada pela Mithra Iranian Association
8.01.26
Às 18.00h
BLOCO SONORO (Free Jazz Sexy) em Ensaio Aberto.
O Paulo vive agora em Maputo. Veio passar a quadra natalícia. Não sabe do saxofone nem encontra as palhetas. O João vai a banhos em Vila Chã – depois queixa-se que lhe doem as articulações e, principalmente, a alma. O Ulisses está pior da surdez, o que lhe dá uma certa calma e lhe confere uma profunda paz. O Zé é o único baterista no mundo que não tem bateria. A Clara não é música mas é sexy e vai tentar aturar tudo isto. É assim a amizade forte que os une. O Concerto é um Ensaio. O Ensaio promete. A promessa é a de matar saudades. Venham! Venham daí para um final de tarde de Free Jazz Sexy!
Macaréu – Associação Cultural dispõe de uma pequena biblioteca em construção, cujas prateleiras aguardam os livros que, generosamente, queiram doar. Aceitam-se livros de ficção, ensaio, poesia, arte, ciência, filosofia, sociologia, política, etc. Aceitam-se, também, revistas de artes e letras e de ciências.
Para acesso aos livros disponíveis, poderá consultar a nossa página macareu.org
Para requisições, poderá contactar a associação no sentido de marcar uma visita ou fazê-lo sempre que ocorram eventos na Macaréu, previamente anunciados na página web e FB da associação.
AVISO RELATIVO À BIBLIO-MACARÉU
(Março 2025)
Caros associados e frequentadores da Macaréu – associação cultural
Há vários meses que estamos construindo, com as generosas doações de várias pessoas, a biblioteca da Macaréu à qual chamamos Biblio-Macaréu. Actualmente, estamos numa fase de selecção, inventariação e catalogação de livros e revistas de modo a tornar a Biblio-Macaréu um espaço aprazível de leitura, que permita, também, a requisição de obras pelos associados e por quem, ainda não o sendo, manifestar interesse pelas nossas temáticas.
Logo que tivermos finalizado a classificação dos livros de que já dispomos, e identificado as nossas carências e lacunas, voltaremos a aceitar doações, com base em critérios que serão oportunamente explicitados, e definiremos as condições de uso da biblioteca e de empréstimo de exemplares, através de página da Macaréu – macareu.org
Agradecemos a todos quantos contribuíram e contribuem para a concretização do projecto Biblio-Macaréu.